Nem sei quem sou
Poema - Meu Vício
Para fazer rimas
Sou mais um viciado
Se isso aqui é uma vacina
Estou 100% vacinado
Agora se for uma droga
Vou ficar drogado
Até pegar overdose
Eis aqui mais um viciado.
Mais um dia
Fazendo poesia
Fico a vontade
Faz parte
De noite para madrugada
As ideias são multiplicadas
Isso faz bem
Inspiração sempre vem.
É um dom divino
Um dos meus talentos
Por isso quando imagino
Já vou escrevendo
Alguns curtem e outros não
Rimo o que sai de dentro
Caneta e papel nas mãos
Isso é entretenimento.
Poema - O Compromisso
Não sou o melhor poeta
Mas essa não é minha meta
Mais do que isso
Tenho compromisso
Com minha gente
Linha de frente
Contra o sistema
Com música ou com poema
Estamos firmes
Não é filme
Não sou ator
Sou autor
Rimo a verdade
Dentro da realidade.
Não quero fama
Quero grana
Com trampo
Não passando pano
Para mentira
Uso a poesia
Como instrumento
Para expressar o pensamento
Rimo o amor
Rimo a dor
Faço homenagem
Mando mensagem
As vezes críticas
Para a política.
Não sou o melhor poeta
Mas essa não é minha meta
Mais do que isso
Tenho compromisso
Com minha gente
Linha de frente
Contra o sistema.
Sou parte de uma geração tão privilegiada que aos meus mais de cinquenta anos, ouço ainda nas rádios músicas que eu amava aos dezesseis anos e até hoje fazem sucesso!
Eu sou uma pessoa calma, o problema é que o estresse de estragar uma flor é o que me deixa estressado. Mas isso logo passa depois que eu acendo um.
Sou um tanto esdrúxulo
Homem que sofre com a tragédia;
Aquela tragédia infinita.
Que martela um grande músculo.
Mas qual é a vítima da vez?
A mente! É sempre ela
Aquela mesma que sente dor;
A dor do destino, da realidade.
Pobre menino! Aquele, que era bom;
Tão bom que era o escolhido.
O menino cresceu, mas tento fugir.
Fugir de sua presença.
Assim como meu amigo Saramago,
Tento não fazer nada na vida
Que possa envergonhá-lo.
Pra quê envergonhar a pobre criança?
Seu legado foi tão doce e agradável.
Até com os anjos ele voou.
A luta é grande, pois é muito difícil
Chegar à altura do bom menino.
Eu? Eu sou vil !
Escassez não é ausência!
Sou feliz, mas não vivo de quimeras.
Não vendo a ilusão de uma utópica esperança.
Sou cego para tua intenção mas enxergo profundamente o que sentes através da sua fala...
Afinal, quem me engana com segunda intenção consegue sentir-se verdadeiramente feliz?... Ou o terror óbvio que habita no coração do mentiroso já aponta o destino que a ele é reservado?
...Será que o mentiroso sabe esse fato engraçado sobre o enganado: _Ele sente piedade em observar-te mentir...
... Se sente aliviado ao te ver ir embora e ter a sensação de se libertar do convívio com um manipulador com preço e sem valor.
... Será que a mente cheia de segunda intenção consegue se livrar do próprio veneno que destila?... Ou apenas colhe o que planta em vida? Será essa conduta inconsciente?
Ter empatia é aprender a respeitar toda forma de existência se colocando na posição do outro,...
Não somos todos iguais.
Minha máscara não sou eu, é apenas um reflexo seu.
Muitos calam para observar e com instinto de sobrevivente novos caminhos silenciosos trilhar.
Sou uma casa sem paredes. Não enxergas nada, mas existo.
Sou uma história em branco. Sem passado, e um presente que versa angústias do futuro que sangro.
Sou o grito mudo, sem eco e sem rumo, da escuridão que me alimento, onde a dor vira cimento.
Carta Aberta aos Filósofos,
Sou um vivente e sobrevivente da filosofia. Ela me escolheu antes mesmo que eu pudesse escolher.
Observo o apelo comercial de muitos que se dizem filósofos, comprometidos com as engrenagens do capitalismo, vendendo o mundo ideal enquanto contribuem para a alienação das pessoas. Isso se parece mais com a dança da fogueira do que com a atitude do filósofo, que deveria ser, por essência, inconformado com a alienação.
A dança da fogueira sempre existiu. Mas ao invés de libertar, muitos preferem entreter os prisioneiros, vendendo sombras como se fossem luz. A inconsciência é individual, mas toda consciência é coletiva. E a exploração, a indiferença e as ilusões fabricadas pelo mercado sempre serão revisitadas, seja pela dor, seja pela história.
Este é um lembrete de que nossa vida é finita e, nesse intervalo, não podemos nos confundir entre o essencial e o perecível. Entre a verdade e a conveniência. Entre justiça e lucro.
Não desejo ferir egos, até porque desconheço o senso de self.
O que importa não é o que nos beneficia, mas o que é justo.
Estou seguro do que sou e to feliz com minha companhia, então qualquer sofrimento vou vivendo sem medo, sei que é passageiro e transbordo tudo dele, literalmente, em poesia.
Eu sou todo poesia. Você meias palavras.
No silencio do olhar estão teus versos, que me inspiro. E dão sentido pra todas as serenatas.
Se a vida é uma aventura sou grato as aventuras que me trouxeram você. Primeira, segunda, quinta dimensão, não ligo, sentir é melhor que teoria, conexão humanizada é melhor que tanto blá, blá, blá. Afinal, se o coração tem velas, e eu nem sabia, teu fogo clareou esse caminho. Não ligo pra ciclos, nunca liguei, e afinal, se o que é essencial é invisível aos olhos, o que te faz sorrir até em dias de sombra está muito distante do que é desse mundo.
Em bilhões de vazios encontrei em ti universos.
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