Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Ouça os cães uivando fora do tom
Para um hino chamado "fé e miséria"
E sangrando, a companhia perdeu a guerra hoje.
Zieg Hail para o Presidente Gasman
Atirar bombas é a sua punição
Pulverize as Torres Eiffel
Que criticam o seu governo
Bang, bang, e o vidro se quebra
Mate todas as bichas que não concordam
Julgado pelo fogo, ateando fogo
Não era isso que eu queria pra mim
Porque... Só porque nós somos foras-da-lei
"Aprendi, depois de muito tempo,
e da pior maneira possível, que,
Os amigos Verdadeiros, devemos tratá-los e conservá-los
como se fossem únicos, porque na realidade estes o são,
pois se perdemos essa amizade,
podemos encontrar amizades piores, ou, até mesmo melhores, mas jamais encontraremos uma igual..."
Vivendo
Somos
Amados,
Amando
Nutrimos,
Respiramos
Este
Amor...
Sentimento
Incomparável,
Sentimento
Verdadeiro,
Amável...
Amor...
VIVENDO
Vivendo... e querendo vou.
Em busca do querer mais.
Em se tratando de amor
O querer...nunca é demais!
*soninha*
Sem palavras.....
Apenas um momento
Hoje vivo no silêncio das fragas.....
Uma melodia de amor....
Desgastada pelas lágrimas de dor...
Um olhar apaixonado....
Invadida pelo musgo da serra..
Uma lágrima no silêncio.....
Em lembranças que insistem voltar....
Um nascer de um amor....
E no qual o poeta perdido nos versos...
poemas de amor,de fadas, de solidão....
que é muitas vezes vencidas em tentativas...
frustrantes avassaladoras.!!
Faces
Inicio do tempo
tento, tanto, tempo
o tempo atento
tanto, vento, tento
tempo muito tempo
lento, tento, lento
vida vira vento.
Usurpador
Alma ferida
Pelo ódio
estendido em farpas
Coração
machucado, magoado
Por pungas
de falsas verdades efêmeras
Sustentadas por mentiras
Cravadas nas paisagens
De quem as criaram...
Adaga afiada
Abespinhada
em sangue inocente
Será que Judas regressou
Com ágio armazenado
Que ao compasso matracado
Em juras
que um dia jurou...
Em ideia
nefária cruel
embarcou
Em batel
ao pico mastro
Ao mundo afirmou...
A verdade
que jamais declarou...
Dependuro aqui
está grafia
Enquanto não souber
O nome
do infeliz maquiavélico
Usurpador...
Jmal
2013-09-22
Meus olhos olham os teus olhos
Não vejo boca, nem resto
Vejo o profundo de uma pupila acastanhada
Vejo medos e delicadeza em sofreguidão fulminante
Vejo amor.
E depois dessa visão infinita
Me perco vendo-me dentro de ti
Agora não sou eu nem tu
Somos nós que misturados refletimos a imensidão minúscula de um silencio observado.
Sem título, sem (re)make
vá.idade
não importa o que faça
teu batom resseca logo
teus lábios de fo.foca
ursos polares te engolem
e cospem pandas
mesmo que te adorem
por estas bandas vieste
e te mandei pra lá
a máscara é teu lugar
de(s) verdade
Ebulição
Se a coisa sobe e desce
Ferve (ou não) e some
mas nunca desaparece
(esquenta mais)
ssss... esquece
Ressurreição das luzes
Que o harmônico preto-branco
destroce as luzes malditas
(as que fingem que iluminam)
apagadas falsas luzes
não merecem praça ou banco
(nem recebem belo nome)
Esfolem com novos sons
a cinza do corpo cinza
da cinza ex-luz-futura-
(metamorfe até luz fina)
luz branca-
luz negra-
luz
(me fascina)
Jardim Secreto ...Sem Flor !
Um grande amor
A véspera da maturidade
Recebido em fruta verde
Não colhida
Assim tão presente
Em fantasia resplandecente
Do que seria...
Chacoteava
O menino o mundo
Julgando ser senhor
Em múltiplos erros
A vida o servia...
Do alvorecer / Vem o dia
Das antigas manhãs
Jamais amanhecidas
Não vividas
Caladas não exprimidas...
Talvez tenha se escondido
Por detrás do sol
Entre nuvens escuras
Sem direção
Em dores de expiação...
Indagada a alma
Atrás das nuvens
Porque tal castigo
Se a baga era verde
A boca não podia...
Por que agora
Espremer a uva
Já sem seiva / Sem semente
Sem sabor...
Carregado segue o tempo
Que a carregou
Esconda teu
Grito
Neste jardim secreto
...Sem flor !
Jmal
2013-01-23
Lembranças
...centro das recordações
dos céus vividos
de um olhar de almas
dos sonhos refletidos...
navegante das noites escuras
companheira
dos pensamentos incertos
desta vida peregrina...
Encarcerado
...em aparência de terra lavrada
em clausura
sofre o espírito - exilado
duas almas confessadas
sem a presença, sem os sonhos,
jazem - em memória
vividas e esquecidas
da lucidez dos corações...
caminhando
...confessa a esperança
suas província de suas lamentações
assim chorando - o pobre
por um bocado de amor
nesta escassez
que assola o coração
já alheio à vida
sem redenção - sua alma
Já morta na solidão
mesmo assim - busca o amor
em exílio vivendo
em distância - sem fim
...só as lembranças !
Jmal
março - 2012
Um tanto quanto dúbio...
Tenho todo o tempo do mundo,
e, ao mesmo tempo, percebo
que não tenho tempo algum.
Que de tempo,
só tenho esse tempo
que me conduz
na velocidade da luz.
Esse tempo que se arrasta
e que me arrasta,
que se afasta
e que me afasta.
Esse tempo bobo
e brincalhão,
esse tempo sério
e canastrão.
Esse tempo incerto
e certo,
que não me poupa.
Que me tira desse mundo
e que me atira a realidade
por vezes a queima roupa.
Esse tempo que me dá vida.
Esse tempo que me deu um cavaquinho,
um cavaquinho que não sei tocar,
uma vida que não sei viver.
As pessoas deveriam vir como as mercadorias, rotuladas, só assim conseguiríamos distinguir as que nos iriam causar males das que só fariam o bem na nossa vida.
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Devaneios De Um Jovem Ébrio
Salve Napoleão das letras
Que nas suas noites de loucura
Entre leitos de amor e tavernas
Por vezes sonhou com a sepultura.
Da tua mão macilenta
Nasceram os mais belos versos
É a tua benção me Lord
É só isso que te peço.
Não me esqueça quando
Em toda a sua glória e esplendor
Nos braços da eternidade for sonhar
Lembre-se deste poeta que por ti só tem amor.
Bardo inglês de luz e treva
Ajuda-me a libertar
Dessa simbólica estaca de tortura
Para mais uma vez ter o direito de sonhar.
A MENINA BURRA
A menina burra
Na lama turva
Não queria fazer a tarefa
A dificuldade era essa
Fazer um simples cordel
Numa folha de papel.
Pediu a um poeta
Que enquanto vio o atleta
Escrevia o cordel
Não podia ver o céu
Mas sonhava com ela
A jovem donzela.
Suja de terra
Não vem da guerra
Mas trava uma batalha
Contra a seca que até a mortalha
Deixa cheia de poeira e o vento
Lento faz torturante o tempo.
Mas ela é burra e tem alegria
A poeira tem alergia.
Levanta-se e corre
Mais rápido para o norte
Querendo água
E não mais uma batalha.
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