Nao sou seu Quase Amigo e
Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.
Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.
O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.
Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.
Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.
Agarro-me ao fútil, por vezes,
Numa tentativa quase inútil
De encontrar vãs respostas.
Encontro apenas escombros
De vidas atrapalhadas
Que não criam seus próprios caminhos
Preferindo as mesmas estradas.
Vivem num mundo de sombras
Criado com muitos cuidados,
Para não incomodar os fantasmas
Que os mantem comportados.
Sildácio Matos
A discordância percorre solos férteis, onde as ideias tendem a avançar; a intolerância quase sempre se instala em campo estéril, onde tudo já secou por dentro.
Chegam sem alarde,
sem passos que ecoam,
quase como quem pede licença
ao próprio ar.
Mas quando ficam…
mexem em tudo.
Viram o avesso da alma,
tocam onde ninguém ousou tocar.
Não gritam, não exigem,
não fazem tempestade —
são chuva fina
que insiste…
até encharcar o coração.
Têm cheiro de abrigo,
voz de oração baixa,
mãos que curam
sem anunciar milagre.
Helaine machado
Prá mim, é quase um malabarismo manter a lucidez
que é tão imprescindivel na vida...
☆Haredita Angel
A súbita e idealizada paixão política
faz quase tudo descambar para o esvaziamento medonho
do debate público.
Não é a paixão em si que corrompe o diálogo, mas a forma descarada como ela se instala: rápida demais, inflamada e, sobretudo, impermeável.
Quando a política deixa de ser um campo de construção coletiva e passa a funcionar como extensão da identidade individual, qualquer discordância soa como ameaça — não a uma ideia, mas à própria pessoa.
Nesse ponto, o debate deixa de ser uma troca e se transforma em confronto.
A idealização cumpre um papel ainda mais sutil.
Ela simplifica o mundo, reduz complexidades e oferece narrativas muito fáceis, quase reconfortantes.
Há sempre heróis irrepreensíveis e vilões absolutizados.
Mas o preço dessa simplificação é alto demais: perde-se a nuance, a ambiguidade e, com elas, a possibilidade de compreender o outro.
Sem isso, não há debate — apenas reafirmação.
O esvaziamento do debate público já não acontece por falta de opiniões, mas pelo excesso de certezas.
Quando todos já chegam convencidos, o espaço comum deixa de ser um lugar de escuta e passa a ser um palco de monólogos simultâneos.
Argumentos são substituídos por rótulos, e a dúvida — elemento essencial do pensamento — passa a ser vista como fraqueza.
Talvez o desafio não seja conter a paixão política, mas desacelerá-la.
Permitir que ela amadureça, que conviva com a dúvida, que aceite a frustração.
Uma paixão que não precise ser absoluta para ser verdadeira.
Porque é nesse intervalo — entre convicção e a escuta — que o debate pode, enfim, voltar a existir.
A balsa no velho rio quase é um contraste...
Tecnologia é um espaço translúcido num espaço da mente vazio,
Nos moldes fakes news o rio tornasse limpo com peixes tão vivo em meio o lixo e a degradação,
A beleza de outras vidas o mundo já foi um mundo complexo cheio de paradigmas de vida,
As pessoas torna se bots de sistema de algoritmos e suas ações são de um único pensamento de um único ser,
Tudo está vencido numa deepfake o modo democracia e os novos moldes fakes news paralisação as pessoas seus atos são apagados e calculado para que nunca acorde se acorda sera tarde pois sua vida resiste mais não pode mudar mais nada, só pode fazer parte da alienação intelectual coletiva.
Um pensamento
Ns vida um homem viveu a vida toda trabalhando ate quase morrer nunca parou pois riqueza seu desejo...
Ate que...
Envelhece compra um iate em sua festa um ser o observa e pergunta valeu apena nada disso tem valor real...
Pois que realmente importa tem?
O silêncio o tomou...
Alguém o chama venha comemorar
O ser diz comemore foi embora...
Nada mais fora visto pois sois poeira ao vento o importante esta dentro de voce.
O que disseram sobre mim quase me fez parar…
Mas o que Deus declarou me fez continuar.
E é por isso que hoje eu sei exatamente quem eu sou: escolhida.
— Lílian Arriel
Vivemos tempos em que a pressa virou rotina,
e sentir profundamente passou a ser quase um ato de resistência,
porque o mundo exige respostas rápidas para dores que são lentas,
sorrisos imediatos para feridas que ainda sangram em silêncio,
companhias virtuais para vazios cada vez mais reais,
muitos conversam o dia inteiro, mas poucos realmente se escutam,
há casas cheias e corações desertos coexistindo sem alarde,
gente exibindo felicidade enquanto coleciona cansaços invisíveis,
relações rasas em excesso e compreensão em escassez,
esta é a realidade: nunca estivemos tão conectados e tão ausentes.
O Quase Perfeito do Amor
Eu perco o ar ao falar de amor.
Você deveria ceder antes.
Tivemos paz, vivemos um romance.
Nada que envolva o amor é supérfluo.
Aquele nosso quadro fala —
ele narra a sujeira do desamor
e mostra que só o amor prospera.
Era um laço que jamais sangraria.
De mãos dadas, éramos bem-amados.
Sou um homem, mas, às vezes,
carrego pensamentos que julgo femininos, talvez eu esteja tomado
por uma ideia de amor mais que perfeito.
Eu só quero ser amado.
E ainda me choca pensar
que alguém de confiança
possa estar te traindo.
Quando os ventos contrários quase me derrubaram, foi Deus quem me firmou no chão. Quando as lágrimas tentaram me afogar, foi Ele quem trouxe alívio ao meu coração. Não foi sorte, não foi coincidência...foi cuidado, foi amor.
Há dias em que a dor é só uma marola... suave, quase mansa.
A gente até acredita que aprendeu a lidar. Mas então vem outra onda, maior, e nos engole por inteiro.
Precisamos ter cuidado com o “amém” que dizemos quase sem pensar… e com o “pode deixar que eu vou orar” que, muitas vezes, não cumprimos.
Diante de Deus, palavras não são leves... elas têm peso, têm verdade, têm compromisso.
Que o nosso“amém”(que significa: Assim seja!) seja sincero… e que a nossa oração seja vivida, não apenas prometida. Porque Deus sonda o coração e conhece a intenção de cada palavra.
Há uma santidade quase mística no cansaço de quem deu tudo de si no campo de batalha da própria mente, sem recuar um centímetro sequer diante do abismo que o medo cavou. O verdadeiro herói não é aquele que ostenta uma armadura intocada, mas o que levanta com o peso de mil derrotas nas costas e ainda consegue sorrir para o sol com o olhar de quem já viu o inferno. A melancolia é o combustível dos fortes, o filtro aristocrático que separa o ouro da nossa essência do entulho das expectativas alheias, fúteis e vazias. Seja o regente soberano da sua própria agonia e faça dela uma abertura triunfante para os dias de glória que o destino, por justiça, agora te deve. A dor não é um fim, é o prelúdio necessário para a sua coroação.
- Tiago Scheimann
A esperança é uma teimosia quase sagrada que insiste em existir mesmo quando tudo dentro de você já desistiu.
Podemos vencer inteligentes, estudiosos e até sábios, com um simples argumento; mas, é quase impossível, qualquer racionalidade, com quem é ignorante, alienado ou enviezado ideologicamente.
Prof. Eduardo Henrique Cabrera
"A alegria raramente é um acontecimento grandioso. Quase sempre é apenas o instante em que uma dor se recolhe. Dar alegria a alguém é oferecer-lhe esse breve repouso onde o espírito respira."
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