Nao sou seu Quase Amigo e

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Intimidade gera aborrecimentos ou filhos. Como não quero aborrecimentos com a senhora, e muito menos filhos, trate-me por Senhor.

Versos... não. Poesia... não. Um modo diferente de contar velhas estórias.

Cora Coralina
Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. São Paulo: Global Editora, 2014.

Nota: Trecho do poema Ressalva.

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Entenda: quando uma pessoa te ama de verdade, ela não desiste de você nunca!

Sem correr riscos não estamos vivendo, apenas existindo.

Não há pessoa, por temerosa que seja, que não possa se tornar um herói por amor.

Se eu não fosse depressivo eu seria um louco!

ele
não me ensinou
como
amar
a mim mesma,
mas ele
foi
a ponte
que
me ajudou
a chegar
lá.

A maior dor da perda é você saber que não deu valor à presença.

Os amores nos ensinam
que os sorrisos não enganam
por isso que só rimam
em bocas que se amam

Se não acredita no "amor a primeira vista", não zombe dos sonhos dos outros.

Eu disse que você era especial, não única.

Boa Noite!

Não existem certezas nessa vida.
Porque der repente, em frações de segundos tudo pode mudar.
Mas uma coisa é certa, todos os dias temos a oportunidade de fazer algo diferente e superar o que for preciso. Existe uma força que vem de dentro da gente: ela nos move e muito vezes nos auxilia... A fé que alimentamos e a coragem de continuar.
E eu acredito em você, acredite em você também.

Mais um dia está se despedindo, a noite vem chegando, sei que tem quem ainda está trabalhando ou estudando, mas para uma grande maioria, é hora de descansar. Vamos acolher a noite com gratidão e imaginar um amanhã feliz, onde o melhor poderá acontecer. Merecemos e, é claro que merecemos! Deus nos ama. Qual melhor razão, para que no novo dia nos despertemos felizes, cheios de esperança e gratidão em nosso coração?

Tenha uma noite ilumina de muita paz, perfumada de bons sentimentos e repleta de lindos e bons sonhos!

No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso, não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem; eu sou aquela pessoa que acredita no bem, que vive no bem e que anseia o bem...

Devocional



Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.


Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.


Sou eu.


Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?


Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.


Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.


Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.


Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.


13 de Janeiro 2026

Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.


Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.


Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?


Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.


Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.

O amor não some só porque você declara que vai seguir em frente.

Muitas vezes Deus se cala... Mas o silêncio de Deus não significa que Ele desistiu de você... Todo dia Deus pensa em você. A cada minuto Deus se importa com você. Queria que você soubesse, que essa aflição, angústia e sofrimento já tem dia e hora para acabar, deserto e lugar de passagem não de moradia. Na alegria ou na tristeza, jamais desista de continuar a jornada. Faça uso da perseverança. Encontre a coragem dentro de você.
Tenha fé e siga em frente...

E se um dia você perceber que eu não falo com você há um tempo, lembre-se: foi você que me afastou.

O mundo mudou, não é novidade. As pessoas ficaram loucas, depressivas e assanhadas. E meus valores, meus princípios, meus sentimentos e minha alegria não estão a venda. Obrigado.

Nunca tive desgosto algum que uma hora de leitura não dissipasse.