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Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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O autista não precisa "se curar" para pertencer; ele pertence justamente por ser quem é.

Para os espiritualistas, para os que acreditam que o sentido da vida não acaba aqui e para aqueles que acreditam nas experiências cientificas do quase morte e no processo evolutivo da reencarnação. A partir destes conceitos, acreditam se que a criança vem autista por opção, que no plano astral ela, escolheu uma mulher ou uma família com o nítido objetivo de amadurecer o amor incondicional. A criança é agente e propositor da afetividade divina ao diferente. Um agente do processo evolutivo humano, tão descrente neste momento planetário de duvidas no caos contemporâneo.

TODO FILHO PRECISA DE UM PAI QUE ORA


De acordo com Platão, “não deverão gerar filhos aqueles que não querem dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los”. Nesse sentido, todo filho necessita de um pai que lhe ofereça direção e proteção. A figura paterna exerce papel fundamental não apenas como provedor material, mas também como guia espiritual e moral. Ao se colocar em oração, o pai fortalece a própria fé e intercede pelo futuro de seus filhos. Essa prática representa uma ação de grande importância na vida de pai e filho, mesmo quando a história é marcada por experiências difíceis.


Em primeiro lugar, é necessário reconhecer que a presença paterna exerce influência direta na formação integral do filho. Mais do que prover recursos materiais, o pai que se coloca como guia transmite valores éticos e espirituais que moldam o caráter e fortalecem a identidade da criança. Essa orientação contribui para que o filho compreenda seu papel no mundo e desenvolva confiança diante dos desafios da vida. Assim, a figura paterna vai exercendo o papel de referência de responsabilidade e amor, fornecendo elementos indispensáveis para o crescimento saudável.


Além disso, a oração paterna representa uma prática concreta que reforça esse papel de guia e protetor. Ao interceder pelo futuro dos filhos, o pai demonstra que sua missão ultrapassa os limites do cuidado físico, alcançando a dimensão espiritual e emocional. Essa atitude evidencia que cada filho é portador de valor inestimável, digno de amor e atenção, mesmo quando sua história é marcada por dificuldades. Por exemplo, quando um pai ora pela saúde de um filho enfermo, pela sabedoria em suas escolhas acadêmicas ou pela proteção diante das influências negativas da sociedade, ele reafirma sua responsabilidade e amor. Dessa forma, a oração se torna expressão de hombridade e compromisso, fortalecendo os laços familiares e reafirmando a dignidade da pessoa.


Assim, também, “não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca” (Mt 18:14). Portanto, compreender o papel do pai como guia e intercessor é reconhecer que cada filho carrega dignidade e valor inalienável.
Valorizar essa prática é reafirmar a importância da família como espaço de proteção e crescimento, onde o amor e a responsabilidade se transformam em pilares de esperança. Autor: @R_drigos
Dessa forma, a oração paterna se revela como uma poderosa expressão de compromisso e fé, contribuindo decisivamente para a vida e o futuro dos filhos.
Autor: @R_drigos

"Ninguém te odeia mais do que aquela pessoa que sabe que você não acredita no fingimento dela…"


— By - Marcélio⁠

Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.


______Sim__


🤗

Reconhecer e honrar a ancestralidade não é carregar um peso, nem idealizar o passado. É aceitar o que foi, como foi e, a partir disso, florescer com inteireza, autenticidade e liberdade.

Dizer “não” é uma das formas mais poderosas de afirmar sim para si mesmo. É um limite saudável que protege sua energia e define até onde o outro pode ir

Amor que só existe quando você cede não é amor, é dependência disfarçada de vínculo. E dependência, ainda que silenciosa, sempre cobra um preço alto de quem a sustenta.

O corpo não é um obstáculo à espiritualidade, ele é o caminho. Cada dor que pulsa, cada prazer que vibra, cada silêncio que repousa no ventre é um ponto de contato com o Sagrado.

“Compreender a alma sob a ótica cabalística não é apenas uma teoria, é um convite à transformação real, à elevação e ao alinhamento com a luz.” - do livro Cabala Viva

“Você não veio pra caber. Você veio pra habitar. Habitar a própria vida. Habitar os próprios limites. Habitar os vínculos que suportam sua presença real.” Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que momento você é você?

“Ser inteiro não é ser inflexível. É ter um eixo interno que permanece mesmo quando o entorno muda. É poder se ajustar sem se fragmentar.”

Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que momento você é você?

“A força feminina não é uma força de imposição mas de gestação. Ela se move nas entrelinhas, gera cultura, transmite valores, cuida do invisível. Ela não destrói para vencer. Ela transforma para servir à vida.”

Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado

“A tecnologia oferece meios eficientes para reduzir o desconforto, mas não pode substituir o processo de amadurecimento que ele possibilita. Quando utilizada de forma automática, ela encurta caminhos que precisariam ser percorridos.“

- Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”

- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma

“Olhar para quem você precisou ser não é sobre buscar culpados, é sobre libertar escolhas. É entender que muitos dos seus comportamentos atuais não nasceram do desejo, mas da necessidade.”

- Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que você é você?

Ser inteiro não é ser rígido.
Não é resistir a tudo, nem se fechar ao que muda. É ter um eixo que sustenta quem você é, mesmo quando o entorno se transforma.
Existe uma diferença entre se adaptar e se perder. Entre flexibilizar e se fragmentar.
Quem tem um centro não precisa endurecer. Mas também não se dissolve para caber.
Ajustar não é abandonar a si mesmo.
É se mover sem romper o que te sustenta.
No fim, não é sobre permanecer igual.
É sobre continuar sendo você, mesmo em movimento.

Existe um ponto de contato com o Sagrado que não passa pela mente. Ele acontece no sentir.
Naquilo que pulsa antes de ser nomeado, no que atravessa o corpo sem pedir explicação. Sensações que, muitas vezes, são ignoradas por não caberem na lógica.
A dor não surge por acaso.
O prazer não é distração.
O silêncio no corpo não é vazio.
Tudo isso é linguagem.
Quando há escuta, o corpo deixa de ser apenas matéria e se revela como presença. Como um espaço onde algo mais profundo se manifesta.
A desconexão começa quando tudo precisa ser entendido. A reconexão começa quando algo pode ser simplesmente sentido.
O Sagrado não exige distância. Ele se revela na intimidade da experiência.

“Quando você se acolhe, você se fortalece. Não com armaduras, mas com raizes. E raizes não correm, elas sustentam. Em tempos de caos, ser sua própria raiz pode ser o gesto mais corajoso e curador de todos.”

- Trecho do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo

“A criatividade não exige técnica. Ela exige permissão. Permissão para fazer feio, para errar, para brincar, para sair do automático. O processo criativo não é sobre o resultado, é sobre a liberdade que ele libera em você. Não espere estar bem para criar. Crie para ficar bem. Deixe que a arte (a sua arte) seja a sua medicina.”

- Trecho do livro O centro é você: como se reencontrar no meio da confusão do mundo