Nem sei quem sou
Se eu tivesse cem vidas, te amaria em cada uma delas. Mas nessa única que me foi dada, já sou grato por te amar.
Dizem de mim
Que sou a rainha deste castelo
Meio bela, meio velha e tão vaidosa
Dona da magia e dos espelhos
Fria e misteriosa.
Dizem de mim
Persignando-se com medo
Que sou uma bruxa má.
E cochicham de mim em segredo
Mortos de medo.
(Bruxa má, eu? Ha há ha há!)
Que brincadeira boba.
Dizem de mim coisas tolas
Pelas costas, sempre pelas costas
Pois são covardes
E tenho as coisas de que eles gostam.
Falando nisso,
Aceita uma maçã? Não?
Pena, ela é deliciosa
Portadora de sonhos e sossegos
O sono é breve e o despertar insano
Nunca mais na vida
Fazer comida e passar o pano.
Um príncipe, um trono, uma coroa
Rei e rainha vos proclamo!
Não quer mesmo? Tudo bem,
Então a maçã como eu
E agora o príncipe
Também é meu.
Lori Damm, 28/09/2024
Quero sair correndo;
Mas não tenho coragem;
Sou covarde, tenho medos
Da primeira vez que te vi;
Eu não sabia que nos pertencíamos;
Fiquei com medo e com vontade de sair correndo;
Mas sou covarde e tenho meus medos;
Mentiu ontem e mentiu hoje;
Sempre há mentiras para contar;
Mente de corpo e espírito;
Eu quero sair correndo;
Mas não tenho coragem;
Eu quero ficar;
Mentiras profundas, sentimentos e paixões;
Mentiras sinceras;
Mentiras Cantadas;
Estou mergulhada, me afogando
Quero sair correndo;
Sou covarde, tenho meus medos;
Pega na minha mão;
As pessoas acham que nós somos heróis. Eu não sou uma heroína. Eu tenho problemas, eu tenho dificuldades, eu sou como você.
Eu sou preta e vou representar todo mundo. Preto, branco, pardo, todas as cores, verde, azul e amarelo. No esporte não tem que ter isso, você tem que representar todo mundo. As pessoas se espelham em você, querem ser parecidas com você.
Eu sou feliz em cima do skate. Nunca me sinto mal. Nunca, nunca, nunca. E se a gente for ver é um sentimento simples, né? Não precisa de maiores explicações.
Diz que não consegue dormir, meu bem, é porque eu sou como café expresso.
Besouro Negro
Sou um gafanhoto verde, várias pernas.
Devoro plantações inocentes e indefesas.
O Besouro Negro me ajuda, na lerdeza.
Se revira, ali fica em tua agonia eterna.
Mas existem as danadas das rapinas
Que num sopapo arrancam-me as ancas.
As formigas cinzudas respeitam a rotina,
Não tardam a derrear minha matança.
Se não bastasse, ali vem as baratas:
Asquerosas e incompetentes companheiras.
Só trazem o nojo de sua forma e cor asca.
Nem são azuis, nem verdes, nem vermelhas.
São marrons... Cor inferior e sem graça.
Se fossem brancas, talvez tivessem alguma beleza.
(Besouro Revirado)
Sou muito calmo! todavia, às vezes ajo como se outra pessoa estivesse habitada em mim, o que é normal. Haja visto que, turbilhões de emoções, turbilhões de sentimentos trilham os nossos corpos todos os dias, e muitas das vezes não somos capazes de nos controlar.
Eu não sou um fantoche sob controle
Eu cortei as cordas há muito tempo (...)
E agora estou aqui comandando
Eu só tenho rancor de mim mesmo, e sinto a solidão, não sou santo, mais também não sou demônio, apenas sou eu, e mesmo assim não agrado a todos, e eu tento ao máximo fazer isso, eu tento me agradar e não me agrado, o sorriso das pessoas agora são falsos e impuros, que saudade do tempo que vivia feliz sem me preocupar com a vida, sem a tristeza e solidão em meu coração, que saudade do tempo que não volta mais, de brincar até tarde e chegar sujo em casa, de dormir com o pé preto kk, e sentir o abraço da minha vó mais uma vez, sinto saudade de tudo. De todos os momentos de felicidade, e agora não acredito mais nessa palavra, pois são momentos passageiros, tudo na vida é passageiro, e agora eu só penso em não acordar mais, e ver que todos só iriam se importar comigo se eu estivesse morto. Eu mesmo já não me sinto capaz de confiar em ninguém, nem em mim mesmo, só em Deus, porque a mesma mão que você aperta hoje amanhã te apunhala pelas costas, assim foi como Jesus confiou em judas, acreditou tanto que no fim foi traído. O mundo que vivemos não devemos confiar nem na nossa própria sombra!
Mocinho, Mocinho;
Rústico;
Barba;
Cabelos escuros e compridos;
Você toca e canta;
E eu sou toda ouvidos;
Mocinho lindo;
Olhos verdes, castanhos, escuros e viril;
Uma explosão de cores e de desejos;
Quero seus beijos;
Sempre;
Mocinho lindo;
Das mãos suaves e pesadas;
Dos olhos famintos;
Me pega pela cintura;
E me leva as alturas;
Mocinho, mocinho!
Eu sou inteira para o que eu posso ser. Eu mereço toda a felicidade que a vida me trouxer e que eu construir. E eu estou no meu caminho para tudo isso.
BEM-ESTAR
Ó, bem-estar, escuta, estou aqui
A minha felicidade bem conhece
Sou agrado que no prazer cresce
E que na satisfação suspira por ti
Riso, sou mais paz, nunca perdi
Teu versar quer tal a uma prece
Um renovo que na rima aparece
Dando o testemunho do que vivi
Ó, alegria és tu em mim, virtude
Um sentir à frente, sempre pude
Querer-te boas sensações trazes
Então, com tua ventura vou além
É emoção sentimento e também
Fé. Pois, eleva o bem que tu fazes.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
05/2024/16’21” – Araguari, MG
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