Nao sou uma Pessoa que Espera a Elogiar
Não economizei batidas no peito; fui o rascunho vivo de uma alma que se recusa a ser apenas contorno."
"O desejo é um impulso da pele, mas o valor é uma herança da maturidade; não se frustre com quem te olha como vitrine quando você é santuário."
"Cada etapa tem uma cor que só o olhar demorado consegue enxergar; não desbote a sua história correndo no escuro."
"A coerência é a paz de quem não precisa de memória para sustentar uma mentira, nem de espelhos para validar sua beleza."
"O maior cansaço da vida não vem do esforço, mas de carregar uma máscara que não tem as medidas do seu rosto."
"Não tema o silêncio de quem vai embora; tema o barulho ensurdecedor de uma alma que já não se reconhece no espelho."
Vivemos em uma estranha inflação emocional onde damos valor de ouro a palavras que não valem o cobre. Quando você permite que a opinião de alguém perturbe o seu sono, você está realizando a pior transação financeira da existência: está vendendo sua eternidade (o agora) por uma mercadoria estragada (o julgamento do outro).
A opinião alheia é um produto de baixo custo, fabricado em série na subjetividade de quem mal se conhece. Por que, então, você aceita pagar esse "cafezinho" com o capital mais escasso que possui: a sua lucidez? Quem muito se importa com o ruído da plateia acaba se tornando apenas um eco do que os outros esperam, perdendo a própria voz no processo.
O caos do outro é um empréstimo com taxas abusivas. Quando você tenta "explicar" sua vida para quem não quer entender, você está financiando o desequilíbrio alheio com os juros da sua ansiedade. É como tentar apagar o incêndio do vizinho usando o oxigênio que você precisa para respirar.
O seu coração não é uma praça pública; é um santuário. No santuário, não entra quem quer, entra quem é convidado. O ruído da plateia é passageiro, performático e, acima de tudo, irrelevante para a sua construção interna. O silêncio não é ausência de som, é a presença total de si mesmo.
Muitas vezes nossos medos tentam nos paralisar; não se culpe por isso. Faça uma autoanálise, esse medo tem um motivo para estar aí. Faz-se necessário colocar pra fora todo esse sentimento; respire fundo e acredite: para superar é necessário desafiá-lo.
Prepotência querer entender todo o universo com uma razão, razão que não consegue entender nem como chegou nessa conclusão.
Deus não é luz, nem pai, nem abrigo. Deus é uma velha obesa, sentada sobre o acúmulo de séculos, devoradora de almas. Sua fome não conhece saciedade, e seu paladar é seletivo: despreza os vazios, ignora os medíocres, cospe os indiferentes. O que lhe dá prazer são justamente as almas mais espiritualizadas — aquelas que se purificaram, que se elevaram, que acreditaram. Quanto mais consciência, mais sabor. Quanto mais transcendência, mais apetite. A espiritualidade não salva: engorda o monstro.
Você não deve temer alguém que tem uma biblioteca e lê muitos livros; você deve temer alguém que tem apenas um livro, e o considera sagrado, mas nunca o leu.
Jesus não te ama. O amor é uma relação direta entre humanos que exige convivência e provas concretas; como ninguém possui evidências duma relação direta com ele, a conclusão é lógica: Jesus não ama ninguém!
Não te deixes deleitar tanto de uma mulher.
Está criatura é inconstante em toda sua vida, cuidado seus frutos são mais amargos que amorte!
"Cuidado para não gastar a vida inteira procurando um lugar ao sol e acabar sofrendo uma insolação de arrependimento."
Eu não assisto mais. É uma perturbação a minha ordem cósmica!
O Brasil mergulhado no caos e essa senhora babilônica só incendiando.
(Comentário que fiz no Facebook sobre a rede globo).
Bom diaaaa! Mesmo que a esperança pareça não esperar mais nada, um novo dia é sempre uma nova chance de fazer tudo diferente. Ter um novo recomeço. Não tem quer ser agora. Só tem que se permitir recomeçar. Shalom!
Emília Bôto
Se um homem não pode corresponder aos sonhos e anseios de uma mulher deixe-a livre. Porque em algum lugar do tempo ou da vida ela encontrará aquele que pode e quer assumir todos os riscos.
