Nem Cicatrizes Deixam
Cicatrizes
Muitas Vezes, Ás pessoas veem As cicatrizes na pele das outras, e sentem asco. Olham para elas com A expressão De um carrasco, Prontas para arrancar-lhe a cabeça Com um grande machado. Eles dizem que é nojento, que dá medo, que representa destruição.. mas no fundo do meu coração, eu acho que não é bem assim a questão. Cada cicatriz conta uma história diferente de superação, uma lembrança de que pode existir beleza mesmo em meio a destruição. São memórias de tempos Difíceis, depressão, mas também lembram que conseguiste passar por cada complicação que a vida colocou. Para mim, As cicatrizes decoram a alma como as constelações ornam o céu.. E elas não deviam ser cobertas por um véu. Cada corte na pele, cada pedaço da alma que se destruiu.. cada sorriso fingido, cada amigo que tornou-se um desconhecido.. tudo isso são lembranças de uma dor que já partiu..
O tempo é um ótimo remédio para fechar as feridas, mas Por muitas vezes, a cicatriz ainda é mantida. Mas a forma de vê-las que vai definir a lição que permanecerá para a vida..
E Onde eu quis chegar com toda essa poesia? Bom, eu só queria deixar esse recado.. as cicatrizes não são motivo de nojo, nem simbolizam que dentro de você tem algo errado..
Pra mim, as cicatrizes são como rosas.. mesmo que às vezes machuque, ainda é uma coisa bela.. Assim como flores pintadas em aquarela.
-victória licodiedoff lemos
"Cicatrizes pós-milagre: vidas que parecem perfeitas, mas carregam um peso esmagador."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
Se um dia te feriram e te deixaram cicatrizes,
não peça justiça nem vingança.
Peça a Deus que te cure, que te refaça por dentro,
e que te faça mais forte, mais sábio e em paz com o que ficou pra trás.
✨ Porque vencer não é revidar, é seguir inteiro, mesmo depois de ter sido quebrado.
"As feridas podem até fechar, mas costumam deixar cicatrizes que te farão lembrar de tudo enquanto você viver."
Festa de família pode derrapar, abrir cicatrizes mal curadas, tirar cadáveres dos armários, avivar conflitos e pôr fogo em guerras não declaradas.
Não tenho vergonha das cicatrizes que não se veem na pele. Essas marcas quietas, gravadas na alma, não me envergonham, elas gritam a verdade de quem eu sou. As feridas do corpo cicatrizam com tempo e pomada, mas as da alma? Essas sangram em silêncio, teimam em doer nas noites frias, mas é delas que eu me orgulho. Porque cada racha no peito, cada sombra que o medo deixou, prova o quanto eu sou maior. Maior que as quedas que me jogaram no chão, maior que as palavras que tentaram me apagar, maior que os vendavais que arrancaram pedaços de mim. Elas não me definem pela dor, mas pela dança que fiz depois: levantei, costurei o que restou com fios de coragem, e floresci onde antes só havia terra seca. Essas cicatrizes invisíveis são minhas medalhas. Mostram as batalhas que venci sozinho, os abismos que cruzei sem mapa. Quem me olhou de fora viu fraqueza? Enganou-se. Elas revelam a força bruta de quem sobreviveu e cresceu. Sou o carvalho que o raio fez uma fenda, mas não derrubou; a onda que o rochedo partiu, mas seguiu correndo para o mar.
Nossos corações estavam cercados de muros e cicatrizes, até que, de repente, nossos caminhos se entrelaçaram. Ali eu entendi que não era sorte, nem um esbarrão qualquer... era a vida devolvendo o brilho para dois olhares que já estavam cansados de chorar.
As dores na alma
Marcas do passado
Cicatrizes que contam histórias de sofrimento
Buscando esquecer o tormento
Tudo acabado
Nessa vida sem calma.
Warlei Antunes
Cada coração guarda batalhas vividas e cicatrizes invisíveis aos olhos. Não julgue, pois toda a história de uma vida pertence a Deus, que tudo Vê e tudo Sabe.
25/02/26
Minhas cicatrizes, são lembretes de uma nova consciência: "Nunca mais me abandonar para manter alguém."
Ro Matos
"Cicatrizes Invisíveis"
Fui jarro nas mãos erradas,
quebrada sem que me vissem,
minhas palavras, vazias
no silêncio das piadas disfarçadas,
minhas histórias, rasgadas
nos sorrisos forçados.
O que era risada
era apenas disfarce.
Havia inveja mal escondida,
um veneno suave,
despido de palavra,
mas que se infiltrava
no olhar que cortava sem tocar.
Tirei 10,
mas foi um prêmio falso,
uma vitória que não era minha,
encoberta pelo peso
do olhar que disfarçava o desgosto
e se escondia atrás de uma máscara
de amizade,
que, na verdade, não passava de um jogo.
"Vai confiar em cobra besta",
disse a professora, com um sorriso
que não via minha dor,
mas refletia o reflexo de quem me cercava,
de quem me deixava sangrar
sem sequer perceber o corte.
E naquele espaço vazio,
encontrei o que faltava:
amizades que nunca se esconderam
na sombra da inveja,
que não precisaram me diminuir
para se sentir elevadas.
Porque o que é genuíno
não fere, não corta,
não ri do sangue que escorre.
Agora, sou inteira.
Não sou mais jarro.
Minha autoestima, antes despedaçada,
é agora uma fortaleza construída
com os pilares da verdade e da confiança.
A inveja mal escondida
já não me atinge,
não porque ela desapareceu,
mas porque, agora, sou forte o suficiente
para não me deixar mais quebrar.
E quem riu enquanto sangrava,
não entenderá a paz que hoje tenho,
pois aprendi que a luz verdadeira
não se apaga com sombras alheias.
As cicatrizes de minhas falhas são como espinhos na alma, mas também me lembram da necessidade de buscar o perdão e a misericórdia de Deus.
(ver Salmos 32:5, Efésios 1:7 e 1 João 1:9)
