Nem tudo e Facil de Cecilia Meireles

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O dinheiro realmente não é tudo mesmo...existem outros valores que só doa quem é bom de verdade e só recebe que é realmente merecedor.

NADA É ETERNO
(Tudo passa)

Ninguém é eternamente jovem que a juventude não acabe;
Ninguém é eternamente velho que a velhice não acabe;
Ninguém é eternamente belo que a beleza não acabe;
Ninguém é eternamente orgulhoso que o orgulho não acabe;
Ninguém é eternamente bom que a bondade não acabe;
Ninguém é eternamente rico que a riqueza não acabe.
Ninguém é a perfeição absoluta que não acabe;
Estrelas mudam de lugar;
Os fundos dos rios e mares se modificam;
E a própria terra gira em torno de si mesma.
Enfim, somos apenas seres, cheios de virtudes e defeitos, com dia e hora marcados, com prazos de validade para acabar.
A única coisa que permanece para sempre e muito além da morte é o amor de Deus!
Portanto, que vivamos, intensamente e com qualidade, porque da vida nada se leva, tudo se acaba. Pense nisso: NADA É ETERNO!

Quando a pessoa não te ama mais.


1- Tudo em vc a irrita
2- Ela te culpa por tudo
3-Evita intimidade com vc
4- Te responde de forma grosseira
5- As conversas são frias
6- Não é mais atenciosa
7- Prefere sair sozinha do que com vc.

"Quando estamos convictos
que sabemos tudo da vida
ela nos ensina que ainda
sabemos muito pouco"

"Rei Midas no auge da ganância pediu a Dionisio que lhe desse o poder de tudo
que tocasse virasse ouro e assim foi
Tudo muito bom ate o dia,que descobriu
que se tocasse sua mulher e seus filhos
eles se transformariam em estatua e que
Nem na propria comida podia tocar....
Ah! Maldita ganancia "

"Amor platônico é a visão do tudo no nada que o outro tem para oferecer."

⁠Pessoas fortes são honestas. Tudo o que você for realizar na vida, faça com honestidade

⁠Você não perde nada por ser um homem humilde, porém pode perder tudo por ser arrogante.

Aquele que bate em mulher pode ser tudo, menos um homem de verdade.

⁠Existem pessoas que fazem de tudo para arrancar um leve sorriso seu quando seu dia vai mal, que te estimulam, te levantam, te acalmam e fazem você se sentir importante. São essas pessoas que devemos levar para vida toda.

Há beleza no ato de observar, e há beleza em tudo aquilo que se oferece ao olhar. Pois compreender que tudo o que existe um dia foi nada — e que inevitavelmente caminha para sua própria anulação — revela a profunda compreensão de que o eterno não passa de uma ilusão do desejo, enquanto a finitude se manifesta como a mais autêntica forma de beleza.


O que nasce carrega em si o destino de cessar, e é justamente nessa transitoriedade que reside sua grandeza. Há beleza em tudo o que se desfaz, porque ao alcançar o fim cumpre plenamente sua essência. Existir, completar-se e extinguir-se: eis o ciclo que confere sentido ao ser.


A plenitude não está na permanência, mas na conclusão. E nisso habita o belo.

Um dos maiores sinais de maturidade é aprender a não reagir a tudo. Algumas situações simplesmente não merecem resposta; reconhecer o que merece nossa atenção é, por si só, uma vitória.

⁠Quem recorre à Mentira para defender o que Acredita, acredita em tudo, menos, na Verdade.

No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.

O mundo e quase tudo que nele existe foi criado pela palavra…
Mas é pela ironia que ele quase sempre subsiste.


Quando a polarização, acompanhando a carruagem, se reinventou, essa corja convenceu parte do povo a se armar a pretexto de segurança para não perceberem que o chicote era a Bíblia mal-intencionada em suas mãos.


Não obstante, essa ironia, demonizaram a mídia só para monopolizar sua atenção.


Hoje elas não têm pauta mais relevante, senão dar palco para o encardido que arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


O diabo é um gênio!⁠

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.


Tenha fé, aquietai o vosso coração!


Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.


A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.


Aquietai o vosso coração!


A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.


Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.


Aquietai o vosso coração!


Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.


E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.


Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.


Assim seja, amém!⁠

⁠Num mundo onde quase tudo se polariza, são os asseclas que têm o líder que merecem, não todo um povo.


Pois, onde quase tudo se polariza, tornou-se muito comum culpar povos inteiros pelos desvarios de alguns.


É um erro bastante confortável, porém recheado de injustiça.


Povos são plurais, contraditórios, cheios de silêncios e consciências que não gritam.


Quem grita costuma ser minoria — mas faz barulho suficiente para parecer maioria.


Os asseclas, esses sim, escolhem.


Escolhem seguir sem questionar, repetir sem compreender, defender sem ponderar.


Não são conduzidos apenas pela falta de opção, mas pela abdicação do senso crítico.


O líder que os representa não surge do nada: ele se molda à conveniência dos que preferem terceirizar o próprio juízo em troca de pertencimento.


Já o povo… o povo trabalha, sofre, discorda em silêncio, resiste como pode.


Nem sempre tem voz, nem sempre tem palco.


Generalizá-lo é repetir a injustiça que a polarização produz: reduzir a complexidade humana a rótulos fáceis.


Por isso, quando um líder se revela pequeno, autoritário ou ruidoso demais, não é todo um povo que ele traduz — são apenas os que o seguem de olhos fechados.


A Responsabilidade não é coletiva por conveniência; é individual por escolha.


E é essa distinção que impede que a crítica vire preconceito, e que a lucidez se perca nos ruídos dos extremos.

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.