Nem sei quem sou
Quem quiser ter amizades verdadeiras...
Tem que ser amiga de verdade também...
Quanto mais se é amigo cresce o números de amigos também
A beleza da amizade infelizmente nem todos tem.
A vida é um jogo de ganhar e perder. Procure se apaixonar por quem goste de você.
Não brincar o tempo todo.
Quem vive brincando não é visto como um homem de respeito. São igualados aos mentirosos, e nunca lhes dão crédito. De um tememos a trapaça, do outro a zombaria. Nunca se sabe quando os gaiatos estão exercitando o discernimento, o que equivale a não tê-lo.
(A Arte da Prudência)
"Decepção não mata, ensina a viver…" Quem nunca se deparou com essa frase, quem nunca teve uma decepção mínima que seja, às vezes chega a ser até patético, pois passamos pela mesma situação várias vezes e sempre nos surpreendemos quando somos decepcionados, sempre esperamos demais das outras pessoas, no amor, na amizade, na paixão, no envolvimento, até dos familiares, e com certeza nós também já decepcionamos alguém, isso é recíproco. Decepções vão acontecer novamente, e a vida continua e assim segue o ciclo. Se decepcionou? Fale com alguém, desabafe, chore, se descabele, grite, descarregue toda a dor que está dentro de você e então sorria e veja que o mundo não vai acabar por isso, a dor é inevitável, o sofrimento é opcional…
Confiança é algo pessoal. Quem confia ou não é você. E confiança perdida não é algo que se encontra em quem perdeu. O que diz, se fica como está ou não, é subconsciente, independentemente da nossa vontade e das promessas de quem reconhece o erro.
Quem for de verdade vou fortalecer
Quem for de mentira vai se arrepender
Tô cansadão de falsidade, nosso lema é humildade
E disciplina em primeiro lugar
Não me aproximo porque, veja bem, sabe lá quem habita a tua solidão. Hesito. Recuo. Me afasto tristíssima. E te imagino em poses e sorrisos, voz grave e cabelos desgrenhados, preso nas minhas fantasias mais loucas e movimentadas. Numa delas sou um bichinho invisível, com asas, que adentra tua casa e te observa em segredo. Faço o contorno do teu corpo todo com os olhos, parada contra a parede do teu quarto, imóvel, enquanto tu te atiras na cama. Cansado. Tu olhas para o teto imaginando mil coisas, memórias, compromissos, desejos, saudades. Te fito com dor. A luz do abajur faz sombra na tua pilha de livros, que folheei um dia e quis pedir emprestado mesmo sabendo que não havia intimidade para pedidos. Por razões que desconheço, nossas aproximações foram sempre pela metade. Interrompidas. Um passo para a frente e cem para trás. Retrocessos. Descaminhos. Procuro sinais de algum amor teu. Vestígios de noites passadas. Tu não me vês, estou incógnita a te observar. Como sempre estive, olhando pelas janelas, de longe, coração apertado. Nós poderíamos ser amigos e trocar confidências. Assistiríamos a filmes, taça de vinho nas mãos, e tu me detalharias as tuas paixões e desatinos. Nós poderíamos ser amantes que bebem champanhe pela manhã aos beijos num hotel em Paris. Caminharíamos pela beira do Sena, e eu te olharia atenta, numa tentativa indisfarçável de gravar o momento e guardá-lo comigo até o fim dos meus dias. Ou poderíamos ser apenas o que somos, duas pessoas com uma ligação estranha, sutilezas e asperezas subentendidas, possibilidades de surpresas boas. Ou não. Difícil saber. Bato minhas asas em retirada. Tu dormes, e nos teus sonhos mais secretos, não posso entrar. Embora queira. À distância, permaneço te contemplando. E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro. Porque tu és o único que habita a minha solidão.
Quem descobre a verdade sobre si mesmo, liberta-se de todas as inverdades e ilusões. Liberta-se, do egoismo, da ganância, da luxúria, da vontade de explorar, de defraudar os outros. Liberta-se de toda a injustiça, de toda a desonestidade, de todos os ódios e maledicências de todo o mundo caótico do velho ego.
E finalmente a questão, o mistério de quem protagoniza a história:
Quem abre a cortina? Quem escolhe os nossos passos na dança? Quem nos leva a loucura? Quem nos fustiga com o chicote e nos coroa com a vitória quando sobrevivemos ao impossível? Quem faz todas essas coisa? Quem honra aqueles que amam com a vida que leva? Quem manda monstros para nos matar e ao mesmo tempo diz que não vamos morrer? Quem nos ensina a verdade e como rir da mentira? Quem decide porque vivemos e porque morremos para defender? Quem nos acorrenta? E quem guarda a chave que pode nos libertar?
É você!!!
Você tem todas as armas de que precisa. Agora lute!
Quem determina o belo e o feio?
A mais linda, o mais belo?
E em que idade?
A idade do entardecer é tão bela quanto a idade do amanhecer.
Nunca traia, abandone, ou seja ingrato com quem lhe abriu portas. Pois quem tem forças para abri-las, também tem para fechá-las.
Não é a superficialidade nem a casualidade nas relações que incomoda e fere, quem é superficial de alguma forma é sincero na sua ignorância ou no seu limite de entrega.
O que mata é o egoísmo afetivo, a capacidade repetitiva de virar as costas e desprezar qualquer bom sentimento recebido quando não é mais conveniente.
Esses excessos também fazem mal e se classificam como o pior estagio da indiferença, acompanhado do horror que é o egocentrismo nas relações.
- Vilas Boas
Que o seu coração seja um eterno jardim particular, deixando entrar apenas quem realmente se importe com suas flores.
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