Nem sempre
Pedir paz em momentos de paz e pedir em momentos críticos. Pedir paz sempre porque pedir paz nunca é demais. O Brasil precisa de paz.
Quando qualquer coisa começa igual, o final sempre será igual. Nós é quem devemos ser diferentes e eliminar o víciode cultivar problemas.
Mais poesia e menos política.
Novembro de Poesia
Novembro é poesia
e sempre será
para quem tem alegria
de espalhar a paz
por todo o lugar.
Nos teus olhos encontrei
o brilho das estrelas
da terra onde todas serão
sempre mais visíveis,
A poesia da predição
está se escrevendo
desde o primeiro dia
que te vi, me apaixonei
e entreguei o meu coração.
Meu poema absoluto
da América do Sul,
amor profundo,
e tesouro misterioso,
Sempre vou me render
ao seu charme sedoso,
Não haverá regresso
porque para ti irei viver
do amanhecer ao anoitecer.
Com o amor é preciso
ter cuidado entre
passos lentos e moderados,
Para manter a gente
sempre enamorados
no passo da nossa vaneira,
e para nada ser maior
do que a poesia campeira.
O destino nos colocou
em caminhos apaixonantes,
Vivemos com os nossos
olhos sempre brilhantes,
o coração cheio de amor
e os nossos dias são festejantes,
Por isso hoje mais do que
nunca estamos celebrantes.
Sempre que mandam
embora a poesia cresce,
A poesia nasceu com
a sina de ser enxotada
até por veneno de língua
de gente mal parida
que se acha acima
do Bem e do Mal;
Não importa o tipo de morte
morrida ou matada,
A poesia se eterniza
vence e na eternidade fica.
Você fica feliz sempre
quando me vê,
a minha voz te fascina
e a cada dia a minha
poesia te alucina;
Sou eu é que faço
o teu coração por mim
dançar fandango,
Bem de mansinho sei
que você está chegando.
Estarei sempre em tudo
e rumo ao que me pônha
diante da tua presença,
Nos teus olhos o poema
se encontra e no giro
desta Caninha Verde
o amor tomou conta,
E não há mais regresso
porque nós sabemos
o quê e como faremos.
Uma onda quando é
forte ela tende a recuar,
Prefira ser mar calmo
para sempre dominar.
Em mar revolto não
se costuma navegar,
Mar calmo e Sol
convidam a mergulhar.
Na Ilha Maria Francisca
ser tua Lua a beijar-te mar,
e assim nos encontrar.
Enveredar no ponto
exato e as estrelas
contigo não parar de contar.
Sempre que as camélias
florescem em Rodeio,
Nos meus olhos
fazem um jardim,
Quero ser para os teus
olhos como elas
para trazer-te para mim,
cobrir-te de mimos,
e dizer sem dizer nada enfim.
Pelos braços da Baía do Babitonga
sempre me deixo levar,
Até a Ilha das Claras vou navegar
para que sabe te encontrar.
Pelas correntezas deixo
tudo para trás porque
só quero para nós mesmo
o quê realmente importa.
Num tempo onde a diversão
é testar o outro o quê sufoca
busco ser a silenciosa rebelião.
Por saber que o tempo corre
rápido em todas as direções,
preservo as melhores emoções.
Os guarás sempre buscam
o seu lugar por isso vou
navegar até a Ilha Guaraqueçaba
na Baía de Babitonga contemplar.
Não preciso me incompatibilizar
para o quê for preciso falar,
por isso sempre busco melhorar
para lá na frente continuar.
Tolo sempre será aquele que
não busca um jeito de falar
porque o destino é naufragar.
Marujos com experiência não embarcam sem pensar:
esperam a tempestade passar.
O preço da guerra
é o sangue derramado
do povo na Terra,
Você sempre estará
do lado errado
sempre que escolher
torcer por uma guerra,
A palavra mal utilizada
também é quimera,
Prefira a diplomacia
sempre que for falar,
Se por acaso ela faltar,
opte por poesia
para que seja resgatada.
O maniqueísmo que
permitem entrar,
sempre será prelúdio,
para o Deus da Guerra
dançar numa terra
para inteira devastar.
Valorizo religiosamente
a menor trégua que seja
sempre que for preciso,
em nome da necessidade
da sagrada hora de parar.
Em mim e na minha
sacratíssima terra
não desejo e não permito
que o Deus da Guerra
chegue, entre e faça lar,
por isso escolho pacificar.
O Deus da Guerra
sozinho não consegue
nunca parar de dançar;
Por estar ciente disso,
cultivo a sagrada hora de parar.
Voos emprestados
As badaladas da Igreja Matriz
São Francisco de Assis
sempre semeiam o imutável
que reinicia para a vida.
Lidar com a franca neblina
por Rodeio e que habita
no meu peito jamais desafia,
porque cada canto conheço.
O tempo não é o problema
porque passo por ele
e verdadeira é a recíproca,
e vira por método poesia.
Para onde o mundo caminha
a minha consciência acompanha,
e o coração nunca se engana
nem mesmo na rota que traça.
Porque das aves sublimes
do Médio Vale do Itajaí
sobre o Rio Itajaí-Açu na direção
do amoroso Pico do Montanhão,
os pés pediram o voos emprestados.
Não importa o quê vier,
sempre escolho ficar
em nome da floresta nas veias,
do ar que se respira,
das águas que se bebe e banha,
em defesa da vida
com os dois pés na terra
mesmo virados
para trás: sou Curupira
indo adiante e para cima
sempre de quem merece,
desrespeita e desacredita.
Minha ancestralidade
sempre honrada,
Mani renascida,
eterna raiz sagrada.
Jamais esquecida,
louvada e adorada
com sabores e aromas
por mim recordada.
O coração sabe bem
quem é o seu dono,
e o seu espírito tem
o seu suave descanso.
Nunca precisei fazer
o caminho de volta,
aqui é minha terra
bela e sem adorno.
Nenhuma tempestade
estremece o amor
que é chama e refresca,
e não há quem me afaste dela.
