Nenhum de nos e Tao bom

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Há uma certa vergonha em sermos felizes perante certas misérias.

As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.

Os pintores só devem meditar com os pincéis na mão.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.

Aqueles que nós definimos como os nossos dias mais belos não são mais do que um brilhante relâmpago numa noite de tempestade.

Se você olhar atentamente você verá que existe apenas uma coisa e somente uma coisa que causa infelicidade. O nome desta coisa é apego. O que é apego? Um estado emocional de aderência causado pela crença de que sem alguma coisa particular ou alguma pessoa você não consegue ser feliz.

Deve-se usar da liberdade, como do vinho, com moderação e sobriedade.

Ensinam-nos a viver quando a vida já passou.

Viver é o meu trabalho e a minha arte.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

Nas revoluções políticas os povos ordinariamente mudam de senhores sem mudarem de condição.

Os que têm tentado reformar os costumes do mundo, no meu tempo, com opiniões novas, reformam os vícios da aparência; quanto aos da essência, deixam-nos intactos, quando não os aumentam.

O homem mais sensível é necessariamente o menos livre e independente.

Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido.

O mundo não deve ter fronteiras, mas horizontes.

É falso que a igualdade seja uma lei da natureza. A natureza não faz nada igual; a sua lei soberana é a subordinação e a dependência.

A utilidade da virtude é de tal modo evidente que os maus a praticam por interesse.

Se fazes o bem para que te o agradeçam, negociante és, não benfeitor; cobiçoso, não caritativo.

O medo é a arma dos fracos, como a bravura a dos fortes.

Os ignorantes exageram sempre mais que os inteligentes.