Nao sou seu Quase Amigo e

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Todas as mulheres querem ser estimadas e dão bastante menos importância ao fato de serem ou não respeitadas.

Não é bom dizer mentiras; mas quando a verdade puder trazer uma terrível ruína, então dizer o que não é bom também é perdoável.

O sábio não tem conceitos inflexíveis. Adapta-se aos dos outros.

Do fanatismo à barbárie não há mais do que um passo.

Contra quem cala não há castigo nem resposta.

Há muita gente infeliz por não saber tolerar com resignação a sua própria insignificância.

Feliz aquele que reconhece a tempo que os seus desejos não estão de acordo com as suas faculdades.

Passo a passo. Não consigo pensar em nenhum outro modo de se realizar algo.

Para aplicar a pena de morte, a sociedade deveria ostentar a autoridade moral de não ter contribuído em nada para fabricar esse criminoso.

Um homem que não morreria por algo não é digno de viver.

A burrice não tem fronteiras ideológicas.

A vida é ou uma aventura audaciosa ou não é nada. A segurança é geralmente uma superstição. Ela não existe na natureza.

Com trabalho, inteligência e economia só é pobre quem não quer ser rico.

Se queres ofender um adversário, elogia-o em voz alta pelas qualidades que ele não possui.

A verdade é como o Sol. Ela permite-nos ver tudo, mas não deixa que a olhemos.

Concentre todos seus pensamentos na tarefa que está realizando. Os raios de sol não queimam até que sejam colocados em foco.

Alexander Graham Bell

Nota: entrevista publicada em "How They Succeeded", por Orison Swett Marden, 1901

Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento.

Se a escravatura não é má, nada é mau.

Justiça é consciência, não uma consciência pessoal mas a consciência de toda a humanidade. Aqueles que reconhecem claramente a voz de suas próprias consciências normalmente reconhecem também a voz da justiça.

A virtude é o primeiro título de nobreza; eu não presto tanta atenção ao nome desta ou daquela pessoa, mas antes aos seus atos.

Molière
MOLIÈRE, J.,Don Juan, ou le festin de pierre, 1810