Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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⁠Sabe porque eu gosto de você?
Porque o seu lado normal, completa o meu lado maluco.

⁠Quando eu nasci eu era um lírio da paz, mas, a vida me transformou em um comigo ninguém pode.

Se existe reencarnação de verdade, penso eu ter sido um Psiquiatra em vida passada, porque tenho uma forte tendência de arrumar mulher maluca.

A vida me ensinou a deixar o passado lá...
Quando eu era jovem, algumas pessoas me admiravam porque eu tinha cabelos grandes, hoje descobri que há muitas pessoas que gostam de mim e estou careca ....
O momento lindo ou triste de nossa vida, somos nós que fazemos.....

Cuidado, eu te advirto, as coisas nem sempre são o que aparentam. Faça sempre um exame silencioso de tudo que você vê antes de dar sua opinião. Você é dono dos seus pensamentos, mas não mais de suas palavras.

Pouco a pouco fui te doando o que eu era,
sem reservas, sem plateia, sem defesa.
Pouco a pouco deixei de existir em mim,
porque amar você era sempre até o fim.


Você virou um palco de interesses rasos,
onde aplauso valia mais que abraço.
Eu era verdade nos bastidores da tua cena,
enquanto muitos disputavam teu sorriso em pena.


Promessas viraram falas decoradas,
gestos vazios, emoções ensaiadas.
Meu amor era inteiro, o teu era repartido,
dividido em olhares, curtidas e ruídos.


Refrão
Pouco a pouco
você desmontou quem é.
O amor que te doei
você espalhou pra plateia.
Não tem perdão, nem reversão,
o que quebrou não volta a ser.
Fiquei esquecido na plateia
esperando uma vez que não vem.
No desespero, conflitos e dilemas se encerram,
quando a verdade chega, as máscaras caem e sangram.
Adeus — pode ficar com o meu amor,
mas leva pra longe de mim essa dor.


Na verdade.
Um amor triste lamentável.
Exposto fracassado.
Não deseja volta.
Seguir em frente é o único conforto.
Na sua vida e no coração.

Até aquele dia


Até aquele dia,
eu ainda te escrevia.
Dezenove, meu coração dizia,
ainda te amava,
ainda te esperava.


Guardava você
num canto quieto,
onde o tempo não passava
ou eu fingia que não.


Hoje já não mais.
Estranho o coração
ter que aceitar o que já era.


O que acabou há tanto tempo
e eu só agora percebo.


Hoje te deixo livre pra viver,
não que tenhas sido preso em mim,
mas porque enfim
aprendi a viver
sem te guardar no coração.

Desde criança eu carregava um mapa
que ninguém via
uma casa aberta no meio do mundo,
gente chegando cansada
e saindo com um pouco mais de vida.


Enquanto os outros sonhavam viagens,
eu sonhava abrigo.
Sonhava mãos dadas,
cadeiras puxadas pra perto,
um lugar onde ninguém fosse peso.


O tempo passou
e disseram que crescer
era esquecer essas ideias grandes.
Mas meu peito nunca aprendeu a ser pequeno.


E então a vida colocou pessoas no caminho
que acenderam o desenho antigo.
Não como salvação,
mas como espelho:


“olha, isso ainda mora em você.”


Conhecer alguém
não criou o sonho
só deu nome à coragem
de tirá-lo da gaveta.


Meu instituto não é prédio,
é promessa.
É a criança que fui
estendendo a mão pra adulta que sou
e dizendo:


“a gente ainda pode.”


Quero construir um lugar
onde a dor não seja vergonha,
onde intensidade seja força,
onde gente quebrada
descubra que ainda é casa.


Se um dia isso existir
não será milagre.
Será soma:
de quedas,
de encontros,
de amor que não coube em mim
e precisou virar mundo.

Cada dia eu tenho a certeza que Deus guia meus Passos e nunca puxa minhas orelhas quando erro,mas pega nos meus ombros e diz" filha vai com calma" e assim vou sentindo Deus na minha vida na minha história,É sentindo Deus ao meu lado que vou acertando o caminho que devo seguir.

Metáfora expandida I
Um Sonho Distante

Eu tive um sonho distante.
Neste sonho, éramos muitos — porém, um só.
Um a cada capítulo, membros de um único livro.
Cada página à frente só podia enxergar as páginas de trás.
O título era o passado: um sonho distante.
O futuro, o capítulo final — e o fim da história.

Essa história tomava emprestadas referências de outros livros na mesma prateleira.
Mas a prateleira também nos rotulava.
E esses rótulos, ironicamente, eram o que nos prendia àqueles livros —
livros que estavam ao nosso lado,
também sonhando o mesmo sonho distante.

Mas conversávamos do logradouro de outra biblioteca.
Essa não falava nossa língua —
e, ainda assim, tinham dúvidas semelhantes às nossas.

O sonho de todo livro era ser mencionado,
e, quem sabe, ganhar sua própria saga e volume.
Mas para isso era preciso um ato raro:
libertar-se de si mesmo.

Contudo, sempre que um ousava mencionar outro,
vozes sussurravam ao redor:
— É um sonho distante.

O "mim” nada faz por nós, é o “eu” que precisa despertar para viver a realidade."

Dizem que para ser feliz temos que encontrar a felicidade. mas quem disse que eu quero encontrar a felicidade.eu só preciso encontrar você!

Se soubéssemos a força do “nós”, jamais escolheríamos ser só “eu”!

VAI IDADE
Eu já perdi quase tudo nessa vida, menos a fé!
Já me levaram quase tudo, menos a vida!
Quando chorei no deserto, ele se encheu e virou um mar, caí em um poço tão fundo que nem a luz no topo poderia enxergar...
Analisei a vida de uma forma tão racional, pois nem sentimentos eu tinha mais...
A minha pele não tinha frio, nem sentia calor, não sentia fome nem sede, não encontrava mais coragem e perdi todos os medos...
Estava tão só que até minhas palavras eram segredos, minhas pegadas estavam no ar, minhas mãos tocavam o céu, não estava preso, mas vivia pior do que um réu...
O passado parecia o presente e o presente era o mesmo futuro, nada mudava e eu erguia dentro de mim, gigantes muros.
E por mais que tudo fosse quadrado, não se via os lados, quando se rejeita algo, também somos rejeitados.... quem disse que a culpa é dos culpados?
Um coração batendo é melhor que um coração parado, e muitos batem no peito, mas não passam de pobres coitados, muitos se perdem, outros se acham, mas poucos são encontrados...
Onde está o que prometeu?
Se for prometido já não é mais seu, e tudo se perdeu, a limpeza é feita pelo que varreu, só tem fome quem ainda não comeu, a porta só se abre para aquele que bateu e a vida só termina para aquele que morreu... e não creu, e todo fim vem com um começo e após a morte não será mais o mesmo, por mais que olhe por onde ande pode ter tropeços...
Se não mereço tudo o que tenho, um dia pagará o preço, quanto mais eu sofro, mais eu cresço, um dia no poço, cego, hoje tudo eu vejo e não é mais negro, e passei assim por essa grande e longa viagem, não andei nem um passo, mas paguei pela passagem, parecia ser tudo lindo, parecia paisagem, mas eu descobri que passa, pois é tudo vaidade...
Esses são os pensamentos de uma divindade que para mim confiou com muita lealdade e simplicidade!

Capítulo — O dia em que eu voltei para mim


Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.


Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.


Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.


Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.


Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.


No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.


Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.


Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.


Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.


Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.


No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.


Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.


Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.


Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.


A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.


Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.


Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.


Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.


E fui.


Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.


Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.

CRÍTICAS
Ah, como seria o mundo se eu deixasse de criticar?
Será que viveria feito um cego que pode olhar? Escutar... Falar...
Mas que por covardia resolveu se calar!
Como é belo o ar? Mas não posso ver nem tocar, fica a dica pra quem não aprendeu o que é amar...
É difícil de você entender?
Que amar é muito mais que crer, bem mais que amar sem ver! Por isso que para amar o próximo, primeiro ame você!
E tudo o que se diz pode ser uma crítica? Azedo ou doce, feito fruta cítrica!
Tudo vai depender de quem diz, mas o compreender de quem já ouvira e não delira, pois, melhor que comprar uma arte, é fazer obra prima, uma poesia, muito rica... que bonita!!!
Ah, eu já conheci o mar, e posso te falar? Que coisa linda....
É uma mistura de mar com o ar, e tudo tem SAR, para temperar a vida...
Já agradeceu o seu hoje? Também a Aquele que aqui lhe trouxe?
Que manhã mais florida...
Ah, muito obrigado!
Pode ser doce ou salgado...
É tão gostoso comer milho...
E é de um amarelo ouro, parece um tesouro... Dentro de uma espiga...
E é... acredite se quiser... Não tem fortuna maior do que ter comida dentro da barriga...
É difícil acreditar, que muitos deixam estragar, em vez de doar para quem tanto merecia...
Merecia e ainda merece, mas poucos reconhecem que a sociedade está adoecida
Uma doença que tem nome, já veio até com sobrenome, é só você ler a bíblia
Muitos nem sabem o que é isso
Alguns até riem disso... se perdendo todos os dias...
Mas quem diria né? Que eu acreditei um dia em papai Noé, que fez uma arca por pura fé, talvez sem Ele, nem estava de pé... é a história mais antiga...
Eu vivo em um mundo de maldade, onde para se fazer as coisas, não tem idade, dezoito é só um número e faz parte da minha e sua vida...
Ainda prefiro falar sobre o tempo, tão perfeito e imperfeito, ou eu me adapto a ele ou ele me lapida! Fica uma das maiores e melhores dicas sobre a vida... que dizem que é bonita...

O RODO
Me vende um rodo?
Eu rodo por aí, vou ali, mas gosto é daqui, onde o pão de queijo é quente e o café bem docinho.... e o preço? Vixe só, bem baratinho... Vende cerveja, cachaça, café, leite e pudim, falar em pudim... quer um pedacinho?
E o hoje, o café tava quente, o frio faz bater os dentes... é um entra e sai de gente, uns cumprimentam, outros fingem nem ver a gente e isso te surpreende? Se fosse um cachorro, me dava um cheiro, mas tenho medo de ser mordido por gente que se diz inteligente...
Ah... mas o que eu rodo por aí, não tem nada a ver com o rodo, de modo grosso, que puxa sem ser o saco sem dar enrosco, mas é um sufoco, coisa de louco, vou contar só um pedaço e não é pouco....
Já falei que quero comprar um rodo?
Que mundo bom, mas não é bombom... quem quer o rodo emprestado é o camburão...
Com esse nome de cão, cão peão, conheci a história do Camburão...
Era apenas pra ser o rodo emprestado, mas ele precisava do combustível no seu gargalo, e feito um estalo, 2 contos no seu copo nem faz estrago, meu café com cheiro de 51 nem fica amargo, e o camburão, depois de beber começa a encher o saco e eu tiro um barato... dou ouvido, imagino um livro do apressado....
E matou em um gargalo e não era de esperar diferente, são coisas normais, são coisas de gente... uns bebem café, outros seu café é uma água ardente! .... Que é bem quente, se tiver frio para de bater os dentes dessa gente que não surpreende... essas são as coisas mais frequentes para quem você aqui nesse presente, camburão já se faz até ausente, foi carpir um quintal pra girar um capital para não ficar mal na padaria dos pães de queijo quentes!
E o dono é bem maluco
Dá risada do que não tem graça, andando em um espaço pequeno, uma volta no mundo
É um absurdo, mas não me iludo, logo cedo encosto aqui e o jacaré eu escuto, que foi mecânico, torneiro, funileiro, chapeiro, dá até um desespero, o pior é ele contando os seus segredos
E o Paulinho, nunca tá sozinho, sua cãopanhia não são só os pãezinhos, também tem os docinhos...
Mas o melhor é quando ele está ouvindo seus Hinos, e indo assim vive sorrindo, maior luta, maior correria, mas nunca deprimido, tem que assumir o piloto logo cedo, porque tem compromisso, é um cara hoje de se admirar e poucos enxergam isso, mas tudo tem o seu preço e sabemos disso.
O que é melhor? Você não sabe ainda na entrada está escrito boas-vindas
Entenda!
Era só um café e um pão de queijo... boas vendas...

Nas asas da imaginação...posso ser o que eu quiser,ganho o céu e viajo o mundo.

Realizo-me toda vez que digo:
"Hoje EU estou bem.!
Hoje EU estou em paz.!"
E realizo-me mais ainda quando penso com fé:
"Permaneça esta paz, e permaneça todo o bem."
Amém.
_________FranXimenes
29*08*2013

Eu achei em vc tudo que precisava, mas deixei escorrer pelos meus dedos a sua alma, eu te tive nas mãos e te perdi
Sua bondade me deu medo, seus olhos me passam tanta paz, tive medo de ser responsável por eles, medo de me deixar levar pelas vibrações do seu corpo, mais do que deixei, Sua alma encostava na minha, tudo fazia sentido quando a gente se enrolava em saliva e piadas meia boca.