Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Às vezes eu deixo de ser, só pra pensar.

O amor e os jovens tem o mesmo lema: “Eu entendo a minha bagunça.”.

Fazer poesia é modesto demais, eu prefiro fazer as palavras dançarem no ritmo da verdade.

Brasília, eu tenho pena. Qual o motivo de criarem algo tão desesperador?
Qual o motivo de alimentarem essa “criatura” com uma “comida” degenerada?

Eu vou esculpir em Ferro a canção de Tiziano que fez sonoro o nosso amor, mas me desculpe, pois ainda “sono un imbranato”.

For: Marjorie Estiano

Acredite Marjorie, “Por mais que eu tente” falar as palavras fogem e vagam sem sentido, e já não sabem o que o quanto sinto por você. Mas peço por só mais uma vez dê-me uma chance, um novo começo, saiba, eu já tenho um “Ponto de partida” “Só pra ter você”, Afinal isso é a “Razão de viver” o “Reflexo do amor”.
Me abrace, me beije, o tempo não para, a felicidade se vive agora, mas é impossível “Sem te ter”. Eu fico “Sem direção”.
Ó minha “Branquela”, ei Marjorie, sou daqui de nenhum lugar e sei que é “Difícil pra você”, mas “Esqueça” minhas falhas e me perdoe. Acredite hoje eu tenho “Outras intenções”, apresa-te, imploro “Volta pra mim”, vamos brevemente recuperar os “Sonhos perdidos”, pois isso é o “Essencial”.
Eu a amo “Demais” e amarei “Até o fim”.
Não vou prometer “O céu e o mar”, porque não são meus, mas “O que tiver que ser”, será. Na verdade, “Você sempre será” os meus “Versos mudos”.
“Se você decidir”, me avise, pois eu já “Não aguento mais”.
Eu “Sei que você vai lembrar de mim”. E já conto “As horas”.
Então “Faz assim”, “Volte pra mim”.
E que seja ainda ‘Estiano’!

[Nota. As palavras “entre aspas” são nomes de musicas da cantora a quem dedico o poema].

Quando a dor me motiva a sorrir...
Eu choro por nada e alegro-me para ver o risonho momento que posso atrair.
Abraço a certeza da dúvida e nessa ferida mostro minha dureza e a vontade de persistir.

Eu gostaria de pedir “Perdão” a todo o momento, mesmo sem errar com ninguém e com nada. Eu gostaria de pedir “Perdão” por você, por todos, sim pela nação de forma demasiada. Eu gostaria de pedir “Perdão” até pelos erros que foram cometidos perto de mim. Eu gostaria de pedir “Perdão” pelo erro de um amigo, pelo ódio de um irmão.
Eu gostaria de pedir “Perdão” pelas flores que não nasceram simplesmente pelas sementes que não foram entregues a terra. Eu gostaria de pedir “Perdão” quando eu e quando qualquer outro erra. Eu gostaria de pedir “Perdão”.
Eu gostaria de errar só um pouquinho, mas simplesmente pela noção de poder pedir “Perdão”.
Perdoe-me.

Se eu viver eu ouso, se eu more eu vivo, mas apenas vivendo eu posso ousar e viver.

Aquele que aprende a viver simplesmente encontrou um caminho para as descobertas. Eu disse simplesmente? Ah, mas é tão difícil.

Eu gostaria de menos força no Brasil e mais em cada cidade brasileira.
Encontrar a mais justa da equação.
Tudo métrica e rima e sempre verdadeira.
Mas a vida é real e de viés.
E vê só que cilada é a liberdade inteira.
Sempre mudamos os políticos;
Mas a politica é sempre a mesma besteira.

Eu sei uma gota de um oceano, mas se continuar pingando, eu logo posso ter um lago.

Quero-te por todos os quereres. Tudo o que sei. E nada sei dizer. O que queres que eu te diga, além de que te quero, se o que quero dizer-te é que sempre hei de
querer-te?

Eu contigo
Eu consigo;)

Querido diário, eu sobrevivi ao dia de hj. Eu devo ter dito "estou bem, obrigada" umas 37 vezes. Nenhuma era verdade, mas ninguém percebeu.

Boa tarde!

Eu e minha amiga, amiga de verdade, conhece minhas saudades, conhece o meu viver, doada por um amigo, um pássaro já tão antigo, trouxe eu de outro viver, cruzei mares, serras e altares, mulheres e tanto prazer, guerras, batalhas vencidas, da morte fui tão amigo, varias vezes abraçados choramos e rimos, são vidas a se enternecer, se hoje ocupo este corpo, amanhã eu terei outro, e a pena a me valer, por isto somos amigos! A pena não trai o amigo, um outro iremos ser...

Pena! Que pena...


Voaste tu por tanto tempo, e tantas noites ao relento, aqui tu veio a pousar, da doação do amigo, um belo pássaro antigo, que não cheguei a avistar! Mas o trago entre os dedos, e quando no meu tinteiro tu entras a se molhar, e dos pingos que respinga aqui as manchas de tintas faz corações se chorar, homens que tanto vagueiam corações partidos ao meio, mulheres a se amar, de tudo já escrevestes, do açoite de uma noite a um dia a brilhar! Falou do menino pobre, da seca que vem do norte, do mendigo a vagar, falou daquela mocinha que numa tarde sozinha, numa estrada pequenina, o poeta a abandonar, pois o poeta não tarda, mas não conhece a enxada, não sabe só trabalhar! Mas por você carpiria, por noites trabalharia se tu voltasses a ficar, moça bela e faceira tantas lindas por inteira saiu do seu rastejar, da natureza tão bela fez tu tantas aquarelas, pantanais a se mostrar! Mas o poeta e as rimas eu acho que são só primas, pois vive por entre amores o poeta a se chorar, sabes bem ó minha pena, que primos nunca podem se casar! E se não fosses por ti, pena leve e ligeira, o poeta que rasteja nos rabiscos a se mostrar, todos conhecem sua alma, e você é a culpada, pois vive a rabiscar, aquela mulher madura, que mesmo sem bela cintura o poeta a vem amar, e molda entre seus versos, a moça linda e bela, que de gordinha, algum besta a foi chamar, você numa tarde fria, falou de um tema tão triste, mas que nos vem a mostrar! Uma doença malvada machucou aquela moça amada, um seio lhe foi roubar, pena ó minha pobre amiga somos parte de uma intriga, não podemos separar, e se a ti me tirarem, farão um ato covarde, numa vala vão me jogar, sei que perdeste tu os voos, das madrugadas os coloridos, a natureza a mostrar, mas por entre meus rabiscos viajas em pensamentos, algumas damas tu já fizeste a chorar, pena bela e ligeira, és como uma roseira, lindas pétalas a esparramar! Já falei de ti amiga, espero que alguém me diga, poeta! Sem sua pena, nada, nada tu serás...

(Zildo de Oliveira Barros) 19/08/14 03h45min

"Eu tenho a facilidade de viajar sem passagens, conheço tantos lugares, as vezes vou até mais longe, posso voltar num passado, atravessar vários Estados, viajar a bel prazer.
Se quero voltar no tempo, elevo meus pensamentos, e um outro passo a ser, de um rei ou um escravo ou um amor desesperado, escolho o meu querer.


Assim viaja o poeta, sem ter uma rota certa, basta que queira o querer"...




(Zildo De Oliveira Barros) 11/09/16

Carta Aberta: Chovendo Arrependimento


Se nesse momento eu morresse… será que eu me arrependeria?
Creio que sim.
Das coisas que deixei de fazer.
Das coisas que fiz — poucas delas eu realmente me arrependo.
Mas das coisas que não fiz… de muitas eu gostaria de ter feito.
E por que não fiz?
Por medo, vergonha ou timidez.
Acho que por todas essas emoções juntas.


O tempo em que eu fiquei trancado mexeu um pouco com o meu coração.
Eu sei que estou errado nesse momento futuro.
Deixei a única pessoa que realmente gostou de mim ir embora.
Me perdi.
Perdi a minha personalidade para fazer os outros pararem de chorar lá fora e começarem a rir no agora.


Eu não me considero um herói.
Me considero um covarde.
Porque em vez de manter minha personalidade, eu escolhi fugir dela para ser aceito.
Mas adiantou o quê?
Falsas amizades que eu fiz.
Pessoas que me traíram.
Para todos eu desejo o bem… e todos, nem aí, me desejaram o mal.


Tudo o que eu contei, tudo o que eu planejei… eu mesmo destruí.
Mas por que eu não reparei?
Só vai… é o que eu sou.


Eu estava com saudade do teu calor, da tua risada, do teu cheiro, do teu abraço.
Agora, longe, está a chuva lá fora.
Cada gota que pinga se mistura com sonho e saudade.
E a saudade… a saudade não some.
Ela volta.


Volta para mim.
Eu só queria, com você, ter um final feliz.
Talvez agora você não goste mais de mim, pois eu me perdi.
Eu não sou mais o mesmo rapaz.
Gostaria de ser.


Será que ainda tenho tempo?
Será que você não se desfez de vez?
Onde está aquele jovem que uma garota como você um dia quis?

SEMBRANTES...
Que estranho o ser humano! Às vezes acho eu os ser
Fico sempre observando quando os vejo ao passar
Vejo em muitos semblantes o que não eras para ver
Olhando dentro da alma muitas coisas chego achar...
Em alguns vejo belezas em outros o amargor
Vejo também como agora olhando dentro de ti
Que trazes dentro da alma! Uma imagem cheia de dor.
Mas quem não tem este dom! Chegas a duvidar de mim...
Outros trazem estampado o que se tem de ruim
Chega até dar-me um medo! Quando olha para mim
Pareces que percebeu que dentro vejo enfim
Toda maldade que existe em gente muito ruim...
Outros trazem em sua tez, toda brancura da alma
Parecem crianças grandes! sorrindo com muita calma,
De me dar um grande abraço. Fico mesmo a pensar
Se tivesses mais coragem, gostarias de ganhar...
Chega até dar vontade de pedir por caridade!
Que distribua o amor que vejo em suas faces
Ou que mesmo num relance, pudesse ter esta arte
De distribuir alegrias, esparramando as saudades...
Nada vejo em alguns que podem se controlar!
Parece grande rochedo que tento atravessar,
Fico pairando no ar e o pensamento a voar,
Olhando aqueles rostos, nada vejo em seu olhar...
Mas fica uma verdade que trago para lhe dar!
Do ser humano no hoje eu acho bom te lembrar.
Conforme observei e vi em muitos olhares...
Dos corações dos humanos! Alguns não se têm validades...
(ZILDO DE OLIVEIRA BARROS.22/12/11)

Meu bom dia! Com nossas
Cascas...
Eu desafio aqueles que das verdades são reis!
Mostrarem suas verdades, verdades que eu acho é lei
Aquela casca bonita que de todos se apreciam
A mostrar suas verdades! Que embaixo das cascas criam...
Também tenho minhas cascas que nem bonita as é
Das verdades que eu pareço muito pouco que se é
Trago mentiras no peito querendo telas por fé
Às vezes eu percebo que bobo pouco se é...
Pelo tempo já vivido tenho algumas experiências
Já comprei um vidro velho apenas pela aparência
Achava que era diamantes! quebraram sem consistência
Eras cascas como eu, pois tenho minhas consciências...
Agora eu desafio que todos mostrem seus eu!
E das cascas que carregam dispam se o que não é seu
Da minha eu não separo, pois conheço quem sou eu
Quero ver quem tem coragem de dizer este era eu...
Eu vejo algumas cascas que às vezes me impressionam
É tanto ouro por fora que brilhos trazem a tona
Mas por dentro é um lixo de podridão que esparrama
Do cheiro que sai de dentro! Quando se abre as tampas...
Sem valer de falsidades todos sabemos quem somos!
Das verdades verdadeiras muito poucos trazem a tona
Nossas verdades são nossas! São cascas que ainda nos tampam.
Á minha eu pouco tiro, eu mesmo tenho vergonha...




(Zildo de oliveira barros 02/03/2012 à tarde)