Ninguem Muda o que Ja esta Escrito
Estava escrito nas entrelinhas do destino
Que tu serias meu
e eu seria só tua
Mas o tempo apagou alguns verbos,
alguns os periodos e tornou tudo
um preterito imperfeito
Direitos do Autor
Respeite sentimentos
De cada poema escrito
Por mais tolo e bobo
Não altere não se aproprie
sandra mello-flor
POR QUÊ? (WY?)
Pouco tempo depois de ter escrito “O VALOR DA VIDA!”,
descobrindo que a vida sem conveniências era a mais saudável, percebi o entendimento do por que a sociedade exigia tanto de seus participantes a ponto de obrigar-lhes a levar uma vida tão vazia.
Passei a ver pessoas assustadas, como baratas que fogem do inseticida; mudos que apenas fingiam não poder falar; gente que sofria de torcicolo crônico, de tanto balançar a cabeça, concordando com seus donos; homens fingindo serem poderosos; vi mulheres posando de vítimas submissas (que não o são); os jovens querendo fumar, beber, usar drogas, viver como manda o figurino; vi a lógica irracional do por que era preciso comprar o lugar no céu; ter um senhor da fé que os engane dizendo que tem a chave, quando a chave que tem é a do cofre, onde esconde suas pilhagens, para de poderoso, esperto, camuflado de enviado da Sabedoria suprema.
Entendi também por que tudo é envolto em mistérios, tudo tem peso e tudo é contado.
Penso no mundo recalcado, nas pessoas que servem sem sequer se dar conta que são massa de manobra. Penso nos infelizes políticos que crêem enganar a humanidade, a morrer de câncer ou outra doença grave, para sua autopunição.
Sofro quando vejo a destruição do nosso paraíso, por causa de dinheiro, poder...
Aí olho para a vida e sinto vontade de gritar: “Burros, estamos sendo burros ao trocarmos a felicidade por metas, que só servem para tentar causar admiração à nossa pessoa, mesmo sabendo que somos pequenos e que os pequenos é que são maravilhosos”.
Sei que os acomodados me chamarão de burro, que o que estou falando é mais velho que fazer as necessidades de cócoras; que não acrescentei nada.
Precisamos olhar para dentro de nós, nos vermos e nos aceitarmos sem a ditadura da INSEGURANÇA. Precisamos ao invés do medo, ser espontâneos, olharmos a fundo, enxergando, entendendo que temos livre arbítrio e que nossas buscas podem ser feitas sem medo à crítica, ou ao julgamento dos tacanhos.
Entendamos a ajuda valiosa, num pensamento de Millor Fernandes que abre muitas portas : "A leitura amplia minha ignorância".
Eles querem que trilhemos o caminho das pedras, porque se acharmos outro mais fácil, eles se desesperam...
A vida é tão simples, como quando em Minas os ingleses que levando nosso ouro nos inquiram sempre, buscando entender nossa paciência: _Wy? A resposta vinha sempre: _ É por que uai, é uai, uai!
Simples, espontâneo. Como o divino, uai!
__________________________
drmarcio@drmarcioconsigo.com
Quero ver pessoas normais escrevendo seus amores e dores.
Quero ver escrito por todos os lugares as frases de espiritos vivos e decifráveis.
Só não quero ver que amanhã são frases perambulantes e sem causa.
Por isso escrevo para tocar-te a alma.
Eu tinha escrito algo, passaram-se dias e aquilo permaneceu lá, algum sentimento tinha. Depois de uma invenção o que havia escrito foi deletado, apagado, triturado. Em palavras não existe mais. Em individualismo, ainda me resta descobrir.
MEUS PENSAMENTOS
Ultimamente não tenho escrito
Tenho perdido a inspiração para escrever
Não sei se pela rotina estressante que venho levando
Não sei se pela falta do que dizer
Só sei que as palavras parecem estar explodindo dentro de mim
Me encharcando, querendo sair
E eu evitando, ignorando, sabotando
Prendendo-as todas aqui em mim
Porque escrever para mim é vida
E eu adoro escrever e dizer o que eu sinto
Adoro me expressar em palavras escritas, já que verbalmente sou meio sem jeito
Verbalmente parece não haver palavras dentro de mim
Simplesmente travo,
Paraliso
Fico gaga, vaga
Não encontro as palavras
Não coordeno os pensamentos
Fico pálida e atropelo todas as palavras
E ainda por cima, falo rápido.
As pessos só têm uma chance de me ouvir,
Não suporto repetir...
Se dizer uma vez é difícil do jeito que é
Imagina mais de uma
Processar novamente tudo o que já foi dito de forma sôfrega?!
Perdoem-me, prefiro escrever
E quem quiser que leia quantas vezes for preciso para me entender.
[RE] ESCRITO
Hei, sabe o que acho esquisito?
A forma que usa p’ra atrair minh’atenção
Perspicaz, instiga meus versos em composição
P’ra logo depois, simular que não existo
O que faço então? Tristemente...Desisto!
Já vai longe o tempo em que entreguei emoção
A quem por mim, não tinha consideração
Sigo em frente, reticente; mas não insisto
Maldoso foi o causador de tudo isto
E maldito seja o dia da rejeição
No entanto, a fêmea, desacreditou do paraíso
A mulher cala e melancólica fala ao [in] finito
Anseia carinhos em ímãs, nas rimas do coração
Solitária, beija um doce poema a ser [re] escrito.
"Viva incessantemente,
Buscando paz e sabedoria,
Para que outros não vejam
Isso escrito em sua lápide um dia:
Aqui jaz os olhos que não souberam enxergar,
O que necessitavam ver.
Aqui jaz a boca que só se abriu,
Para profanar e mal-dizer.
Aqui jaz as lindas e sedosas mãos,
Que se negaram a ajudar.
Aqui jaz a mente burra e ignorante,
Que não soube estudar.
Aqui jaz os pés que pisavam,
Em quem estivesse em seu caminho.
Aqui jaz o coração que não soube perdoar,
Por ser tão mesquinho.
Aqui jaz as orelhas que só escutavam,
O que lhe convinham perceber.
Aqui jaz uma inútil e tola alma,
Que verdadeiramente não soube viver."
A Urgência dominadora que a maioria de nós sentimos em registrar algo por escrito deveria ser postergada tanto quanto possível, porque escrever confere existência tangível ao pensamento, um compromisso prematuro inconscientemente fecha as portas para opções que poderiam ser valiosas no futuro. Quando a estrutura de uma solução estiver clara em nossas mentes, cada passo do argumento deve finalmente ser colocado no papel, com nossa melhor caligrafia, como um tributo adequado à elegante economia de nosso raciocínio.
Mulher
Poema escrito, com a ponta da língua numa pétala de rosa, lençol para quando a poetisa e o poema se deitam e em teu corpo ficam as palavras mordiscadas transformadas em sons eternizados em forma de poema inacabado...
Quando escrevo, escrevo o que o escrito que ser dito e ás vezes tento convencê-lo do contrário e mais me convenço que estou sendo manipulado.
E mais vale o tempo que dorme, que paira no vento feito borboleta, que aquele que é escrito antecipadamente, com a mais fiel das canetas. Porque, se há na vida uma certeza, é de que nada se apaga.
Se há algo do qual temo, aprendi que, aos poucos, o temor vira marca, e que somos todos um conjunto de marcas, todas intactamente preenchidas, escuras, que nos tornam exatamente o que somos. E mais vale o que se é em segredo, que aquilo que se mostra, sem medo, aos olhos alheios.
Em alguma página perdida por aí tem escrito, com letras tuas, que eu tenho o dom de lhe fazer feliz e que será assim pra sempre. Não nego, não tenho dúvidas disso, pois também é certo o seu dom eterno de me fazer sentir inteira, mesmo com o coração em pedaços.
25 de agosto
Sem direção(texto escrito Quatro anos atrás)
Perdida na solidão que eu mesma criei,
me encontro e caminho triste e só.
Me olho e não me vejo…..
Me busco e não me encontro……
já não sou nem a sombra do que fui…
O reflexo distorcido no espelho me estranha……
Pois é tudo o que eu não quis ser….
Não sou feliz, nem infeliz….
Me encontro no meio termo, dos sem opção que só seguem, sem saber onde ir…..
Que só vivem, cada dia como eles vem, sem rumo,sem prumo, sem direção….
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