Nao sou seu Quase Amigo e
O meu eu oscila em diferentes tempos .As vezes sou um bebê,que não sabe de nada,não entende nada,precisa apenas do alimento que vem de sua mãe para não chorar.
Por outras sou uma criança,já entendo alguma coisa,não tudo,mais o melhor faz parte de mim,a brincadeira não me falta,o meu sorriso é cordial e a minha alegria irrefutável.
E como tantos e tontas,tem dias que sou apenas aquela adolescente susceptível, onde o mínimo me incomoda,um olhar já me despreza e lá se vão as minhas duras palavras,ofendendo a qualquer um que ousar me desafiar.Depois me tranco no quarto,me olho no espelho e só me arrependo,começo a chorar.
Também tenho o jovem,que acha que sabe tudo,acha que pode fazer tudo,comandar e mandar no mundo sem pensar nas conseqüências.O meu umbigo é o centro do universo e tudo faço agora,nada espero.
Meu eu tem porém o adulto,aquele que observa um mundo mais maduro,que sabe,mais não sabe tudo,que quer,mais que também não quer tudo,quer apenas o basto para continuar o seu viver.
E o melhor,o que mais me surpreende quando o identifico em mim,o velho,não aquela idéia de velho e bengala,mais a idéia do velho que fala,que aconselha e mostra ao mundo o que sabe.O meu eu velho reuni todas as minhas outrora e isto é que me faz ser diferente a cada instante de meu viver.
“Fora de mim”
Já não sei quem sou
Sinto-me mudado.
Já não sou mais eu,
Sinto-me alterado.
Meus passos são sem direção
Meus caminhos são incertos
Ando sem destino
Minha jornada parece ser em vão.
A cada hora sinto-me diferente
Um mutante em constante alteração
Minha face! Vejo-a desfigurada
De mim, estou ausente!
13/08/2010
Olhe para mim e me veja individualmente, e não pelo que me cerca. Eu sou apenas uma parte desse todo!
Eu Poeta
Não digas nada.
Não me olhes com desprezo.
Eu sou um poeta,
Um poeta de uma só paixão.
O poeta é um louco,
Um louco na imprudência de amar.
O poeta é um tolo,
Um tolo apaixonado.
O poeta é uma criança
Uma criança sem pudor.
O poeta é um homem.
E como homem ele sofre por amar.
Gostaria de ser uma máquina do tempo...mas não sou...o que sou?? uma Máquina que se enferrujou pelo tempo!!"
Para que deixar de ser eu mesma;
E dizer ao mundo coisas que eu não sou;
Prefiro conquistar amigos pela dor da verdade;
A que conquistar pelo doce da mentira;
Para que fingir para mim mesma ;
E deixar os outros acharem o que quer;
Prefiro seguir adiante mesmo não tendo ninguém ao meu lado;
A minha vida não passa de uma tela de cinema;
Onde todos assistem apreencivos ao que vai acontecer;
O roteiro da minha vida sou eu quem faço;
Também não preciso de diretor apenas alguém que me mostre o caminho do bem ou do mal;
Falando a verdade ninguém se importa se o filme da minha vida é bom ou não;
Ninguém ira se importar se no filme o mal vence o bem;
Ou se mocinha não ficar com o mocinho;
Se terá acusações ou acidentes;
Ou se a mocinha vai ser feliz;
Na verdade ninguém se importa;
Mas eu como única protagonista me importo com o que eu faço;
Não ligo se no fim do filme irão bater palmas;
Sei que irei gostar do final do meu FILME.
Quem dera eu
Uma emoção além do infinito
Mas que cabe aqui dentro
Como sou um ser pequeno
Não sei como possa caber
Só sei que ela tenta escapar
E vem uma vontade louca de gritar
Ao mundo o que não sei explicar
O que não consigo entender
O que se pode dizer de uma doença
Tal como uma sentença
Que tem que se carregar
Correntes pesadas
Que se leva por onde passa
Mas se tivesse escolha
Não haveria de largar
O quanto eu te amo
O quanto amo te amar
E como odeio
o quanto te amo
Queria poder acabar
Com todo esse amor
Por puro medo
Medo de sofrer
Mais viver sem ele
È o pior sofrimento
O pior sofrimento,
Que eu possa ter
E vem uma solidão
Uma saudade
Por sua ausência
Falta de sua presença
Por mim tão adorada
E uma inveja descontrolada
De todo o seu ser
Que um dia desejei
Ser pra sempre meu
Afinal quem dera, eu
Poder fascinar alguém
Assim como tu me fascina.
A estrada
Caminho pela estrada
Sou apenas o que sou
Anoitece pela estrada
E não sei aonde vou
Vivo nessa estrada
Tendo passos como companhia
Sonho nessa estrada
Estrada em que vivia
Eu ainda me lembro
De sonhos que contei a ela
Me respondia com silêncio
E a paciência da espera
Era tudo muito simples
Minhas lágrimas nela caía
E a humilde estrada
Sempre compreendia
Com ela o tempo passava
Nos segundos que sorria
Minha única velha estrada
E nada de mim exigia
Só precisava com ela estar
Estrada da minha infância
Ela nunca me disse nada
Mas me dava esperança
Um dia como outros
Na estrada não voltei
Fui mais uma pessoa
Que sonhos realizei
Tinha tudo que queria
E a estrada sempre lá
eu conhecia o mundo
E ela sem sair do lugar
Mas então percebi
Que algo já não tinha
Não andei mais pela estrada
Já estava sozinha
Agora me mantia presa
Ao mundo resultado a nada
E por onde hoje passo
Não encontro a mesma estrada
Estrada que me sentia bem
Me consolava a cada dia
E a estrada que passava
Hoje estava vazia
Eu não sou um mais um , sou alguém , alguém que não pode ser entendido,pois mesmo com ideias surreais e escrotas o que me faz ser original é miha personalidade.
Não sei como consegui viver tanto tempo escondendo esse amor. Sinceramente, acho que sou uma boa atriz!
Eu não me conheço mais. Sou uma lebre que começa a parar de correr no meio da estrada e deixa as tartarugas avançarem.
Não me importo de sofrer, deve está pensando que sou masoquista né? Mas não é isso, a questão é que eu não me importo de sofrer pela pessoa que eu amo.
Quem sou eu? capaz de praticar coisas que a maioria não pratica, capaz de ter pensamentos praticamente impenssáveis
'Posso não ser o mais doce.. doce, nem a melhor verdade, mas sou verdadeira quando me apresento à vida. '
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