Nao sou seu Quase Amigo e
Eu Sou o Último de Mim Mesmo -
Eu sou o último de
mim mesmo
que sucede a outro
que me habitou,
antecipado e frio,
sem vontade de viver!
Eu sou o último de
mim mesmo
que traz nas costas
o peso de um passado,
que ainda me persegue,
longo e rejeitado!
Eu sou o último de
mim mesmo
nascido de uma morte
de um veneno apetecido
de uma escrita indecifrável
vaga e baça!
Eu sou o último de
mim mesmo
o que vivi depois de mim
sem querer nem desejar
a Linhagem dos Poetas,
a rejeitada descendência!
Eu sou o último de mim mesmo,
o último depois de mim ...
Sou mais uma desconhecida colocando meus profundos pensamentos e sentimentos aqui, mesmo sabendo que corro o risco de me sentir mais solitária finjo que está tudo bem, mesmo não estando
Sou um passarinho que voa
Nas asas do teu coração
Pomba branca a sonhar
Na ternura da minha paixão
Paixão sem horizontes
Num planeta encantado
Onde o sol sempre brilha
Como um sonho terminado
Se sou o amor
De tua vida,
Porque me colhes
E me desfolhas
Arrancando_me
Do meu pedestal
Meu altar meu santuário
Sou apenas uma rosa
E possuo meus espinhos
Minha beleza te encanta
Porém meus espinhos
Te ferem,
E se me colheres me roubarás
A beleza
Tristemente em tuas mãos
Murcharei
deixe-me ser apenas
Tua flor.
Que eu continuarei
A encantar
A todos que passam
Pelo teu jardim.
Neide Aparecida de Castro
Sou o que Fica -
Eu sou o que fica parado, contra o tempo,
numa espera inútil e cansada,
num espaço aberto, contra o vento,
onde a Alma está ainda agrilhoada.
Sou o que fica depois de tudo terminar,
calado, ausente de esperança,
num silêncio abrasador, a chorar,
mas com alguma Fé e Confiança.
Sou o que fica vestido de madrugada
com sapatos de silêncio à beira mar
e que caminha numa longa estrada
numa pressa incessante de chegar.
Eu sou o que fica sem ficar
a mágoa apetecida sem razão
o triste barco ao cais pronto a largar
a que o destino deu o nome de solidão.
Sou filho de quem
Sou filho da arvore
Fiz dos troncos irmãos
As folhas minhas primas
Querem o chão
Meu pai terra
Sempre a me regar
O primo vento a me balançar
Sou filho do rio ribeira
E era guri na nascente
Depois de muito correr
Até moleque virei
Os peixes que ele ama
Com beijos conquistei
Sou filho do nego descalço
Que não quer pisante
Quer sentir a terra fértil
Sempre, todo estante
Sou filho do índio
Que perdeu toda minha família
E hoje mais bastardo
Vai de auto atrás da alegria
Sou filho da rosa
Em cada pétala uma tia
Cada acúleo uma realidade
Fiz da natureza minha namorada
E hoje colho minhas felicidades.
Sou filho do mar
Que com toda sua humildade
A baixo de todos ficou
E assim construiu toda seu imenso amor.
Weberson Domingues; Eu.
A vida é uma interação contínua de mentes. Hoje eu ajudo. Amanhã eu sou ajudado. Hoje eu impeço um sofrimento. Amanhã alguém me impede de sofrer. O hoje me ajuda no amanhã, mas não faço o hoje pelo amanhã por mero interesse. Faço o hoje por hoje mesmo. Só por hoje, e me sinto livre de tornar alguém livre. Amanhã eu nem sei se chega. E nem importa, hoje é o que vale. Nunca importou a volta. O prazer do caminho é caminhar. O prazer da liberdade é ser livre.
Eu sou como qualquer outra pessoa, egoísta e orgulhosa, a única diferença é que eu ajo diferente, eu sou uma pessoa que age por impulso, que machuca as pessoas sem se arrrepender, sou uma pessoa manipuladora. Eu sei oq eu sou nunca precisei das pessoas para ficar me falar isso.
Lidar comigo
É fácil lidar comigo.
Sou uma pessoa que muito sorri e pouco acha graça. Mas quando acho, ela parece não querer me deixar.
Não falo aquilo que querem ouvir. Apenas quando condiz com a realidade.
Ora simples, ora modesto. Sempre solidário.
Não confunda minha cordialidade com bajulação. É apenas uma questão de ética a serviço da convivência. Não obstante, você receberá de mim o dobro do que eu receber de você.
Quer me conhecer? Abra o meu livro e leia as minhas páginas.
Conquistar minha confiança? Não precisa. Você a tem até o dia que escolher.
Sou para todos os momentos e para momento algum.
Sou para todos e para ninguém
Eu sou Deus antes da medicina
Antes de tudo, Eu já existia
Eu sou dono das noites de choro
E também das manhãs de alegria
Sou um pássaro branco
entre nuvens e as estrelas
viajo entre os mundos
do céu ao inferno
do fogo a água
da vida a morte
Estou passando pelas nuvens
observando o sol se esconder
e a lua aparecer
as estrelas dançando
em uma linda melodia
o fogo se acendendo
a terra descansando
e o mar indo e vindo
Sou as manhãs de sol
e os trovões da noite
sou um livro em branco
sendo escrito
Estou vagando pelos paralelos
andando pela terra
voando sobre o mar
apenas observando
Inflado de fé e no amor
Avanço a toda fronteira
Junto a Ti sou o que sou
Nosso encontro nunca termina
Eterna e envolvente é Tua Beleza
POESIA DO AMOR
É tão bom ser teu que eu sou
E a teus pés derramado
Pouco importa o passado
Tudo a favor
É tão simples o amor
Eu ei de amar
Ei de morrer de amar
Esse amor sem mistério
No seu tempo ele é eterno
Me arrasta pro seu mar
E me ensina a te amar
E em meio à solidão
Me encontrei com Deus
O meu caminho se cruzou com o seu
Corri ao seu encontro
Sem amor não sou ninguém
Se amanhã
A saudade doer
Que o vento carregue
E o silêncio vá breve
Esqueço da razão
Deixo vir do coração
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