Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
“Eu sigo além
A cada vitória eu digo:
- Amém!
Não importa o que quero,
Conquisto começando do zero.”
“Sou um espírito fortalecido
Porque o melhor eu tenho sido
Converto mal em bem
As bênçãos multiplico por cem.”
“Vivia como se o tempo parasse
Sem querer adormeci
Não havia quem eu não amasse
Acordei e vi que cresci.”
“Se o ponteiro não girasse...
Se eu pudesse ser bebê
Se a Terra parasse...
Teria alguém para me proteger.”
“Qual o sentido do viver?
Eu não podia enxergar
Qual o motivo de nascer?
É um presente que Deus dá!”
“Um amor separado
Pelo infinito oceano.
Eu não entendo sua Língua
Apenas a que fala o seu coração.”
“Tu já tens uma aliança no dedo
E um Palácio com requintes
De ouro como lar
Eu não tenho nada,
Nada para poder lhe dar.”
“Dizem que só se ama uma vez
E uma vez eu amei
Mas tanto esse homem amei,
Que a mim mesma deixei de amar.”
“Eu era apenas uma criança carente
Sem esperança à minha frente
Eu queria amar e ser amada
Uma paixão por Deus amaldiçoada.”
Aos poucos, como bruma ao sol da manhã,
Foste partindo, tua ausência calada,
E eu, sombra que vagueia na solidão vã,
Senti a alma despida, a vida desnudada.
Gradualmente, o vazio tornou-se real,
Eco de um amor que se foi, ausente e cruel,
Resta-me a dor, companheira leal,
Num mundo sem cor, perdido em seu fel.
Da cor do céu ao gosto do inferno
eu ja estive no céu
incontáveis vezes
e ele não era azul
era da cor de
seus olhos
e estive uma vez
no inferno
e isto me assombra
todos os dias
você me dizendo adeus..
Eu escrevo isto como um desabafo sobre eu estar perdido.
Perdido num lugar aonde ninguém consegue me encontrar,
Perdido numa escuridão que nem mesmo consigo me achar,
Mais mesmo perdido eu continuo a sobreviver enquanto não consigo viver e nunca irei ceder a essa vontade de morrer.
Por enquanto irei sobreviver para um dia conseguir viver.
Eu não queria que houvessem construções...
Casas ou ruas pavimentadas
eu não queria!
Eu queria que fosse tudo árvore
E que morássemos na árvore...
Queria que o mundo fosse mato!
Que só ficassem de pé
os museus
os teatros
as bibliotecas públicas
os templos religiosos que pregassem o amor e a caridade...
E as casas de chocolate!
De longe eu já a via
Descendo do trem bondinho
E trazendo com euforia
Aquele doce carinho
Sentamos num botiquím
De fundo talvez Anka ou Sinatra
Infelizmente noite que teve um fim
Mas antes do amor ir,ainda fomos a uma balada
Na tarde seguinte já era Fevereiro
Todos já excitados com o carnaval
Joguei fora meus últimos cigarro e isqueiro
Pois me lembravam da tua partida
E que a mim criou um mal
Desde então passo longe daquele bonde
Pois ele me me traz melancolia
O amor fugiu e não sei para aonde
Saudades das tuas ruins piadas
Que só contigo eu ria
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