Nao sou seu Quase Amigo e

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"Pra que Papa e Papado? Ou como perguntou aquele quase Fiel: 'O que faz um Papa?' "
Minha Frase 0067, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Na hora 'H' quase todos fogem da solidariedade. Por isso, eu me agarro somente aos fatos, à verdade e a Mim mesmo!"
Frase Minha 0100, Criada em 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Hoje, um “bom dia” soa quase herético, a gentileza desperta olhares desconfiados, o afeto provoca incômodo. Chegamos ao ponto em que ser humano é resistência, e a ternura, um ato de coragem.

Às vezes a voz de Deus sussurra. A esperança é um som leve, quase imperceptível, mas suficiente para mover montanhas internas. Quem ouve o chamado na escuridão, já está a caminho da luz.

No deserto, o conforto virou dor, eo silêncio me acusava sem piedade. O frio do esquecimento quase apagou meu nome… Até que ouvi a voz do Pastor chamando por mim.

⁠Boa tarde, é quase Natal!
Que nada te impeça
de se ficar em paz com
si mesmo se reconciliando
mesmo com aquele que
não te permite diálogo,
a oração é a chave desta
e de qualquer situação.

⁠De tanto ouvir sem interpretar, quase virei tamanduá. Vovó falava que formiga era boa pras vistas.

⁠Dele, quase ninguém sabe mais nada… só sabe postar no Pensador.

O mundo e quase tudo que nele existe foi criado pela palavra…
Mas é pela ironia que ele quase sempre subsiste.


Quando a polarização, acompanhando a carruagem, se reinventou, essa corja convenceu parte do povo a se armar a pretexto de segurança para não perceberem que o chicote era a Bíblia mal-intencionada em suas mãos.


Não obstante, essa ironia, demonizaram a mídia só para monopolizar sua atenção.


Hoje elas não têm pauta mais relevante, senão dar palco para o encardido que arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


O diabo é um gênio!⁠

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.

Quase ninguém sabotaria seus próprios sonhos, se eles fossem ordens do chefe.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

⁠Nas Estradas da Distração, quase sempre a Morte convida um Bobo pro mesmo Rolê.

⁠Espero que em meio de tanta (Cão) fusão, onde — quase sempre — a Arrogância, a Prepotência e o Autoritarismo se confundem com Bravura, a Vingança com Justiça e o Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão — a Desumanização não se confunda com Demonização.

⁠Para as nossas velas machucadas, quase todos os ventos são tempestades.

⁠“Moleques meninos”
mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses
homens moleques.


Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.


Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.


Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…


Não é humilhação, é linguagem.


Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.


Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização.


E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.


O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece.


Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.


Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…


Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.


Porque o não, quando respeitado, educa.


Quando ouvido, humaniza.


E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.


Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.


E a reflexão, uma necessidade inadiável.


Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.

⁠Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!

⁠⁠Hoje a Sorte me abraçou tão apertado, que quase cansei!
Gratidão por mais um dia vencido, meu Pai Amado!


Há dias em que a Sorte não chega como visita discreta: ela entra sem pedir licença, aperta, envolve e até pesa.


Não pelo fardo, mas pela intensidade.


É um abraço tão cheio que o corpo quase cansa, e a alma, surpresa, precisa parar um instante para respirar e entender.


Talvez a Sorte não seja apenas o que dá certo, mas a força para atravessar o que poderia ter nos derrubado.


Ela se manifesta no fôlego que não faltou, no passo que continuou mesmo trêmulo, na coragem silenciosa de permanecer.


Vencer o dia, às vezes, é só não desistir dele.


E quando o cansaço vem depois do abraço, ele não é sinal de fraqueza, mas de travessia.


Só se cansa quem caminha, quem enfrenta, quem carrega o que precisa ser carregado sem largar a fé no meio do caminho.


Gratidão, Pai Amado, por mais um dia vencido…


Por mais um ano vencido.


Não porque foi leve, mas porque foi sustentado.


Não porque tudo sorriu, mas porque, apesar de tudo, seguimos de pé — sempre abraçados pela Tua misericórdia.


Que no próximo ano toda Sorte de Bençãos e Misericórdia continue nos encontrando, nos fortalecendo e, acima de tudo, nos mantendo de pé.


Amém por cada dia vivido e vencido!

⁠Os que confundem alegria com euforia e comemoração com rojão, quase sempre ignoram qualquer coisa…


Inclusive os gemidos dos corredores de um hospital.


Há quem acredite que a alegria só se prova no estrondo, que a celebração precisa ferir o silêncio ensurdecedor do outro para existir.


Confundem euforia com plenitude, barulho com sentido, rojão com gratidão.


E, nessa mesma confusão ruidosa, seguem cegos para quase tudo — inclusive para os gemidos baixos que ecoam nos corredores de um hospital.


Ali, onde o tempo anda quase sempre mais devagar e a esperança aprende a respirar em doses mínimas — quase a conta-gotas — não se pede festa, mas introspecção e respeito.


O problema não é atravessar o réveillon entre leitos, soros e orações sussurradas.


O que dói é saber que, do lado de fora, há quem precise assustar para se sentir vivo, incomodar para acreditar que está celebrando, ignorar para não ter de sentir.


Enquanto alguns estouram fogos, outros lutam para não estourar por dentro.


Enquanto uns anseiam pelo ano novo, outros tentam apenas continuar no ano que ainda não acabou.


E talvez a maior das misérias não seja a ausência de festa, mas a ausência de sensibilidade.


Porque a alegria que precisa ferir o outro para existir, já nasceu vazia.


E toda comemoração que não cabe no silêncio respeitoso diante da dor alheia não passa de barulho — alto, breve e profundamente oco.


Aos que respeitam o outro — especialmente os enfermos, autistas, bebês, idosos e os animais — Feliz Ano Novo!