Nem sei quem sou

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Reconheço cada erro, mas exibo com orgulho o meu acerto: hoje não sou mais escravo do que me matava por dentro. Graças a Deus fui forte para vencer o vício sozinho, longe de quem prega santidade mas vive na falsidade. Sou um homem que se levantou pelo próprio caráter.

Velho é o preconceito. Eu sou Vintage. E, como todo bom clássico, meu valor só aumenta enquanto o resto vira ruído.

Sou meu próprio lar, e aqui a solidão não cria raízes.

Eu não sou perfeito, mas o amor que sinto por você é a coisa mais real que já vivi. Me deixa provar que posso ser melhor e que o nosso 'nós' é muito maior do que qualquer desentendimento. Volta para o meu abraço?

Minha vida perdeu o norte sem você. Eu entregaria tudo o que sou e o que ainda pretendo ser apenas para te ver cruzar aquela porta novamente.

⁠Eu me adapto em qualquer lugar, com qualquer pessoa e em qualquer momento. Sou adaptável como a água. Escorro, contorno, infiltro, desliso, tropeço e acabo sempre me encontrando com o meu destino.

Sou como a água, adaptável.

Sou feita de carne e osso, mas minha alma é de luz e intensidade

Indescritível

Sou interior da lasca
A água límpida
Caos
O mistério em vida
A floresta viva
Que em ti habita
A história incrédula
Sem início e fim
Indescritível presença
O olho do furacão
No centro do vendaval
Que acampa nas
Areias desertas do
Manto acolhedor.

Já fui e já não sou mais.
Bendito és YAHUAH,
que mostrou-me demais.
A ELE sou grato, pois os
fantasmas de outrora,
já não existem mais.

Sou apaixonada pelos escritos de Simón Bolívar e do General San Martín, mas temos também os nossos próprios heróis profundamente anti-imperialistas que merecem ser lembrados pelas contribuições literárias e pelas lutas: o Padre Roma e seu filho, José Inácio de Abreu e Lima, o "General das Massas". Eles fundaram o pan-americanismo como uma doutrina que dialoga diretamente com o Bolivarianismo.


O General Abreu e Lima, inclusive, juntou-se a Bolívar para lutar na Batalha de Carabobo, na Venezuela.


As bolhas políticas atuais não vão contar, mas não havia "esquerda" ou "direita" na época deles— o que existia era o anseio absoluto de se livrar do Colonialismo.


Os escritos desses homens são maravilhosos e dignos de releituras atuais. São fundamentais para a necessidade fortalecimento da nossa identidade nacional, sem permitir que percamos a nossa identidade maior que está ancorada neste continente, o mais bonito e rico do mundo, que por séculos tem carregado várias nações nas costas.

Se o teu coração há tempos
entrou no modo concreto,
sou como Pau ferro - não temo,
Na muralha escrevo poesia,
e por nenhum segundo tremo.


Sei o que o meu amor é capaz
de fazer inteiro por dentro,
no momento que beijo os olhos,
E ensino a olhar para o céu
neste tempo que furta sonhos.


Se não está preparado para ouvir,
e tampouco para sentir - irei seduzir,
e colocarei no ponto para sentir,
onde os meridianos estão a nos unir.


Ainda que você esteja desatento,
estarei entrando nos teus poros
com o meu manso e ribeiro cortejo,
e se renderá com fina gala e festejo.

Quando todos se forem
sou a flor que rompe
a dureza asfáltica,
A minha guerra sempre
será contra a guerra,
sou enraizada na terra.


Não importa quanto
tempo venha durar,
Com fogo cruzado
nasci com intimidade
silenciar não faz parte;
Está para nascer quem
haverá de me deter.


Como sopro de liberdade
feito para enlouquecer
os senhores da guerra,
Carrego sem ceder,
e sem os esquecer...;
Com pequenas coisas
não tenho tempo a perder.


Por ser semente além
do tempo invernal,
estarei sendo plantada
para vencer o grande Mal.

Ações coloniais
matam com fuzis,
Eu sou a arte que mata
com todas as cores,
Posso me vestir com
todos os tipos de mortes,
Porque sou a poesia
que mata com palavras.

Existir é a capacidade de ser, Ser é a capacidade de evoluir, Evoluir é a prova que sou capaz de alterar o sentido da Vida.

“Não sou livre para fazer o que quero, somente o que posso”.

"Sou dono dos meus danos".

“Não sou uma bomba, e nem tenho pavio curto, mas às vezes tenho vontade de explodir”.

“Sou autor do meu futuro e o personagem do meu passado.”

"Não sou mais burro porque sou só um."