Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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⁠Eu sinto saudade de algo que já vivi, esse algo foi a melhor coisa que me aconteceu, e por isso que doi tanto.

⁠dizem que a felicidade se encontra em dinheiro,muitos amigos, ou manssã, mas a felicidade eu encontrei no teu sorriso, no teu abraço apertado, é no teu olhar, a felicidade eu encontrei completamente em você

⁠Tem coisas que você pode resolver, so que as pessoas tem mania de achar que Deus vai resolver tudo, esquece irmão Deus não e um deus das coisas possíveis mais do impossível, o que eu quero dizer com isso, Deus não vai resolver as coisas possíveis para você, e bem simples, mas por que e simples? E porque o possível você pode resolver Deus não vai fazer isso para você, pois ele te deu capacidade para resolver, esquece Deus não vai entra nessas parada resolver seus problemas não cabe a ele, pois se ele resolvesse estaria quebrando o seu próprio principio que e o livre arbítrio, você teve seu direito de escolha você sabia que poderiam ter problemas, e com base nisso assim como você teve direito de tomar sua decisão você também vai ter direito de assumir alto responsabilidade pela suas escolhas.... agora se você quer algo impossível ai Deus entra, mais quando ele julga necessário, porque vamos lá você fuma 20 anos de sua vida, e depois tem um enfisema pulmonar e pede para Deus cura isso, mas você esquece que insistiu no erro 20 anos de sua vida, e com isso seguindo o mesmo princípio do livre arbítrio, você escolheu erra mas não so uma vez e sim por 20 anos, e depois que a cura ai procura Deus, ele pode cura pode, mas e se ele não cura quem causo o problema? Foi você... ai entra assumi responsabilidade pelas suas decisões você escolhe aquilo que quer, escolhe aquilo que julga ser melhor, mesmo avezes sabendo que não e! a responsabilidade de tudo que acontece na sua vida e culpa sua e de mais ninguém, você escolhe tomar decisões Deus te deu esse direito, mas também deu o direito de colher os resultados bons ou ruins simples assim.
Mas e se a pessoa tiver câncer de causa naturais? Não sei e ela e Deus, não sei que Deus preparou para a pessoa.
Quem e o maior profeta de nossas vidas? E incrível porque a resposta e simples, somos nós mesmos, somos nós que mandamos mensagem para futuro, você acorda tomando decisões simples, mas seu futuro depende delas. Suas decisões de hoje vão definir seu dia de amanhã, o futuro está aguardando você fazer por ele oque você nunca fez, e com isso te da oque ele nunca te deu! E quando isso acontecer as pessoas vão falar: menino você deu sorte. Mas você sabe que não e sorte e sim decisões que você tomou. Porque pessoas não querem tomar decisões na sua vida, poque não querem assumir responsabilidade com medo dos resultados serem ruins, conta um segredo para você aqui decisões que tomamos na nossa vida algumas nos levam a vitória e outras as derrotas, o erro e valido poque serve de aprendizado, um cara inteligente não vai ficar se lamentando com o erro e sim vai olha para o erro e ver uma solução de como não erra de novo, e não importa quantas vezes você erre, pois nunca vai erra na mesma coisa duas vezes, você aprende com seus erros e encima disso que você vai ter seu sucesso, errando e que se chega ao topo pois assim você vai aprender a não erra mais na mesma coisa!

⁠Ter você era o que eu queria
Ficar com você era o que queria
Sentir você era o que eu queria.
Eu não parei para perguntar o que você queria!

Hoje só temos a ganhar 💕🤝⁠

⁠Aqueles olhos castanhos claros, que por um momento me levaram aos céus em seu ponto mais bonito; e a partir dali, no último segundo em que os vi, rezei aos céus para que eu os reencontrasse. À tua espera, o amanhã torna-se mais incerto que antes. Com um semblante cativante, uma doce melodia toca em minha mente, e meu coração, que antes era como um mar revolto em uma forte tempestade, encontra a calmaria depois de um tempo quase que infinito. Uma garota singular, seu rosto calmo como uma pequena estrela a brilhar.

⁠Você era o sol mais eu nunca fui a sua lua

⁠Pessoas que comem pouco ficam famintas, e pessoas que recebem pouco afeto ficam carentes.

"⁠Vivemos caçando nossos próprios fantasmas, e quando viramos um percebemos o quê fizemos"- Jonatham

⁠Quem pensa somente nos seus problemas, prejudicará os outros, mas quem pensa somente nos problemas dos outros, prejudicará a si próprio.

Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.

Sei que vai ser triste a sua partida, mas se você também ficar vai ser mais doloroso ainda. Pois sabemos que isso só iria nos prejudicar.
Digo que foi bom enquanto durou. Mas foi péssimo quando terminou. Senti como se estivesse perdendo meus sentimentos a cada segundo que via sua mensagem pedindo para ser livre.
Sei que não foi por neurose nem por inseguranças. Sei que foi por não estar pronta para receber uma quantidade absurda de amor e energia boa.
Pois, como você sempre me dizia, nunca tinha sido realmente amada em voz alta. E quando finalmente foi, meus gritos de amor te assustaram… e você correu, com medo, sem saber lidar com tudo isso.

“Nenhum ser humano está realmente sozinho, porque toda existência está conectada.”

🎶Os sons que me escapam🎶
Particularmente, amo a música.
Seja aquela batida alegre que fazemos com os dedos contra a mesa quando estamos alegres;
Seja aquele som estranho que sai após rirmos demais de uma piada boba;
Seja o ritmo suave em que as lagrimas caem, misturando a melancolia com algo próximo ao amor, e ditam o formato de suas bochechas.
Seja, até mesmo, a música favorita de um amigo distante que ecoa no radio após tanto tempo, recordando o passado.

Os sons residem comigo, carregam uma parte de mim que ninguém mais tem e flutuam pelo mundo, como se fossem apenas meros barulhos- e não como o amontoado caricato dos meus sentimentos mais profundos. Uma orquestra mal organizada de tudo que sinto e deixo de sentir, tudo que bagunço e arrumo, de tudo que há- e também falta.

A minha música ecoa por paredes rígidas demais, mas que com sua intensidade faça com que o soar mais suave penetre nas vigas mais pesadas; edificando o lar instável da mente barulhenta que apenas busca reciprocidade, musicalidade e significado. Perdidos nos ruídos abstratos que viajam, mesmo sem minha permissão e saber, ao redor de cada esquina perturbada.

Ainda assim, os sons continuam.
Não pedem para ser entendidos, nem traduzidos —
apenas acontecem, como se soubessem o caminho de volta para fora de mim.


Às vezes, penso que eles não querem ser guardados.
Que nasceram com essa vontade estranha de partir,
de se perder no mundo e tocar alguém por acidente.

🎼

Sempre volto ao início.
Às séries que já sei de cor,
ao filme onde ainda choro,
às mesmas vozes
que nunca aprendi a calar.


Há algo em mim que não solta —
correntes invisíveis
marcando meus pulsos,
puxando devagar
tudo que tento deixar.


Dou um passo à frente,
mas o chão pesa.
Um “e se?” se aloja no peito
como uma pergunta sem resposta,
ecoando mais alto
que qualquer certeza.


Carrego risadas antigas
como quem guarda relíquias,
mas são elas que me quebram:
memórias rasgam por dentro
e levam pedaços meus
sempre que voltam.


Sinto sua falta
mais do que digo.
Sinto medo
mais do que admito.
E desejo o amor
como quem precisa respirar.


“Sinto muito” —
palavras que nunca chegam,
desculpas que se perdem
no silêncio que ficou.


E eu erro de novo,
volto de novo,
revivo de novo —
um ciclo que se fecha
antes mesmo de terminar.


Confundo passado com presente,
visto lembranças como futuro,
e me perco
no que já não existe.


Diziam que a saudade matava.
Mas não —
ela é mais lenta que isso.


É um veneno fraco,
escorrendo pelas horas,
corroendo por dentro
sem pressa de acabar.


O passado já passou,
o veneno já secou —
mas o gosto amargo
ainda mora em mim.


E, mesmo assim,
eu volto.

Meus dedos deslizaram por minhas têmporas, cada vez mais firmes, tentando arrancar as vísceras de meus medos e dilacerar meus sentimentos. Ouso afagar meus próprios cabelos enquanto minhas unhas abrem feixes avermelhados sob meu crânio, o vomito do amor acalorado que escoa sob minha mente como lava em um vulcão em erupção.

Os magnas do vulcão, como pequenos pensamentos escapulindo por entre meu suspirar me leva a suar novamente, misturando o almiscarado da minha pele em gotas de horror. O calor do contato, antes revigorante e confortável, agora é uma tragedia inevitável e sufocante.

E no entanto, quanto mais afundo em mim, mais percebo que não há núcleo sólido — apenas camadas e camadas de calor e ruído, como se minha própria existência fosse uma erupção contínua, incapaz de cessar. Meus pensamentos não são mais meus; eles borbulham, espirram, queimam, deixando cicatrizes invisíveis que latejam sob a superfície da pele.

Minhas mãos tremulas e conflitantes, observam o terror sangrento de minha própria epiderme escorrendo sob meu ser, meu interior se misturando com o exterior de maneira selvagem e descontrolada. O carmesim tinta meu anelar e me lembra do compromisso autodestrutivo que possuo comigo mesma. Condenada a se autodestruir em busca de algum alivio, caçando motivos para agir contra mim, em busca de algo único para definir meu ser; mas, procurando definição, somente encontrei a destruição.

Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.


Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.


A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.


A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.


A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.


Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.

O farfalhar das árvores no bosque
lembra o arrepio da pele
ao encontro do teu abraço.


O suor que me escorre
recorda as lágrimas que te descem,
e o vosso peito
que em silêncio se fere.


Na penumbra da noite,
o sol ainda permanece.
No amanhecer da manhã,
a lua também estará.


Tudo aquilo que recordo
não se perde —
permanece.


Em algum lugar,
em alguma coisa que ainda fala,
mesmo quando já não se vê.

Passei verões inteiros almejando pelo frio;
Invernos torcendo pelas gotas de suor;
Outonos ansiando pelas folhas de árvore;
Primaveras em que não pude me decidir.
A certeza de que, não importa a estação, o meu estado é o mesmo.

As chuvas fortes do verão imbuídas em minhas lágrimas; Invernos tremendo de algo a mais do que frio; Outonos com a queda de outras folhas além das árvores e Primaveras menos amenas e mais intensas; Todas as mudanças são visíveis ao olho nu, todas mudam e renascem em algum outro canto, talvez mais dispostas a mudar de novo, talvez desejando se manter nem que seja só um pouco.

Eu, por exemplo, divido meu corpo na metade; Uma, sorri quando a estação muda, não importa qual seja; A outra, suspira fundo quando o tempo diverge e mantem-se.
A água vem de múltiplas maneiras: suor, chuva, umidade do ar e até minhas lágrimas salgadas, mas todas continuam a molhar do mesmo jeito.

Comecei a anotar quando algo não me fizesse bem; já tem horas que não paro de falar de mim mesma. Provavelmente a vez que mais falei de mim verdadeiramente, mesmo com negativas. Acredito que há algo perigosamente perto de beleza quando há ódio genuíno.
Vejamos, quando terá outro ser melhor de me analisar e repugnar além de mim? Cabe a mim desvendar cada centímetro de decepção que minha mente criara; A ti, mas nada salva.

Folheando aquele antigo álbum de fotos que carregam mais do que somente imagens, lá, há uma vida vivida de forma tão única e linda que ofusca o agora. Deve ser por isso que quase não há quem pouco lembre e muito age, sempre terá aquele dia onde tudo dirá para você amar, viver e continuar; mas os restos dos dias continuam os mesmos: cinzas, frios e com o odor envelhecido do meu antigo perfume favorito, aquele que espirro pela casa para tentar me recordar por que ainda vivo.

Em falar em perfume, ainda me volta a memoria o cheiro que reverberava pelo ar na primeira vez em que te vi. O doce de seu sorriso imbuído no agridoce de seu perfume, a lembrança, ironicamente, ficando cada dia mais amarga e dolorida, trazendo consigo a verdade a qual tanto tento me esquivar, o som que tanto finjo não escutar, e a vida que invento para não admitir a que ficou para trás.