Frases com a palavra ninguém

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⁠⁠O amor perdura quando você nunca deixa de observar os detalhes, que ninguém mais vê.

Inserida por srtawrobel

Na política hágolpes ou fraudes todos os diase ninguém percebe.

Inserida por LazarusLong

Você nunca vai dar nem receber uma resposta correta porque ninguém não sabe quem é Deus. Então, faça um favor a você e ao mundo esquecendo tudo que os teólogos escreveram.

Inserida por LazarusLong

Jesus recomendou luz, verdade e liberdade - nunca manter ninguém na ignorância pra controlar.

Inserida por LazarusLong

Dora, ninguém merece ser acreditado, exceto Jesus Cristo.


Lazarus Long

Inserida por LazarusLong

⁠Ninguém é inocente. O que fazer quando todos são culpados?

Inserida por LazarusLong

⁠Hei, seja lá o que tu tens feito achando que ninguém tem visto, estás errado, há sempre gentes a verem, se for positivo continue, tem gente se motivando pelos mesmos feitos, e se for ruim, pare tem gente se decepcionando pelos mesmos. Não é uma questão de opiniões sobre a sua vida mas é importante que façamos as coisas certas com ou sem gente vendo para o nosso próprio bem.

Inserida por Gilguete

- Ah, mas quase ninguém lê poesia no Brasil!
- Não importa, importa que Drummond, Vinicius, João Cabral, Olavo Bilac, Castro Alves, Leminski, Manuel Bandeira, Cecília Meireles, Hilda Hilst, Cora Coralina, Adélia Prado e tantos outros estão guardados na memória afetiva de nosso povo. Seus poemas permeiam nossa identidade nacional, formam nossa alma enquanto nação, ainda que não tenhamos consciência deste fato.
Um povo sem poetas é um povo sem alma!

Inserida por zatonio

⁠Pensamentos do Barão

Investir na estupidez humana nunca deu prejuízo a ninguém.

Inserida por zatonio

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Capítulo II

— O Amor que Ninguém Vê.

“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.

Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.

Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.

E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.

Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.

Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.

O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Um dia um amor existiu
como flor que ninguém nunca viu
uma flor por você, que partiu
E esse amor foi maior do que eu
uma flor que você não colheu
e que só por você insistiu
e que eu não dividi com ninguém
um amor que você não sentiu
uma flor que era sua também
um jardim que criei só pra nós
e esperei por você que não veio
pra poder dividir meio a meio
foi assim que deixei de cuidar
de um amor que você não sentia
uma flor que você não queria
um jardim que existiu e era seu
agora escrevi pra avisar
Que hoje essa flor morreu.

Inserida por edsonricardopaiva

Fechei meus olhos para não chorar
chorei pra dentro sem ninguém ver
as lágrimas escondidas
são sempre as mais sentidas
menos acreditadas
e apesar de ter chorado
sou eu quem precisa perdoar

Inserida por edsonricardopaiva

A Morte é uma viagem sem volta
A vida também
A diferença entre as duas
É que ninguém cuida da sua Morte

Inserida por edsonricardopaiva

Existe alguma coisa
da qual ninguém se recorda
É como um sonho
Que rapidamente se dissipa
Assim que a gente acorda
E isso permanece latente
Independente do que a gente viva
E enquanto a gente vai vivendo
Coloca tantos outros interesses
Acima daquilo que interessa realmente
Principalmente a pressa
Que não nos permite
Enxergar os raios coloridos
Que a Terra também emite
Todo dia, quando o Sol se põe
O quão bonito que é
Olhar os pássaros a se recolher
Eles pousam em algum lugar
Sempre em bando
E um deles fica distante
Piando de vez em quando
Procurando algum recalcitrante
Que ainda não veio
Eu gosto de olhar as folhas que caem
e a maneira que se comportam
Cumprindo a sua missão
encerrando seu ciclo, humildemente
às vezes, elas tem ao seu lado as pedras
E está tudo interligado
Intrinsecamente unido
de modo que a única coisa que falta
é aquilo que eu disse
que a gente não recorda
Se a gente descobrisse isso
Talvez a gente se integrasse a esse todo
E deixasse de ser somente
Um Ser à parte
Perdido e esquecido
Tenho a impressão de que somos
Em meio à criação
O pássaro que não veio
E tudo isso está esperando por nós
Pra não nos deixarem sós

Inserida por edsonricardopaiva

O Alfaiate de Jerusalém
Trabalha como ninguém
Fazendo os acessórios necessários
para acompanhar a dor alheia
Isso não lhe causa, em absoluto
O mínimo prazer
Mas alguém precisa fazer
E ele procura atender à demanda
Outrora produzia Cruzes
Mas a Humanidade concluiu
Que toda aquela produção
Era por demais pequena
E, desde que produzimos
A bela primeira centena de arcabuzes
A produção vem, desde então
Crescendo vertiginosamente
O alfaiate só promove as despedidas
E não gosta do que faz
E também não faz
Somente consolida
Nomes, o alfaiate os tem, de toda sorte
Muita gente o chama de Morte
Conclamando seu nome
Qual fosse uma vitória
O Alfaiate produz
Indumentárias em madeira
E as costumeiras tralhas
Que as acompanham
Por hora faz mais de Cem
Pra mandar embora, sem demora
Aqueles que um grupo encomendou
Enquanto outro grupo chora
Amanhã, se invertem os papéis
Há milhares de anos não tem descanso
Nunca o teve, nem um dia
Não há lugar para os mansos
Bem-Aventurados, amanhã serão
Aqueles que hoje tiverem
A mais precisa pontaria

Inserida por edsonricardopaiva

Quando tudo tiver passado
E não houver ninguém
Pra me amar ou me odiar
Um dia assim, igual a hoje
Mas hoje ainda não é o fim
é só um dia banal,
sem ninguém ao meu lado
Talvez então, eu me sinta magoado
Contudo, vou levar recordações felizes
e concluir que a vida valeu à pena
Apesar de algumas tristezas
Pois a vida sempre pode ser boa
Mesmo que neste mundo
Tanta coisa conspire
Pra que aconteça o contrário
Quando tudo houver se acabado
E eu olhar pros lados
E Perceber
Que meu tempo passou
Vou me sentir agradecido
Olhar para a frente e seguir
Humilde e sem glória
Rumo ao desconhecido
Onde eu sei, tenho certeza
de que há de iniciar-se outra história
talvez em língua portuguesa
talvez não
Mas tudo que eu vi e senti
Há de seguir comigo
Vou levar pra sempre esta existência
Guardada
Aqui no meu coração

Inserida por edsonricardopaiva

"O maior problema deste mundo é que ninguém me ouve. Escuta, mas não ouve. Quando dá certo, o mérito é deles. Quando dá bosta, a culpa é minha"

Inserida por edsonricardopaiva

Vida
Passagem mágica
Em algum lugar
Onde não há de ficar
Ninguém
Esquecida
essa viagem sem lógica
Ela será perdida
Se eu mesmo não fizer valer
Esse absurdo que deu certo
Eu nasci só
e ao pó hei de voltar
e vivo sem haver
Ninguém distante
e muito menos perto
Que tenha merecido
O amor que dediquei
Não faz mal
O amor de Deus me quis
E o amor de Deus me fez
Talvez demore
Mais um ano ou mais um mês
Pra que Ele desfaça
Entre eu e este Mundo
Seus laços
E eu possa mergulhar, enfim
Numa ausência
Constante e sem fim
Eu deixo a vocês um abraço.

Inserida por edsonricardopaiva

Quando o choro vem
Ninguém tem nada com isso
E quando a gente ri
Faz isso sem compromisso
A tristeza está sempre atada
Ao fato da compreensão
O ato de ser feliz
É porque finalmente
Eu não quis saber de nada
Eu olho ao redor e percebo
Que a vida é uma obra de arte
E eu faço parte deste Universo
Sou um verso à parte
desta poesia perfeita
Escondida na luz
Uma pauta de sete cores
e dá vida ao perfume das flores
Quando olho pros lados
O traçado do voo dos pássaros
Finalmente faz sentido
Porém, está tudo escondido
Aos olhos de quem não sente
Amor e gratidão suficientes
A fatalmente iluminar o coração
e despertar nele a certeza
de que a vida
É a mais perfeita canção
e nela está inserida
em cada oração de letras escondidas
Muita beleza
a passar despercebida.

Inserida por edsonricardopaiva

Não sei dizer
Quantos anos vivi
E creio que ninguém saiba
Eu acho que nada explica
Aquela coisa pequena
Pura e boa
Que em dado momento
a gente vive como coisa à toa
Mas...por mais que o tempo passe
Ela fica:
Minha mãe ao meu lado
Nós dois escorregando num Tobogã
A primeira vez
Que eu vi cada irmã
A namorada me dizendo
Que estava tricotando pra mim
Uma touca de lã
Esses pequenos pedaços
de coisas alegres e bonitas
Que não deixamos escritas
é que definem quem somos
E vão morrer junto com a gente um dia
Pois se desta vida algo se leva
Não é rancor nem sofrimento
Porém, aquilo que a alma eleva
Resume e faz valer uma vida
Mesmo que dure
Somente um momento

Inserida por edsonricardopaiva