Ninguem Perde Ninguem
Justa Causa da Vida
Tem gente que perde dinheiro e aprende.
Tem gente que perde amor e amadurece.
Mas perder o réu primário por justa causa da vida…
isso aí é quando o mundo te empurra pro abismo
e ainda pergunta por que tu caiu.
A verdade é que ninguém nasce querendo guerra.
A maioria só queria paz, um café quente,
uma conta paga
e alguém que não destruísse a própria sanidade.
Mas o sistema adora fabricar monstros
e depois vender moralidade em prestação de culpa.
Perder o réu primário às vezes não começa no crime.
Começa no abandono.
Na fome.
Na humilhação diária.
Na porta fechada.
No “volta amanhã”.
No olhar torto de quem nunca precisou sobreviver.
E quando a vida te encosta na parede,
até o silêncio aprende a carregar faca.
No fim, a sociedade aponta o dedo,
mas esquece que foi ela mesma
quem ensinou tanta gente
a sangrar sem fazer barulho.
Seja como for, nunca se esqueça dos princípios que norteiam sua vida. Perde-los significa andar sem rumo nos caminhos da existência. Sem princípios não existe significado, meta, rumo ou foco, que fiquem de pé.
Cheguei à fase do bom vinho: onde a pressa dá lugar à maturação, a quantidade perde para a seletividade e cada gole da vida é feito para ser degustado, nunca apenas consumido.
"O homem começa a deixar de ser humano quando perde a capacidade de escutar."
(Osman Matos, séc. XXI)
“A espiritualidade se perde quando o ego usa a linguagem da luz para defender suas próprias sombras.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando tudo vira TDAH, o verdadeiro TDAH perde seriedade; quando nada é TDAH, quem sofre continua sendo culpado.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A vida levada a sério demais perde a graça, perde o riso e, muitas vezes, perde também a verdade.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o futuro vira ameaça constante, o presente perde o direito de ser vivido.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A ansiedade perde força quando encontra nome, cuidado, compreensão e um lugar legítimo para ser escutada.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A doença, na sabedoria chinesa, não começa no sintoma; começa quando o ritmo da vida perde sua harmonia.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A doença começa muitas vezes quando a mensagem se perde antes de encontrar seu destino.”
Do livro Sinapses e Neurotransmissores — A Linguagem Invisível do Corpo, da Mente e da Doença, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o corpo da mulher é transformado em campo de guerra, toda a humanidade perde a batalha contra si mesma.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A saúde perde sua alma quando trata o corpo como caso e esquece que ali existe alguém pedindo cuidado.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Reconhecer alguém parece simples, até que a consciência perde a confiança no rosto do mundo.”
Do livro Síndrome de Fregoli — Quando a Pessoa Acredita que Pessoas Diferentes, na Verdade, São a Mesma Pessoa com Diferentes Disfarces, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quem olha Jesus apenas pela dor da cruz perde a grandeza da luz que transformou a derrota em eternidade.”
Do livro Jesus à Luz das Estrelas, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o sofrimento humano vira número, leito ou prontuário, a ciência perde sua alma e o cuidado perde seu rosto.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O Evangelho de Felipe ensina que a palavra perde força quando a alma permanece dividida.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
A honestidade pode até atrasar o caminho,
mas é a única que não te perde de você mesmo.
— Sariel Oliveira
