Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Somos metade um do outro
Não vivemos um sem o outro...
Tu sabes tudo da minha vida, da minha alma
Da minha solidão, sou transparente.
Não consigo esconder nada de ti
Tu vês a minha aura quando estou no escuro.
Na minha própria escuridão
Fechada nos meus pensamentos
No meu mundo.
Tu vives no meu pensamento constantemente...
E nas mais variadas formas.
Quando me fecho na minha solidão
Eu falo contigo, são é palavras silenciosas.
Que me fazem bem falar no silencio em alguns....
Momentos e circunstanciadas
A tua presença enche o meu vazio e eu encontro-te sempre...
Sempre no eco dos meus passos.
Sigo os trilhos que um dia gravaste....
O teu nome na minha alma
No meu corpo.
Procuro-te nos versos que escrevo, nos poemas
Na saudade, no amor.
O que sentimos um pelo outro, é uma ligação muito forte
Difícil de romper.
Neles encontro-te na doçura do perfume das rosas
Nas horas incertas.
Incertas em que perco-me de mim e perdendo-me,
Encontras-me e eu encontro-te.
Estás comigo no por do sol, da manhã que nasce
Na noite que adormece.
Na primavera, no verão, no inverno, no outono
Na chuva, no frio, no calor.
Na tempestade do mar onde lutamos....
gritamos na areia com as ondas da saudade.
Sentimos a revolta dos sentidos furiosos de uma paixão
A nossa, a nossa meu amor!!!
TEMPO III
Sabes tempo:
Me destes jovialidade,
leveza e encantamento.
Passaste voando
pela juventude, mocidade.
E agora, tempo,
me vens roubar a idade,
como carrasco, cobrando
meus momentos de felicidade.
Senhor..
Tu sabes que não valho nada
não sou digna do teu amor
Que sou lama, de onde todos fogem
ou têm medo de sujarem-se.
Só Tu sabes as minhas misérias
as minhas faltas, as minhas dores
Aumenta a minha fé, nos dias de chuva
a esperança nos dias de sol.."obrigado "!
O resgate da existência
Procura-se a existência...
Sabes onde posso encontrar?
Aquela existência que o homem deixou escapar,
a existência que surgiu na essência da celebração
do nascimento ou perecimento dos entes.
Busca-se uma existência, do corpo,
o mais puro, singelo e tocante.
Aquela que surge no plano coletivo,
que se entrelaçam num suspiro, no último suspiro ofegante
e desesperado pelo uno entre os seres humanos.
A existência da serenidade, a mesma deixada no devaneio capitalista,a existência que se vislumbra ao longe
com o fracasso ou sucesso do corpo/mente.
Da eterna ou efêmera tal existência.
Procura-se a existência que causa “satisfação”
ou te empurra para a mais dura e cruel realidade padronizada.
E alguém o interpelou o que queres,
A vida ou a alma perdida nos caminhos do leva e traz?
O véu estético que cobre o rosto teu ou o susto
que abalou os olhos meu ao ver-te,
moldado/monopolizado por aquilo que o dividiu?
O que procuras resgatar?
A existência do corpo desregrado pelo vício,
do furor da violência, da profissão perplexa
ou simplesmente da grave alienação social que insiste permanecer?
Não precisava me deletar desse jeito
afinal o nosso amor jamais poderia ser real
pois não sabes o valor desse sentimento
acredito que nunca tenha amado alguém
só quem já amou é que sabe valorizar o próximo
Palavras Mudas!
"Se com palavras não sabes te expressar e tocar o outro suavemente,Cala-te,pois o silêncio é a expressão mais adequada no momento exato em que palavras malditas e mal direcionada podem machucar."
___Eliani Borges.
Sabes meu amor....
Queria beijar-te.......
Mas talvez tu não consentirias......
Sabes se nos tivéssemos beijado.....
Talvez não..... nos tínhamos juntado....
Vivemos num só corpo.....
Embriagados...nessa montanha mágica...
Porque os beijos fazem os sentimentos.....
Quando consentidos......ficamos com ....
Desejos.....amor .....e paixão......
Sinto o teu perfume.....
Em cada passo que damos...beijamo-nos...
Vivemos num só corpo embriagados...
Onde tu percorres o meu corpo.....
Como percorro os mapas.....com os dedos....
Para o jardim da nossa vida.....
Planeamos um amor bem regado....
Carregado de desejo e muitos beijos......
Beijos ....onde murmuro teu nome no escuro......
E as noites são de ouro...
Guardadas com o sabor do teu corpo ....meu amor......!!!
Tu.........sim tu porque plagias as minhas dores...
As minhas mágoas e sofrimentos.
Tu sabes que o meu sofrimento não é igual ao teu
Porque eu não sou tu.
Tu.......sim tu porque plagias o meu amor.
Ele é só meu......e não é igual ao teu.
Tu.......sim tu porque plagias a dor da minha alma.
Se a tua não é igual à minha, cada alma é única.
Tu.......sim tu porque plagias as minhas palavras escritas.
Em poemas, versos ou desabafos.
Se tu não sentes da mesma maneira que eu sinto.
Quando escrevo os meus sentimentos.
Tu......sim tu, porque plagias a minha vida...
Os meus pensamentos, as minhas dúvidas.
As minhas noites mal dormidas....
De solidão de tudo que escrevo.
Tu.......sim tu porque plagias tudo o sinto.....!
Quando tu és diferente de mim!
Partilha os meus poemas, versos ou pensamentos.
Respeita o nome de qualquer poeta e de quem escreve.!
Eles merecem todo o nosso respeito e carinho.
Afinal não há duas pessoas iguais....
Somos todos diferentes, com sentimentos diferentes.!
Fiz a minha casa aqui,
tu sabes porquê...
Escolhi construí-la sobre um rochedo,
não para que perdure,
mas para que não desabe quando o vento soprar
e por aqui o vento sopra sempre...
Sabes que não te evito
trago os bolsos cheios dos teus poemas
quando era pequeno trazia nos bolsos
pedras que apanhava no caminho
os poemas são cheios de palavras por dentro
e as palavras que há nas pedras perduram ao vigor dos cinzéis
são como casas construídas sobre rochedos
falam de nós se na infância as levámos nos bolsos
falam de nós como se fossem poemas
e nós escutamos a sua voz
porque expomos as nossas mãos ao silêncio
as pedras estão cheias de silêncio por dentro
como se fossem poemas
as palavras habitam o coração do silêncio
e se eu não sei contar as palavras que há dentro dos teus poemas
como posso saber quantas habitam o coração do teu silêncio...
Meu amor....
Tu sabes e adivinhas, os meus pensamentos.
Tu escutas e silencias, a minha dor.
Por isso o nosso toque, não é breve.
E muito menos, sem gosto.!
Poupe argumentos...
Se tu não sabes pedir perdão,
economize as tuas palavras,
pois, também não sei perdoar.
Sabes por que a inveja é um mau tão destruidor?
Por que Deus sabe o que acontece no inferno e o satanás não sabe o que acontece no céu.
Então satanas usa isso como vingança.
Tu dizes que não o amo,
E que não tenho sentimentos,
No entanto o que não sabes,
É que nunca saístes dos meus pensamentos...
ouça o que diz meus pensamentos.. não queira nem pensar
se sabes que te amo ... e digo que te odeio
se sabes q te quero.... e digo q te esqueci
se sabes que sofro de saudades ... e digo que nem me fazes falta
cuide dos meus encantos ;pois um dia o desencanto me fazes te esquecer
e ai não mais te amarei .. não mais vou te querer ...não mais vou ter saudades
e o pensamento vai se apagar ....
Medo!? diz que não tens, mas tens sim...
Sabes que não podes evitar o intruso sentimento contido dentro de ti!
Medo de não conseguires o caminho de volta!
Se ficar em mim não mais sairás!
Sei que sou teus pensamentos!
Entro sem pedir licença sim..., isso me dá certeza por causa de tua atitude!
Vivia bem antes, agora vivo melhor ainda, por saber que te provoco!
Tu vais deitar e eu não estarei lá, vais me chamar como sempre!
Ficarás contido no teu sentimento até quando????
O dia em que o concreto do arquiteto desabou
O que sabes de mim
Se tens meus versos
Mas se a mim, de fato
Nunca tivestes?
O papel, mentiroso de berço
É um inteiro de um amor um terço
Em um terço de hora.
Agora,
O que tenho
Arquiteto?
Apenas um desenho
De resto?
Desenho...
Ou rabisco?
Nos olhos, um cisco
É o que tens,
Arquiteto,
Pois não enxergas além da tua planta
O deserto.
De certo
Do chão estás perto,
Arquiteto,
E minha cabeça no teto,
aqui,
perto.
Enquanto és arquiteto,
Sou “aquiperto”... e tão longe.
Podes construir o que quiseres de frio concreto,
Ergas os prédios com os quais sempre flerta,
Pois enfim, caro Arquiteto,
Terás poema sangrando aberto,
Mas jamais o amor concreto de uma poeta.
Visão nocturna
Menino frágil, grande, forte
Olhar oculto penetrante
Tu sabes, viste, a morte
Ela pareceu te distante?
Viste o paraíso, o inferno?
Conheces esse mundo?
Onde há um estar eterno,
Desconhecido, profundo?
Diz me o que viste,
Com quem falaste?
E o que sentiste?
Achas que mudaste?
As perguntas retóricas
São mesmo assim
Ficam sem respostas
São infinito: sem fim
Lagrimas de um revolucionário
Sabes qual foi o meu maior erro?
Foi ter sido sensível a vida.
Foi ter amado o próximo.
Foi por ter rejeitado as ideologias dos humens, e ter seguido o meu coração.
Foi por ter me importado pela humanidade.
E hoje vocês me negaram a mão.
Me negaram o vosso amor.
Me despresaram.
Não me levaram em consideração...
De que me valeu ter renunciado a vida por vocês, se nem o vosso obrigado me deram?
Alma na encruzilhada
Troca a alma, pelo conforto
Nem sabes, breve estarás morto
Que vale, toda riqueza do mundo?
Se trazes vazio profundo
Pra anel, sem dedos
Sobram, segredos
Vendendo a essência
Futuro de consequência
Ao findar sua riqueza, nem alma, você terá
Tristeza, solidão, tortura, de quem te cobrara
Maldita hora, em que caiu, naquela cilada
sentiras falta da alma, que trocou, na encruzilhada
Espelho, espelho meu
tu só sabes refletir a minha solidão...
estampas o meu sorriso sem saber
a minha história
e omites a dor que habita o meu coração!
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