Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
A vida não nos dá apenas experiências; ela nos entrega lições, porque tudo o que se vive, se aprende, e tudo o que se aprende, nos transforma.
Amar não é só sentir, é construir. E nenhum relacionamento se constrói onde não há diálogo. Quando um casal para de conversar com o coração, começa a falar apenas com mágoas ou silêncios. É no ouvir verdadeiro que se entende a dor do outro, e é na disposição de mudar que o amor amadurece. Ficar juntos é uma escolha diária, e essa escolha exige empatia, paciência e a coragem de reconhecer que às vezes, o amor mais forte é o que se transforma para não perder o outro.
Não importa o quanto você ame alguém, não importa se daria a vida por esse amor... A reciprocidade não vai haver por causa disso.
O ser humano não precisa de muita coisa para viver, desde que ele inclua no seu dia a dia afeto, empatia, atenção e interesse genuíno, isso pode fazer com que o seu dia seja maravilhoso.
Acreditar no impossível nos limita; admitir que não sabemos como realizá-lo nos liberta. No momento em que abandonamos as certezas do que 'não pode ser feito', entramos no Ponto Zero.
Ali, aprendemos que o nada não é um vazio, mas o silêncio fértil onde a visão tece o invisível até que a realidade seja forçada a se reescrever.
💕✨️...não faz mais parte destes momentos...fica guardado na moldura do tempo...no quadro emoldurado pela saudade do brilho do seu olhar...sempre brilhando...sempre..."✨️💕
Amor não se embrulha
Neste final de ano,
muitos pais abriram caixas,
laços bem feitos,
sorrisos ensaiados.
Ganharam o que brilha,
o que se compra,
o que se exibe,
o que termina no uso.
Mas o que muitos desejam
não vem com etiqueta...
querem ternura sem data,
abraço que não tenha pressa.
Querem cuidado cotidiano,
presença que não negocia,
escuta que não se ausenta,
amor que não pede ocasião.
Um dia, quem hoje presenteia
também sentirá o peso do tempo,
e aprenderá, tarde ou cedo...
Que carinho verdadeiro não se embrulha.
o ontem não admite recurso.
O amanhã não oferece garantias.
Só o hoje sustenta a prova viva da existência.
Tudo que vai, volta, aqui ninguém esquece
O mundo cobra caro, a rua não perdoa, cresce
Virei pro lado e dormi pra não enlouquecer
Tem guerra dentro da mente que não dá pra você ver
- música Nasci pra ser selvagem do dj gato amarelo
Como Ser Feliz no Brasil
O Cristo, lá do alto, não abre mais os braços —
estão cansados.
Ele olha o Rio e chora.
Chora como quem já não tem mais lágrimas,
só sangue.
O sangue desce pelas vielas,
mistura-se à chuva,
escorre pelas escadarias do morro,
lava o rosto de uma cidade que esqueceu o que é piedade.
Uma menina grita —
o pai caiu no chão, o peito aberto, o olhar parado.
Ela chama, chama, mas ninguém vem.
E o Cristo, imóvel, observa,
com o olhar pesado de quem carrega todos os mortos
e os que ainda vão morrer.
O policial também caiu.
Não é herói, nem vilão —
é um corpo traído pelo Estado,
um corpo sem preparo, sem futuro,
usado como escudo na guerra dos que nunca sobem o morro.
E o povo grita.
Mas o grito se perde.
Sobe, se mistura ao vento quente,
vira eco, vira reza, vira desespero.
Do outro lado da tela, nas redes,
há quem sorria.
Blogueiros, políticos, comentaristas de sofá —
todos erguendo taças,
festejando o sangue que correu.
Dizem que não foi chacina,
foi faxina.
Mas não eram bandidos.
Eram pais.
Eram filhos.
Eram avós, mulheres, trabalhadores,
gente que sonhava com o mínimo —
sobreviver.
Gente que acreditava,
mesmo que por instinto,
que ainda existia um Brasil para lutar.
Mas o Brasil não olha para os morros,
não sobe as escadarias,
não investe nas escolas,
não abraça o povo.
O Brasil aponta.
Atira.
E depois comemora.
A dor, agora, não cabe mais no peito.
O choro se mistura à lama,
o sangue vira notícia,
e o corpo negro —
o corpo que sempre foi o primeiro a cair —
vira espetáculo.
Dá ibope.
Vira estatística.
Vira silêncio.
E o Cristo, lá do alto,
já não parece uma estátua.
Parece um lamento.
Um lamento feito de pedra,
de fé cansada,
de humanidade morta.
O Brasil sangra no peito d’Ele.
E cada gota que cai
é um pedido de perdão
que ninguém ouve.
Porque aqui,
a caneta que deveria salvar,
assina a sentença.
E o Estado, que devia proteger,
mata.
Mata em nome da ordem,
mata em nome da paz,
mata porque aprendeu a matar
antes de aprender a cuidar.
E assim, o sangue desce o morro,
invade os rios,
chega ao mar,
e deságua no coração do país —
um coração cansado,
que pulsa em silêncio,
tentando, ainda assim,
ser feliz no Brasil.
O Dia dos Pais está chegando…
E junto com ele, vem essa dor silenciosa que aperta o peito.
Não vai ter abraço, não vai ter sorriso, não vai ter “feliz dia, pai”.
Só vai ter saudade — aquela que sufoca e não passa.
Enquanto muitos comemoram, eu só vou querer que o dia acabe.
Porque sem você, nada tem o mesmo brilho, nem o mesmo sentido.
Aprendi a disfarçar a tristeza, mas dentro de mim, tudo é ausência.
Pai, como dói viver sem você aqui.
E esse dia só me lembra o tamanho do amor… e da falta.
Te amo ontem, hoje e sempre.
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