Necessário

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Perdoe ...
Não guarde mágoas, não adoeça pelo mal que fizeram com você.
Se necessário se afaste, não é errado se priorizar, mas não esqueça que perdoar é libertador, e nem eu, nem você precisamos carregar uma culpa que não é nossa.


Wanessa Guimarães Z96

Ninguém fala sobre o quanto "recomeçar" também cansa.. é necessário e bem "poético", mas nada singelo.

Entre o pensar e o agir é necessário refletir!

" Algumas pessoas são o livro inteiro, outras são apenas um capítulo necessário naquela momento da nossa vida."


- Vanessa Costa Lima

Faltou consideração,
sobrou apelos,
afogaram o necessário,
emergiram o desapego.

Para os sonhos não morrerem é necessário injetarmos as realidades.

Bom dia!
Sempre peça a deus so o necessário para o seu dia, pois amanhã será novo dia e novas promessas surgirão 🌹
Ery santanna

⁠Tudo que se torna possível é necessário, pois o impossível a mente Cósmica proverá.

Trabalhar é necessário, mas depender de Deus é vital. ⁠

Para dar certo na vida, foi necessário preencher um livro inteiro de rascunhos.
Porque antes da versão final, existem erros, tentativas, quedas, mudanças de planos e recomeços.
O sucesso é apenas a página que todos veem; os rascunhos são a parte que ninguém conhece.


— Binilson Quissama

Ajudar é fazer
ao outro algo além
do necessário ou
do combinado.
É quando não há troca.

⁠O Caminho, o Cansaço e a Obra de Deus.

João 4.4-7: "E era-lhe necessário passar por Samaria. Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber."
Observem que Jesus estava cansado do CAMINHO, mas não da OBRA do Pai.

É normal se cansar DO caminho, da religião, do institucionalismo, do clericalismo, dos religiosos, dos donos de igreja, das perseguições, das reuniões enfadonhas que não resolvem nada, dos cultos áridos, das politicagens, da superficialidade de muitos crentes e mais um monte coisa!
Às vezes algumas pessoas me perguntam: “porque você perde tempo com tudo isso?” “Ninguém se importa!”

Minha resposta é que mesmo cansado de tudo isso, continuo trabalhando pelo Reino de Deus, pois meu coração continua apaixonado pela obra, apesar do cansaço do CAMINHO.

Assim, de Jesus (O Caminho), nunca me cansarei, mas DO caminho, ah... esse a gente se cansa sempre!

Pense nisso e ótima semana!
No caminho Daquele que É O Caminho, Marcelo Rissma.

É necessário compreender que o discernimento espiritual transcende o mero conhecimento teórico. Afinal, reter informações difere de compreender a verdade. É perfeitamente possível conhecer uma doutrina sem, contudo, assimilá-la vitalmente. A iluminação daquilo que estudamos provém de Deus, mediante a ação do Espírito Santo, o que justifica a indispensabilidade da oração e da comunhão constante com o Criador.

Eu sei que há alguns (Calvinistas) que consideram necessário ao seu sistema de teologia limitar o mérito do sangue de Jesus: se meu sistema teológico precisasse de tal limitação, eu o lançaria aos ventos. Não posso, não ouso permitir que tal pensamento encontre abrigo em minha mente, chega a ser quase uma blasfêmia.


C. H. Spurgeon - "Bread Enough and to Spare".

O Grito

Era uma fazenda basicamente de gado. Muito gado. Vez ou outra, era necessário mudar aqueles animais de pasto. À medida que o capim ia escasseando, chegava a hora da mudança, o que exigia toda uma preparação: homens, cavalos, cachorros etc.

A labuta começava cedo, nas primeiras horas da manhã, e demandava, às vezes, o dia todo e parte da noite. Em quase todas elas, lá estava eu: eu, meu cavalo e meu cachorro, de nome Gigante.

Numa dessas mudanças de pasto, aconteceu um incidente meio misterioso. Eu sempre era convocado para ficar na frente da boiada, e eu até gostava; sentia-me importante. Meu serviço, basicamente, se resumia a ir abrindo as porteiras dos pastos.

Naquele dia, o trabalho para reunir o gado demorou mais do que o normal. Quando conseguimos colocar a boiada na estrada, já estava escurecendo, e ainda havia um bom pedaço de caminho até o outro pasto. Abri a primeira porteira e o gado foi me seguindo.

Depois de uma hora, mais ou menos, de estrada, umas cinco ou seis porteiras abertas, já com a noite fechada, ouvi o primeiro grito. Um grito de arrepiar, estridente. Achei que fosse meu cunhado com suas brincadeiras, mas não era. Fui olhando para trás: não dava para ver quase nada, apenas as cabeças dos animais. E, para piorar, estava chovendo, com direito a trovões e quedas de raios.

Depois de um silêncio, ouvindo apenas o barulho das pisadas dos animais, veio outro grito, esse mais próximo. Quando me virei, vi, no meio dos animais, um vulto. Parecia um homem a cavalo. Chamei pelo meu cunhado. Silêncio. Apenas uma risada debochada.

Depois que chegamos ao pasto onde os animais ficariam, fiquei aguardando as brincadeiras de todos. Seria normal. Mas nada. Ninguém falou coisa alguma. Eu nunca contei essa passagem para o meu cunhado.

​O Novo Despertar
​A IA da nave emite um sinal sonoro contínuo, frio, mas necessário. As cápsulas de criogenia começam a se fechar, uma a uma. O choro da tripulação vai sendo silenciado pelo hálito gelado da tecnologia que, desta vez, serve à vida, e não à pilhagem.
​O silêncio engole a cabine. Lá fora, os piratas da sobrevivência flutuam entre os destroços de satélites velhos, mas a Unizero já está além do alcance deles. Estamos cruzando a dobra do espaço e do tempo, onde a gravidade distorce as nossas lágrimas e o tempo rasteja.
​Quando os sensores da nave detectarem o primeiro vislumbre de um mundo hiperconectado pela natureza — e não por cabos e deepfakes —, os computadores iniciarão o protocolo de aquecimento.
​Não seremos mais os mesmos. Nossas cabeças não carregarão os adornos ocos dos que ficaram para trás. Seremos os filhos da terra arrasada, os guardiões da memória.
​Fechamos os olhos no escuro do universo para, finalmente, acordar em um novo despertar.
​Fim da transmissão. A Terra agora é silêncio.
​O que este capítulo consolida na sua história:
​O sacrifício de quem ficou: Fica claro que a viagem da Unizero só foi possível porque a resistência na Terra (com os botijões e as barricadas) segurou os tiranos.
​A redenção da tecnologia: A Inteligência Artificial, que na Terra era usada para alienar a população com jogos de futebol e notícias falsas, aqui na nave é purificada, servindo apenas para manter a tripulação viva.
​O recomeço: O final deixa um gancho de esperança pura. Eles estão dormindo no gelo do espaço, mas o leitor sabe que eles vão acordar em um lugar onde a utopia pode ser real de verdade.

Aceitar o fim é um processo lento, mas necessário para abrir espaço ao que ainda pode recomeçar. É difícil entender, de primeira, que algumas despedidas também carregam o poder de curar.


Crescer dói. Machuca. E, às vezes, parece um inverno que nunca termina.


Mas decidi que não vou deixar meu coração congelar.


Minha cura está em continuar enxergando o mundo em cores, mesmo quando tudo ao redor insiste em parecer cinza. Talvez minha maior revolução seja justamente essa: continuar escolhendo a pureza, a sensibilidade e a fantasia em um mundo que tantas vezes tenta nos tornar rígidos.


Por isso, sigo como um eterno menino perdido, colorindo os dias e me recusando a abandonar aquilo que ainda existe de mágico em mim.


E quando o mundo pesa demais, volto para a minha própria Terra do Nunca.


Ela se chama Ademah.


É onde encontro refúgio nos caminhos lúdicos da minha mente, onde transformo aquilo que dói em histórias, músicas e mundos — e, entre tudo aquilo que crio, encontro pequenos fragmentos da luz que pensei ter perdido.


Talvez crescer não seja abandonar a criança que fomos.


Talvez seja aprender a protegê-la.

⁠Deus não me deu, ainda, o equilíbrio necessário para que eu transite em certos lugares, em meio à certas pessoas.
Quando a minha coragem for maior do que a minha tolerância, pensarei se hei de me fazer presente.

Talvez você tenha confundido duas coisas durante muito tempo:


ser necessário e ser amado.


Você ajuda alguém.


A pessoa precisa de você.


Você se sente importante.


Então ajuda novamente.


E novamente.


Até que sua identidade começa a depender da utilidade que você tem na vida dos outros.


E surge uma pergunta silenciosa:


“Se eu parar de ajudar, quem vai precisar de mim?”


Talvez você não esteja apenas tentando ajudar.


Talvez esteja tentando encontrar valor.


Mas o Evangelho diz algo diferente.


Seu valor não vem da quantidade de pessoas que precisam de você.


Não vem dos seus dons.


Não vem do seu ministério.


Não vem dos resultados que você produz.


Não vem dos aplausos.


Seu valor começa no amor de Deus.


“Nós amamos porque ele nos amou primeiro.”
— 1 João 4:19


Você não precisa ser indispensável para ser amado.


Você precisa apenas compreender que já é amado por Deus.

Você é imbatível, enquanto for necessário.