Não Tente Entender
Da continuidade do mundo, e do que o ultrapassa
Entender que este mundo seguirá sem você, lento e mundo, silencioso e mundo, essa é a questão filosófica fundamental. Dela erija tua filosofia, teu plano de ações, tua casa de palafitas.
Você será esquecido e um túmulo, e pó; e pó, um dia, o próprio túmulo. E pó, um dia, o mundo.
Mas você tem uma alma, ao contrário do mundo. Diante dela, estaca a filosofia: Só a Revelação pode guiar tua alma no mundo que o olho não vê, não pode.
A Revelação foi dada, encarnada, morta numa cruz e rediviva. A tua continuidade invencível para além do mundo sensível, para além do visível e vivenciável, está no mistério deste único que voltou da morte, Jesus o Cristo. Antes de ver desfeita tua casa de palafitas, sobre Ele construa teu palácio.
Dor da alma, quem pode entender?
Quem sente ou já sentiu, pode até mensurar, mas verdade é que dor da alma cada um tem. É sentimento particular, peculiaridade do indivíduo SER. Dor da alma transcende a razão, faz chorar o espírito, afasta o amor, traz sensações do esquisito, coisas fora da compreensão.
Dor da alma, quem pode decifrar, qual seja o remédio, para esta extirpar.
Diz o ser em seus ouvidos metafísico sensorial, que sor da alma precede de um grande mal, o EU doentio, cheio de um vazio existencial.
Sorte dos que a alma dói e conseguem reverter, ser liberto à dor da alma, ter alegria de viver.
O verdadeiro poeta precisa entender a genialidade e se fazer de idiota para ter a liberdade de expressão;
Prepotência querer entender todo o universo com uma razão, razão que não consegue entender nem como chegou nessa conclusão.
Vai doer muito até eu entender que é possível viver longe de você. Só agradeço a Deus uma coisa. Você está vivo!
Quando você entender que só da azar no amor, você vai entender que é melhor ir trabalhar e ganhar dinheiro, aí você acaba descobrindo que sua beleza, seu encanto de nada valem, ao contrário do seu dinheiro.
"A fé como o perdão, não são coisas prá gente entender, são coisas prá gente mudar...!"
☆ Haredita Angel
Fé para seguir adiante, grandeza de espírito para perdoar, paciência para entender e compreender e principalmente serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar.
Não espere a plateia entender o seu valor. O seu esforço foi um monólogo que só a sua coragem tem o roteiro completo.
"Maturidade não é ter resposta para tudo, é entender que nem todo ruído merece o gasto da sua voz; o silêncio é o luxo de quem já se explicou demais."
Não consigo entender por que as pessoas apontam os defeitos dos outros...sendo que todos têm defeitos.
Leveza não é fraqueza
Demorei a entender...
que ser leve não é ser frágil...
e morrer todos os dias e renascer em flor...
é ser firme o suficiente para soltar o que pesa.
Carrego dores com delicadeza...
para que elas não arranhem quem passa por mim.
Faço do silêncio, abrigo.
Falo pouco, mas sinto muito.
A leveza é resistência...
Já fui tempestade sem sentido...
hoje sou garoa persistente...
molho devagar...
mas alcanço fundo.
Quem acha que minha calma é passividade,
não viu as guerras que venci por dentro.
A leveza que carrego foi esculpida em silêncio,
entre perdas que calei...
e recomeços que ninguém viu.
Se coisas imprevisíveis acontecer não fique desesperado
lembre-se isso e o inicio de outro caminho inesperado ,por isso sempre trilhe o caminho, coisas novas podem lhe acontecer...
Entender a vontade de Deus nem sempre é fácil. Mas crer que ele está no comando e tem um plano pra nossas vidas, faz a caminhada valer a pena!
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir
De entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
E, se me achar esquisita, respeite também.
Até eu fui obrigada a me respeitar
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!
Que minha solidão me sirva de companhia
Que eu tenha a coragem de me enfrentar
Que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.
Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome
Nota: O primeiro pensamento pertence a uma entrevista dada por Clarice em 1977. O segundo e o terceiro são do livro "A descoberta do mundo". O quarto é uma adaptação de um trecho de "Um sopro de vida". O último pensamento é do livro "Perto do coração selvagem".
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