Não Tenha Medo de Mim

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Amar-te em Silêncio




Amar-te em silêncio é ouvir o universo respirar dentro de mim, como se cada estrela
soubesse a tua madrugada.
E cada batida do meu peito é um trovão a chamar por ti.
Ardo no espaço onde
a palavra falha e,
nesse fogo que ninguém vê,
a tua presença é chama,
o teu corpo é vertigem
e eu sou apenas o que sobra depois de te desejar até ao limite do ser. Talvez aquilo que calo consiga confessar que te procuro
não nos caminhos do mundo,
mas nos desvios da alma,
onde cada dúvida é uma porta
e a tua essência é uma resposta.

Mar de Amar




Mar em mim.
Mar comigo.
Mar sempre.
Mar que chama.
Mar que rasga.
Mar que sobe pela pele.
Mar de amar.
E eu, na estrutura do instante,
aprendo a ser horizonte.

Combustão Poética




A tua presença
desperta em mim
uma combustão poética
que se entranha na carne,
nos ossos,
como uma vibração ardente
que percorre o meu corpo:
queima, ilumina
e reclama tudo o que sou.

Às vezes, na ausência de mim, descubro que
o mundo continua… e eu fico suspenso entre
metades de mim.

⁠Disseram-me que poderia conquistar o mundo, mas antes, é preciso conquistar a mim mesmo.

Tenho saudade de mim
Do abraço apertado que eu nunca darei
Do amor prometido que não pagarei

Maior que as minhas quedas é o Deus que me levanta, me fortalece e nunca desiste de mim.
— Jucelya McAllister

Àqueles que falam mal de mim pelas costas: sim, eu sei que tenho uma porção de defeitos, mas pelo menos só tenho uma cara.

— Jucelya McAllister

Cansei de confiar nos que não confiam em mim, e que fazem de tudo para eu não ser feliz
Que me colocam pra tomar decisões e com palavras negativas manipulam minhas ações

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.

Prá mim, é quase um malabarismo manter a lucidez

que é tão imprescindivel na vida...

☆Haredita Angel

Quando eu me deito, fico pensando em coisas tão bonitinhas...
Nem dou por mim...e já dormi!

☆Haredita Angel

"Tenho muito cuidado com tudo que guardo dentro de mim.
Pois sei que serei minha própria herdeira."

☆Haredita Angel

"O passo mais certo que eu dei na vida foi sempre tentar gostar de quem gosta de mim, assim sendo aprendi a gostar também daqueles que não gostam de mim. O primeiro caso prá mim é obrigação, no segundo caso é Caridade...e sem "caridade não há salvação!".
Bom dia!
☆Haredita Angel

Eu pratico o desapego, respeitando aqueles que de alguma maneira se afastam de mim. É sinal de que eles já cumpriram sua missão em minha vida e é hora de desapegar-se e deixá-los partir...

E assim me comemoro mulher!
Degustando-me no vinho de mim mesma.

"Prá quem gosta de mim, fale bem; é o que querem ouvir...
Prá quem não gosta de mim, fale mal; é o que querem escutar...
Eu, não me prendo a comentários.
Entre risos, rugas e lágrimas... me solto!
Já sei que no final nem sou o que ouviram e nem o que escutaram!"
☆Haredita Ange