Nem sei quem sou
Já não sei mais quem é você, do que realmente você gosta, quem realmente você anda e nem quem realmente você é, não sei nem se quer o seu nome mas o seu sobrenome eu nunca irei esquecer. Decepção.
Nada me completa e me faz feliz
Então me diz
O que tem de errado
Porque não sei em quem acreditar
Vou ao meu intímo para tentar não ver o que está claro
será que você sempre foi assim ou eu entendi errado?
Vende-se paz
A quem possa interessar, sei bem onde encontrar,
Essa tão sonhada paz.
Temos várias unidades, mas só há uma verdade,
Muitos querem enganar.
Como podes lá chegar? É fácil de achar.
Atenção, vou te mostrar!
O caminho, com cautela, tu terás que procurar,
Pois terão muitas mazelas até que possas encontrar.
Não tem forma, não tem cor,
Não tem cheiro e nem sabor,
Sem medidas e sem peso.
Calma! Não tenha medo!
Muito em breve e sem segredos,
Tu, enfim, a terá.
Muitos dizem encontrar, mas pergunto: será?
Que nome podes dar?
Uns a chamam de riqueza, mas te digo com certeza:
Traz consigo uma tristeza que nem posso calcular.
Outros chamam de beleza, que também é passageira,
E tão logo te deixará;
Seu preço? Incalculável.
Seu valor, imensurável.
Muda toda sua vida, sarando suas feridas.
Tudo novo se fará!
Como podes tu comprar?
Não precisa se assustar,
É gratuito, pode contar,
Pois o preço já foi pago, muito sangue derramado,
Bem ali naquela cruz;
Essa paz que me refiro, é chamada de Deus vivo,
Eu conheço e é JESUS!
Meus amigos eu já nem sei quem são, você eu já não vejo a um tempão
De verso em verso, de refrão em refrão, de minuto em minuto eu fiz essa canção.
Momento lindo que ficou na memória, você pra mim entrou na história, momentos marcantes, formas excitantes, Penso em você a todo dia a todo instante.
Um cara imperfeito que você visualizou um homem perfeito que você sempre sonhou, um cara imperfeito que você
Nunca odiou, um homem perfeito que você sempre amou, menina linda com cabelos ao vento, minha vida e você, lutei
Contra o tempo, lutei com amor, lutei sem noção, e por isso que pra ti dedico essa canção.
Eu abraço sempre as pessoas de quem tenho apreço. Não sei se isso significa algo para elas, mas para mim faz uma grande diferença. Mostro que não sou inimigo nem alguém sinistro, mas deixo claro que isso não é sinal de fraqueza. Pelo contrário: é minha maior demonstração de força.
O gesto de abraçar carrega um poder silencioso. Ele comunica vulnerabilidade, mas ao mesmo tempo confiança e autenticidade. Abraçar não é submissão; é a expressão de alguém seguro o suficiente para mostrar humanidade e proximidade. A verdadeira força muitas vezes se revela na capacidade de se conectar sem medo, de humanizar relacionamentos e de transmitir segurança sem recorrer à intimidação. Nesse sentido, o abraço é um ato de coragem e autoridade emocional.
SONETO AO SERVIDOR PÚBLICO
Sei que não trago o verso ainda perfeito
A quem faz da rotina diferente
Mas quero agradecer sim do meu jeito
Quem com dedicação atende a gente
Ser que merece muito mais respeito
Pois o servidor é sim quem mais sente
Por não fazer além do que tem feito
Posto entraves que surgem de repente
E tantas vezes é mal rotulado
Por situações que lhe afetam também
É guerreiro passando maus bocados
O servidor que busca ser só alguém
A caminhar conosco lado a lado
Imbuído na missão de servir bem
Quem disse que eu não sei jogar o jogo da vida. Basta ser verdadeiro a todo momento, isso vai fazer sempre a diferença.
Lancei ao solo sementes de gratidão, sei que Deus irá florescer novas bênçãos, pois quem confia, espera e crê ,nunca planta em vão.
Aquele que está quieto não está triste,
quem permanece parado não está doente.
Não sei se é ignorância ou mal-caratismo
julgar alguém por não ser igual a você.
As aparências enganam,
sobretudo quem vive apenas delas.
Vivo a minha vida
com fé, porque sei
que Deus
é meu chão,
é quem guia
a minha direção.
É o meu caminho,
a minha força,
a minha proteção.
mas eu sei que eu gosto de quem não gosta de mim. e eu não insisto, mas não por medo de um fim. afinal, não se termina o que nunca começou. e “eu e você, nunca pensou?”. “não.”
Sei que as vezes não existo
Na cabeça de quem eu quero
De súbito, me desespero
Procurando onde existir
Mas torcendo que seja ali
Só pra você me notar
Eu engoli as palavras
Na minha barriga fez um nó
Se eu não nasci para isso, não sei quem foi
Olha, eu vejo bem esses olhos
Sei que estão chegando ao fim
Olha eu não sou daqui, também não sei de onde vim
Consegui uma casa, um trabalho, um amor
E posso me orgulhar
Mas minha alma, mesmo grata, as noites quer voar
Eu amo você, não teria para onde de ir
Além de onde a mente pode me levar
E a loucura que é viver a vida
Como um do sonho
Por um sonho
Eu vi em cada poro a gota de suor
Eu senti nas curvas do seu rosto cada milagre
Mas não há nada que se possa provar
Como eu não vou enlouquecer?
Como eu não vou enlouquecer?
Me dê forças ao menos para parecer normal
Pois já demoli os muros do que pode ser real
Não tenho mais nada que se possa provar
Eu não sou nada que se possa provar
Nem mesmo minha fé, nem mesmo eu
Eu nem sei o que sou
Ou se existo
Nem sei o gosto do meu lábio
Eu só sei que vou seguir em frente
Custe o que custar
E camuflar minha loucura
Que me consome
Que me mata e me dá vida
Enquanto eu respirar.
A Carta
É hora de relatar a minha verdade, tudo junto e embolado.
Sei lá a quem possa interessar, mas é assim, a minha verdade é sempre uma mentira para mim.
Sempre digo o que sinto verdadeiramente para os outros, mas para mim mesma, sempre minto.
Escondo de mim as coisas boas da vida, tudo o que possa me levar ao êxtase.
Tenho medo da verdade, ainda que pareço uma pessoa forte, sou mais fraca do que alguém possa imaginar.
São tantos os meus medos que não tenho como expor.
Não faço o mal, não desejo o mal. Se não posso ter uma opinião para o bem, me calo.
Entrego-me as causas de pacificação, mas minto para mim.
Minto para mim mesma sem misericórdia, sem paz interior.
Tudo que é mais para fora é menos para dentro.
Eu fujo de mim e doo tudo de melhor que na presença de mim mesma não consigo me dar.
Não aprendi a conviver comigo, não sei quem sou, não me conheço.
Meu cérebro é tão confuso que borbulha.
Sou um espectro de mim mesma.
“A uma força que sobrepõe ao rio;
Eu não sei a quem a correnteza obedece.
Eu só sei que ela é obediente. ”
Bem sei que não terei tudo o que desejo,mas só em poder fazer o bem a quem quer que seja,e que esteja ao meu alcance já cobre cada espaço vazio que ficou pelo caminho.
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