Narrativa de Amor

Cerca de 241406 frases e pensamentos: Narrativa de Amor

⁠"A maior fraqueza é tentar provar a força"

Inserida por julietteavancini

"Criticar sem contexto é ignorância"⁠

Inserida por julietteavancini

⁠"São tolos aqueles que tiram fragmentos bíblicos para reforçar sua boca condenatória. Para justificar o preconceito do seu coração. Para promover a separação. Trecho sem contexto é pura manipulação"

Inserida por julietteavancini

⁠"Quando tentam me ofuscar,
meu grito ressurge,
na tentativa de me parar,
por não aceitar a verdade de ser eu"

Inserida por julietteavancini

Talvez não quisessem que enxergássemos nossa beleza, porque sabiam que, se isso acontecesse, se controlássemos nossa própria narrativa, seríamos invencíveis.

Inserida por pensador

⁠Não pense que o que lhe parece precário, é recente. Troque recente por anoso, pois é assim que alguns fatos são, eles existem há longos anos; são velhos, são antigos, e presos a narrativas atuais por pessoas desfactuadas e desprovidas de conexão.

Inserida por CCF

⁠O que a Água é para o Humano a Arte é para a Mente.

Inserida por Rahttega

⁠"Da mesma maneira que a estratégia jurídica é fundamental, a comunicação é básica ao se examinar vulnerabilidades, riscos e consequências em uma disputa. Cada oportunidade de comunicação deve ser vista como uma estratégia do direito, mesmo quando se está exposto à publicidade negativa."

Inserida por nelsonwilians

⁠Leiam história e a diferencie da estória...e sempre procure questionar e confrontar as versões oficial e oficiosa, as versões de vencedores e de perdedores...normalmente as duas estão corretas.
11/11/2023

Inserida por uspiao

Mímesis

Procuramos sentimentos e achamos apenas o eco de nossas vozes
Quando o eco volta seco e árido a tristeza nos consome
Acordamos e lembramos que apenas foi um sonho
A rotina engole o sonho e transforma em ação

Procuramos a ação e achamos apenas o eco de nossos gritos
Quando o grito incomoda é o ódio que nos consome
Sabíamos que o eco era um alerta para o processo de reificação
O processo se tornou a metalinguística da própria rotina

A bifurcação já se tornou ‘unifurcação” a tanto tempo…
O presente sempre um rolo de filme repetido
O futuro o presente calculado
E do passado só resta o medo

O tempo… “Este” sempre será uma narrativa.

Inserida por Atilabelens

⁠
O Sítio de meu Tio!


Fui passar uns dias no sítio de meu Tio Celso. Cheguei em uma tarde de sexta-feira, chegando, desfiz as malas e me acomodei, minha tia já vem com uma xícara de café, leite, umas bolachas, biscoitos, pão, tudo caseiro e feitos por ela mesma. Comi, logo mais tarde teve outro café e logo depois a janta. Depois da janta, assistimos a novela e fomos dormir, acordei bem cedo, bem cedo mesmo, aproximando-se das 05:00 horas, minha tia se levanta, vai ao banheiro, lava o rosto e vai preparar o café. Logo meu tio se levanta eu fico a observar a rotina deles. Meu tio se levanta vai ao banheiro, se lava, vesti a roupa que usara no dia anterior, sai do banheiro vai até a varanda, pega uma xícara de café e “bola um cigarro”. Tomando o café, fumando eu argumentei;

- Rotina já, né tio? Todos os dias!
Ele diz;
- Sim meu fio, todos os dias o tio se levanta, tira o leite, entrega no tanque. As vezes a gente se cansa mas é mil veis mió que trabaia pru zotro.

Chegando no curral, minha tia já peia uma vaca, meu tio outra e eu me sentei em umas tábuas do curral e fiquei a observa-los, me senti livre. Eu que moro no terceiro andar de um prédio no centro da cidade grande. Após tirar o leite, voltamos para casa, meu tio vai entregar o leite, minha tia prepara algo para comermos, Meu primo mais velho já foi para escola e meu priminho se levanta, minha tia prepara o mamar do próprio. (Minha tia o teve após uma certa idade, então foi uma gravidez de muito risco). Meu tio retorna, tomamos café e eles vão matar um suíno.
No dia seguinte, acordo às 04:00 horas e se repete a rotina, minha tia se levanta, prepara o café, logo meu tio também repete as atividades, tiram o leite e para mim, tudo é novidade. Aproveitei ao máximo, brinquei bastante com meu priminho. Ah! Eles cuidam com uma mamadeira, um bezerro recém-nascido e órfão. Eles vivem tão livres, plantão, colhem, vendem, compram e por mais que eles podem acordar a hora que bem quiserem, eles acordam cedo para aproveitar o dia e para finalizar, finalizo com um pequeno conselho de vida que refleti enquanto os observava.
Amanhã pode ser tarde, a vida está passando rápido! E se perdemos tempo é porque temos tempo! Mas depois lá na frente ao olhar para trás, veremos o rastro que deixamos. E este mesmo rastro irá nos mostrar quem fomos, e o que recebermos será consequência do que plantamos durante este caminho. Sempre é tarde para se viver verdadeiramente. Seja breve! Você manda em sua vida, não deixe o comando nas mãos de quem não tem controle, porque a queda pode ser fatal. A Vida fácil do mundo errado te escolhe, e você vira presa fácil!


SILVA ROCHA Valdemiro

Inserida por Vsr

⁠A história é um diário com as crônicas de homens que foram considerados grandes, por não serem mortos antes de se tornarem conhecidos.

Inserida por LeonardoBrelaz

Atos não ficam gravados na história, pois a história é escrita, e quando escrevemos uma narrativa, podemos ou não mudar detalhes insignificantes que mais tarde poderão mudar o rumo do futuro.

Inserida por melocaetano

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

Desconhecido

Nota: Muitas vezes atribuído a William Shakespeare, Mário Quintana e Veronica Shoffstall, sem que se confirme nenhuma dessas autorias.

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Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...

Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...

Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...

Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.

Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...

Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele.

E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...

Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...

Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades, às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.

Adriana Britto

Nota: Texto publicado inicialmente de forma anônima, sendo muitas vezes erroneamente atribuído a Mario Quintana. Também surge com o título "Não Quero".

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Há certas horas, em que não precisamos de um amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou aqui!

Desconhecido

Nota: Apesar de muitas vezes atribuído a William Shakespeare, não existe qualquer referência a esse texto em inglês, a língua materna do autor.

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Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá, manifeste suas ideias e planos, para saber se vocês combinam e certifique-se de que quando estão juntos aquele abraço vale mais que qualquer palavra.

François de Bitencourt

Nota: Trecho de texto muitas vezes atribuído de forma errônea a Luis Fernando Verissimo, mas que é de François de Bitencourt

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Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!

Adriana Britto

Nota: Trecho de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Essa mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles!

Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos, mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.

Às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles e me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamento sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer… Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus verdadeiros amigos.

Paulo Sant'Ana

Nota: Crônica intitulada "Meus secretos amigos" publicada por Paulo Sant'Ana no jornal Zero Hora de 15/04/1994 e que faz parte do seu primeiro livro "O Gênio Idiota". Muitas vezes atribuída, de forma errônea, a Vinicius de Moraes, sob o título "Amigos"

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