Não Tenha Medo de Mim

Cerca de 94120 frases e pensamentos: Não Tenha Medo de Mim

Quanto mais eu rezo, mais as assombrações correm de mim.

Inserida por joemarro

Quero trabalhar pra mim mesma! Se caso ocorra de ser enrolada, que seja por mim.

Inserida por Pathynes

⁠Partir para Acolher

Parti.
Não por negar o que me cercava,
Mas por honrar o que em mim clamava.
Foi preciso o silêncio,
o passo em outra estrada,
pra ouvir a alma que, há tempos, me chamava.

Deixei abraços pendurados no tempo,
promessas guardadas no vento,
mas não por desprezo ou esquecimento...
Parti porque não mais cabia onde eu me diminuía.

O amor verdadeiro não é prisão,
é fonte que busca expansão.
E eu era semente apertada na mão
pedindo terra, água e estação.

Fui,
mas levei comigo cada nome,
cada gesto que me fez ser quem sou.
Porque partir, às vezes, é o ato mais fiel
que alguém pode ofertar ao amor que ficou.

Longe, descobri que não se acolhe de verdade
se não se aprendeu a cuidar da própria vontade.
Que o abraço mais puro não vem do cansaço,
mas da alma inteira — de um novo espaço.

Voltarei, ou talvez não.
O agora não permite adivinhação.
O futuro não exige promessas,
mas contempla, sereno, minha direção.
Não volto por falta ou fraqueza,
mas, se voltar, será com firmeza:
na bagagem, a certeza aprendida,
de que o amor não acorrenta a vida,
mas se faz em presença inteira,
alma lúcida, em sua inteireza.

E agora, eu acolho...
Não com a urgência de salvar,
mas com a paz de quem aprendeu a amar.
Pois só transborda quem, antes,
se permitiu se encontrar.

Inserida por VegaLira

⁠Partir para Acolher

Parti.
Não por negar o que me cercava,
Mas por honrar o que em mim clamava.
Foi preciso o silêncio,
o passo em outra estrada,
pra ouvir a alma que, há tempos, me chamava.

Deixei abraços pendurados no tempo,
promessas guardadas no vento,
mas não por desprezo ou esquecimento...
Parti porque não mais cabia onde eu me diminuía.

O amor verdadeiro não é prisão,
é fonte que busca expansão.
E eu era semente apertada na mão
pedindo terra, água e estação.

Fui,
mas levei comigo cada nome,
cada gesto que me fez ser quem sou.
Porque partir, às vezes, é o ato mais fiel
que alguém pode ofertar ao amor que ficou.

Longe, descobri que não se acolhe de verdade
se não se aprendeu a cuidar da própria vontade.
Que o abraço mais puro não vem do cansaço,
mas da alma inteira — de um novo espaço.

Voltarei, ou talvez não.
O agora não permite adivinhação.
O futuro não exige promessas,
mas contempla, sereno, minha direção.
Não volto por falta ou fraqueza,
mas, se voltar, será com firmeza:
na bagagem, a certeza aprendida,
de que o amor não acorrenta a vida,
mas se faz em presença inteira,
alma lúcida, mão verdadeira.

E agora, eu acolho...
Não com a urgência de salvar,
mas com a paz de quem aprendeu a amar.
Pois só transborda quem, antes,
se permitiu se encontrar.

Vega Lira

Inserida por VegaLira

⁠“Eu ainda guardo aquela velha caixinha de música, lembra? Aquela que você comprou pra mim no centro histórico da sua cidade. E ainda coloco pra funcionar toda vez que sinto saudade sua. Na verdade, é uma das minhas muitas manias querer que as coisas funcionem a meu modo e no meu tempo. Porém, da mesma forma que tenho essa velha e péssima mania, o universo conserva a mania de rir da minha cara a cada vez que eu fracasso. Fracassei com você mais uma vez. E aí fui obrigada a doar os presentes que você me deu, pois seria covardia deixá-los envelhecerem guardados no armário. Exceto pela caixa de música. Você sempre dizia que cada música tem o poder de criar histórias únicas e essa música da caixinha conta a história de dois corações se encontraram e enquanto um foi lua, o outro foi sol. E o ritmo de ambos não permitiu que um eclipse se formasse. Essa lua quer tudo no teu tempo, já o sol não soube medir a temperatura dos raios que lançava. Essa música, em específico, conta a história de dois corações que nunca aprenderam a dançar aquela valsa. Nada deles era ensaiado e, embora isso seja o mais lindo no amor, o ensaio da mão dada e da conversa e do diálogo é só uma das partes de uma receita inteira sobre como fazer dar certo. Lembra que eu gosto de tudo no meu tempo? Mantenho em meu pulso um relógio com dois minutos atrasados pra que nada que eu faça em relação a você seja apressado demais. E eu sei que não faz sentido. Mas aquela música, aquela da caixinha que eu ainda guardo, ela também conta a história de alguém que mete os pés pelas mãos e erra incontáveis vezes tentando acertar. Mas se há algo que ninguém nunca me contou sobre o amor, é que por mais que os erros sejam peças importantes de um tabuleiro, também são eles que nos fazem levar um xeque-mate. Do tempo, da vida, do outro, do próprio amor. Quando eu fui lua, você foi sol e a gente teve que aprender a viver assim, se admirando de longe, se querendo por perto, mas obrigados a viver separados. E aí a música que toca nessa caixinha me lembra que a composição feita dela também fala de amor. Fala de beijo na boca, de discussão, dos medos e dos pequenos acertos do dia a dia. Fala daquele abraço apertado e da gigantesca saudade que minhas células sentem das suas. Na verdade, agora eu posso ouvir uma história diferente ecoando da melodia. Fúnebre, triste, melancólica, como quem diz que infelizmente essa música não pertence mais a mim. Eu não aprendi a te deixar. Mas a cada nota que falha pela gasta bateria dela, eu me convenço que esta história morreu e que preciso- muito- construir outra. Seria burrice não fazer isso. Agora posso dizer que ainda guardo a caixinha, mas quando sinto saudade sua, me contenho e faço um café. Vi no jornal que hoje tem eclipse, mas infelizmente não sou mais a lua.”

Inserida por arcoguid

Mas se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar.
"Ai do mundo, por causa das coisas que fazem tropeçar! É inevitável que tais coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem elas acontecem!"

Bíblia Sagrada
Mateus 18:6,7.
Inserida por edsonkpalacio

Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei.
Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.

Bíblia Sagrada
Jeremias 29:12,13.
Inserida por RevAugustoNicolau

Os teus votos estão sobre mim, ó Deus; eu te renderei ações de graças.

Bíblia Sagrada
Salmos 56:12.
Inserida por RevAugustoNicolau

E tudo era novo, tão novo que nenhuma saudade morava em mim.

Mia Couto
Tradutor de chuvas. Alfragide: Editorial Caminho, 2011.

Nota: Trecho do poema A varanda do antigamente.

...Mais
Inserida por usuario1026328

Gosto de você mas,como posso te dizer isso??
Foges de mim..

Inserida por AninhaAlberto

Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.
Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades,
Que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia,
Que farta a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia.
O Senhor faz justiça e juízo a todos os oprimidos.
Fez conhecidos os seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel.
Misericordioso e piedoso é o Senhor; longânimo e grande em benignidade.
Não reprovará perpetuamente, nem para sempre reterá a sua ira.
Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos recompensou segundo as nossas iniquidades.
Pois assim como o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem.
Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.
Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem.
Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó.
Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce.
Passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido.
Mas a misericórdia do Senhor é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos;
Sobre aqueles que guardam a sua aliança, e sobre os que se lembram dos seus mandamentos para os cumprir.
O Senhor tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo.
Bendizei ao Senhor, todos os seus anjos, vós que excedeis em força, que guardais os seus mandamentos, obedecendo à voz da sua palavra.
Bendizei ao Senhor, todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais o seu beneplácito.
Bendizei ao Senhor, todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio; bendize, ó minha alma, ao Senhor.

Bíblia Sagrada
Salmos 103 1:22.
Inserida por maria_bomfim

Ó Deus! Tu matarás, decerto, o ímpio! Apartai-vos, portanto, de mim, homens de sangue.

Bíblia Sagrada
Salmos 139:19.
Inserida por paulodgt

Espontânea é a vida que tanto queria viver
Por medo da repressão social, não vivo

Espontâneo é tudo o que sinto por ti
Por medo de ser rejeitado, não digo

Queria que as coisas acontecessem espontaneamente
É nesta espontaneidade que me revejo
Por causa dos rótulos e dos paradigmas, me privo

Cansei de viver programático, moral e politicamente correcto
Quero viver leve, livre e solto
Quero me doar ao prazer, à libido
Quero atingir todos os orgasmos,
conhecer o nirvana e atingir a transcendência

Quero viver
Viver a vida

Eu vivo a morte
Vivo por fora, morto por dentro
Eu sou um zumbi

Eu só quero ser eu

Eu tenho medo de dizer quem eu sou
Já agora, quem eu sou?

A sociedade inventou-me
Junto com toda a parafernália social

Mas, essa sociedade não sou eu, nem tu
São ELES
Os poderosos

Só eles é que podem

Quem sou eu?

Eu sou tu
Eu sou um ser reprimido
Eu sou o casamento
Eu sou a sociedade
Eu sou a cultura
Eu sou o medo
Mas não sou EU

ESPONTANEIDADE DA MINHA ALMA

Inserida por Equilibrio

Saca Rolha

Estou cheia do azedo que percorre meu fígado e me enche de medo de vazar, de repente, num fim de tarde, numa certeza qualquer de uma roupa branca e equilibrada, numa alegria despretensiosa, numa felicidade sem cérebro, num silêncio mais cansado do que desejado.
Até a borda de mim. Entupida de tudo o que, passiva em ser, apenas sou. Olhos inchados, boca cheia, coração apertando o peito, língua encharcada, a vida latejando e o corpo pesado demais para voar.
Estou cheia de mim e de tudo que se relaciona ao assunto. Cheia da incapacidade em estacionar em um plano, em enquadrar um sonho feito uma borboleta morta, em continuar acreditando no que acreditei até a morte, em ter paz longe das arestas acolchoadas que criei durante toda uma vida de expectativas assustadas.
Sou filha, mãe e escrava do caos, dele me tiro, sem ele não existo. Estou cheia do caos, mas tenho horror ao equilíbrio. Confiro minhas listas compulsivamente, buscando um pouco de linha reta para que eu possa deitar e esquecer das contorções que me apertam até que eu pingue no mundo.
Sou um trapo sujo que lavo e contorço todos os segundos, mas não o tanto que deveria por falta de força, preguiça e vontade de borrar a existência ao lado. Eu preciso ganhar um sopro de vida em qualquer outra vida, para me enxergar além do espelho construído e imposto. Eu preciso me ver responsável por uma palidez matinal, uma pontada no intestino inflamado, uma trepada no azulejo do chuveiro, uma parte suave e instrumental de uma música, um cheiro de podre e solidão na madrugada sem preenchimentos.
Existo apenas para causar, e juro que amo essa palavra “causar” além da gíria que ela sugere. Existo apenas para mim mesma, o tempo todo, como nos contos do Hermann Hesse, tenho nojo e pânico de grupos que se acolhem para que se aceitar não seja um trabalho tão penoso e se sentir possa tranqüilamente ser vazio.
Estou vazando de tanto que me encho de mim, mas tenho muito medo que alguém que não mereça minha intimidade cate pelos cantos assustadores do mundo as minhas tripas. Tenho muito medo que as pessoas sem profundidade conheçam a minha, e mais medo ainda de que a profundidade do mundo me cuspa. Sou uma sem-terra porque desprezo o superficial, mas dói demais ser intensa o tempo todo, e preciso fazer luzes, compras e sexo casual.
Cheia dos meus preconceitos, da vontade que tenho de cagar em cima da cabeça de todo mundo que faz beiço para insinuar sexualidade, de todo mundo que se enfia num terno para insinuar vitória, de todo mundo que se enfia atrás de uma mesa para insinuar vida, de todo mundo que se enfia atrás de uma garrafa para insinuar alegria, de todo mundo que se enfia num bando para insinuar existência, de todo mundo que se esquece no Sol para insinuar luz.
Até o topo, até o céu, atolada, tô por aqui comigo. Cansada do meu vício de organizar tudo o que sou e de não deixar espaço para o novo, para o que eu poderia ser, para o que eu nem sei que é.
Queria agora que uma asa rasgasse as minhas costas porque, mais do que sentir a dor da liberdade, preciso não ter sexo, nem nome, nem tempo e nem casa. Preciso enxergar e sobrevoar o mundo sem ser eu, para que ser eu não seja este mundo tão pequeno e apavorado. Preciso ser qualquer coisa que eu não saiba.
Quero me chacoalhar e implodir essa rolha que me prende em mim, e me espalhar pelas terras, e banhar bostas, e acolher vermes, e alimentar tudo o que é rasteiro, tudo o que é pequeno, tudo o que não é, tudo o que é chão.

Inserida por tatybueno

⁠Quanto mais o tempo passa, mais aumenta o desejo...

Até tenho medo de que o meu desejo se torne maior que eu, e eu acabe explodindo longe de você.

Isso seria para mim um castigo, meu pior castigo!

Há tempos tenho...
Fantasiado em segredo como eu desejo, despejar todo esse fogo crescente em mim...

Dentro de você.


Estou contando os segundos, com objetivo de fazer o tempo passar mais rápido.
Se eu pudesse daria asas ao tempo, para tempo voar e nossos lábios poderem logo se tocar.

Inserida por apollo_nascimento

Existe um mundo que ninguém pode compreender – ninguém além de mim. Outra pessoa só poderá ter alguma noção do que se passa nele com minha autorização. Talvez, se este mundo fosse aberto, todos meus problemas estariam resolvidos. É fácil para as pessoas me julgarem. Difícil é elas me compreenderem. Elas não sabem o que se passam na minha vida, elas apenas imaginam. E então as pessoas se sentem no direito de dizer a mim o que fazer, quando elas nem ao menos sabem o que se passa nesse mundo – esse mundo que é só meu. Os meus segredos, medos, dores, crenças, esperanças, amores... Tudo isso pertence a mim. Mas toda vez que alguém me manda fazer algo, corrói por dentro. Porque aquela pessoa não sabe o que está falando. E eu me encontro no trânsito de chorar ou rir: chorar – porque dói o que a pessoa induz – sorrir – porque é engraçado que esta pessoa pense ser esperta o bastante e esteja sendo idiota.
Então, aí eu quero fugir. E o melhor conselho é ficar calada. Nada do que eu falar vai resolver as coisas. Meus sonhos, amores, minha realidade pertencem a mim. Meus sonhos por mais que sejam longes, distantes, quase inalcançáveis.. Não são impossíveis. Amores: Perdidos, tristes, sem luz. Eles me deixaram assim. Mentiram, magoaram, foi quase insuportável. E eu estou aqui, viva, talvez querendo ainda amá-los. Então peço a Deus, para me dar forças. E quando todos os meus medos, dores e fracassos, forem vencidos com minhas conquistas dos sonhos e objetivos, conquistarei a minha liberdade. Ah, a minha liberdade..

Não gostou de mim? Foda-se, não vou mudar para que você goste

A melhor parte de mim
Leva o meu caminho até você
Isso é o que me deixa mais forte
Me faz tão bem, me faz tão bem

Que perco o medo
E me sinto melhor
Já posso enfrentar
Todos os meus problemas

Pois agora sei
Que quando acabar você vai estar aqui
Eu posso ver, posso sentir
quando tudo acabar será você e eu
Mais uma vez, posso sentir
A melhor parte de mim

E no momento certo
Meu lado bom vai aparecer
me mostra a coisa certa a fazer
Me faz tão bem, me faz tão bem

Que perco o medo
E me sinto melhor
Já posso enfrentar
Todos os meus problemas

Pois agora sei
Que quando acabar você vai estar aqui
Eu posso ver, posso sentir
quando tudo acabar será você e eu
Mais uma vez, posso sentir
A melhor parte de mim
A melhor parte de mim

A sua presença já me faz tão bem
Eu não vejo a hora de te ver sorrir
Quando tudo acabar você vai estar aqui
quando tudo acabar você vai estar aqui

Tu, que agora me tens aos pés, cuida bem do meu coração. Tu, que faz tempo olhaste para mim com olhos de marujo, com vontade e coragem para navegar em todas as minhas incertezas, vê lá em que mar nadas. Mas vê e não volta atrás, pois a água sem ti perderia o sal, os corais, a espuma. O mar desvira, entendes? Tu não queres que todo esse universo e essas vidas que cabem em mim desfaleçam, queres? Sei que jogo uma responsabilidade tremenda em tuas mãos, falando deste jeito, mas foi isso o que procuraste, foi esse o que preço que eu cobrei para me entregar - como se eu fosse capaz de não fazê-lo caso tu te recusaste a pagar. Encontra-me em teus mais belos sonhos, em castelos ou camas desforradas, tanto faz, sou muito tua. Mas venho com lições, discursos, ladainhas, além de ternura. Já venho te pedindo cuidado (e prometendo o mesmo). Tu sabes, um coração é quebradiço, frágil, escorregadio, fraco. Um coração em mãos é risco de morte, amor, risco de morte.

Janeiro pra mim é assim… mês leve, mês solto, mês de luz, mês do meu aniversário, portanto, mês ligado, mês conectado e louco… um mês maluco beleza onde a realeza desce para subir ao morro. E que seja sempre assim. Amém!