Ninguem Muda o que Ja esta Escrito

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⁠Dele, quase ninguém sabe mais nada… só sabe postar no Pensador.

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Sem naufragar no abismo das próprias misérias, ninguém conseguiria comemorar o infortúnio de alguém.


Mas, se parar para pensar, essa comemoração revela mais sobre o vazio de quem celebra do que sobre o destino de quem caiu.


É como se a dor alheia funcionasse como anestesia momentânea para a própria carência.


No entanto, a alegria construída sobre a queda do outro é sempre frágil: dura pouco, envenena devagar e nunca preenche.


A verdadeira libertação não está em aplaudir a ruína do outro, mas em resistir ao impulso de medir a própria vida pela infelicidade alheia.

Ninguém deveria ser tão magoado a ponto de temer amar novamente.

Quase ninguém sabotaria seus próprios sonhos, se eles fossem ordens do chefe.

⁠Quase todo mundo lendo — quase ninguém interpretando. Seria um começo admirável, se o fim não negasse os meios.

⁠Não há um livre sequer, pois ninguém é tão livre ao ponto de não querer estar preso àquele que o libertou.


A liberdade que o Evangelho anuncia não é um rompimento com tudo e com todos, mas uma reconciliação com a origem.


Não é o grito do “eu posso tudo”, mas o sussurro do “Nele tudo posso”.


Porque a Verdadeira Liberdade não nasce da ausência de vínculos, e sim da presença certa de um Amor que não escraviza, mas sustenta.


Quando Cristo nos liberta, não nos lança ao vento — Ele nos acolhe no abraço que dá sentido até ao ar que respiramos.


A alma, antes acorrentada, descobre que o mais doce dos cativeiros é permanecer junto d’Aquele que lhe devolveu o chão e o céu.


Ser livre, então, é querer permanecer preso — não por medo, mas por gratidão.


Preso ao olhar que compreende, à voz que acalma, à cruz que redime.


Preso, sim, mas por escolha amorosa; por saber que longe d’Ele, toda liberdade é ilusão, e todo voo termina em queda.


A liberdade sem Cristo é deserto;
a prisão com Ele é paraíso.


E no coração do liberto ecoa o paradoxo divino:
quanto mais o Cristo me prende com laços de amor,
mais livre me torno.


Eis o Maior Paradoxo da Liberdade!


Sê Livre, estejas Preso!

Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.⁠

⁠Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.


Porque a dor, quando não ouvida, vira eco.


E quando presumimos que o mundo está inteiro, deixamos de perceber os cacos que alguém tenta segurar com as próprias mãos.


A verdade é que ninguém sai ileso da travessia — enquanto uns sangram por dentro, outros tentam esconder os cortes com sorrisos.


Estamos quase todos lutando com dores, dificuldades e problemas…


Ainda que diferentes.


Mas ignorar o sofrimento alheio é como esbarrar em uma ferida aberta fingindo ser só o vento.


Empatia não é diagnóstico — é presença.


É a coragem de admitir que talvez o outro também esteja lutando uma guerra que não machuca e apavora somente você.


E que às vezes, só de reconhecer a batalha, já deixamos de ser um potencial inimigo sem perceber.


Se não soubermos enxergar a dor do outro, a nossa também ficará sem testemunha.


E nada fere ainda mais do que sofrer sozinho num mundo que insiste em parecer inteiro.


A vulnerabilidade compartilhada e o reconhecimento mútuo do sofrimento são, talvez, os caminhos mais curtos para nos sentirmos menos frágeis em um mundo tão quebrado.


Em meio a tantas dores, dificuldades e problemas, quem presume não tê-los — ou imagina que o resto do mundo segue ileso — acaba sendo, sem perceber, a parte mais perigosa deles.

⁠Ninguém consegue ser mais respeitoso do que aqueles que respeitam até os que não se respeitam.

⁠Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.


Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…


E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!


Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…


Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.


Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.


Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.


Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além.


E consiga se permitir se reinventar.


Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença emais humanidade.


Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.


E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.


Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.


Amém!

⁠Quase todos querem ser autossuficientes, mas quase ninguém se banca quando a chapa esquenta.


Muitos gostam da ideia de serem autossuficientes.


Ela soa bonita, forte, admirável…


Dá a sensação de controle, de interdependência, de não dever nada a ninguém.


Mas a verdade aparece quando a chapa esquenta.


E ela esquenta!


Sempre esquenta.


Ser autossuficiente não é só pagar as próprias contas ou tomar decisões sozinho quando tudo está calmo.


É sustentar escolhas quando elas custam muito caro.


É bancar o silêncio após o que precisava ser dito.


É segurar as consequências quando não há aplauso, colo ou atalho.


É sobreviver às tempestades.


Mas muita gente confunde autossuficiência com orgulho.


Diz que não precisa de ninguém, mas desmorona quando não recebe a simples validação do outro.


Diz que aguenta, mas terceiriza a culpa quando algo dá errado.


Quer a liberdade das escolhas, mas foge das responsabilidades que vem junto ou depois dela.


Quando a pressão aumenta, quando o conforto acaba, quando não há ninguém para salvar — é aí que se descobre quem realmente se banca.


Porque independência não é ausência de apoio, é presença de coragem.


É saber pedir ajuda sem se abandonar.


É continuar inteiro mesmo tremendo.


No fim, ser autossuficiente não é nunca cair.


É cair, levantar, olhar para o próprio reflexo e dizer: fui eu que escolhi assim — e eu fico.


Fico com o bônus e com o ônus.


Para sermos bons donos do próprio nariz, é preciso ter consciência de que ele também pode sangrar.

⁠Quase todos se dispõem a palpitar nas arquibancadas, mas quase ninguém se atreve a encarar as arenas.


Na zona quente das arenas — entre soros e corredores — a realidade é outra.


Lá, quase ninguém se atreve a encará-la.


É curioso como a vida se enche de especialistas quando o risco é dos outros.


Das arquibancadas, tudo parece simples: a jogada errada é muito óbvia, a decisão quase sempre poderia ter sido melhor, a coragem sempre parece insuficiente.


A distância cria a doce ilusão de clareza.


Ali, protegidos pela segurança de não sermos responsáveis pelo resultado, opinamos com firmeza, julgamos com convicção e, muitas vezes, criticamos com dureza.


A arena, porém, é outro mundo.


Nela, o chão treme sob os pés da incerteza.


As decisões são tomadas sob pressão, o tempo é curto e o medo é real.


Quem está na arena sente o peso das escolhas, o calor da exposição e a possibilidade concreta do fracasso.


Não há replay para corrigir palavras ditas, passos dados ou oportunidades perdidas.


Há apenas a coragem de continuar, mesmo sob olhares atentos e, por vezes, impiedosos.


Opinar exige voz.


Agir exige vulnerabilidade.


É fácil apontar falhas quando não somos nós a pagar o preço.


Difícil é aceitar que errar faz parte do processo de quem tenta.


Na arena, o erro não é sinal de incapacidade, mas de movimento.


Quem entra em campo pode tropeçar, mas também pode transformar o jogo.


E quem permanece na arquibancada preserva a própria imagem — mas abdica da possibilidade de vitória.


Talvez a grande diferença entre uns e outros não esteja no talento, mas na disposição de enfrentar o desconforto.


Porque crescer dói.


Sonhar assusta.


Realizar expõe.


E só descobre seus próprios limites quem decide testá-los.


No fim, a plateia sempre terá algo a dizer.


Mas são os que suam na arena que escrevem a própria história.


Porque só nos lavando de suor e lágrimas, onde um pouco de tudo acontece, podemos sair de alma lavada.

​A vida é hoje porque o "depois" é um lugar onde ninguém nunca esteve.

"Não espere o eco de ninguém; seja o som que o mundo ainda não ouviu

⁠Todos nós estamos amparados e sustentados, pura e unicamente na Graça maravilhosa de Jesus. Ninguém pode comprar seu lugar na casa do Abba, mas foi Jesus, que por meio da Sua vida nos garantiu vida eterna.

⁠Ninguém deixa de ser inteligente quando crê na Bíblia. Você deixa de ser arrogante.

⁠Não sou ninguém, não tenho nada e não posso nada. Pois quando estou vazio de mim mesmo, então sei com certeza que nem amigos, nem inimigos, nem qualquer criatura podem me impedir de ser tomado de toda a plenitude de Deus.

John Wesley
POTTS, J. M. Seleção das cartas de João Wesley. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1991.

Nota: Carta para a mãe (agosto de 1733).

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⁠Deus não elege por pré-conhecer nossas obras; porque ninguém é salvo pelas obras. Deus nos elege por pré-conhece nossa fé.
A fé é a condição estabelecida por Deus, e é por meio dela que somos unidos em Cristo, que é o fundamento da eleição.
Só são eleitos os que estão em Cristo pela fé.

⁠Os pregadores de hoje não têm vocabulário algum. Ninguém menciona adultério, fornicação ou apostasia. Mudamos nosso vocabulário. Adultério é ter um caso, fornicar é apenas ser sexualmente ativo e ninguém mais se desvia apenas por causa da comunhão.

Pastor e Avivalista Metodista