Não Queria te Perder
O atleta que luta, vence, comemora ostensivamente, humilhando o adversário, é forte, porém imaturo. Sentirá muita dor na derrota. O atleta que luta, vence, comemora discretamente e sabe por que venceu e não humilha o adversário, é vigoroso, mas está no início da maturidade. Sentirá frustração na derrota. O atleta que luta, vence, sabe por que venceu e o outro perdeu, comemora abraçando o adversário, é poderoso e atingiu a maturidade. Quando perder, entenderá por que foi derrotado. O atleta que luta, sabe que vence e suspende a luta antes de humilhar o adversário, é sábio. Quando perder, não se sentirá derrotado, pois entenderá que era tempo de perder para si mesmo.
Esta noite estarei ao seu lado
Vou enxugar essas lágrimas dos seus olhos
Vou fazer você se sentir bem
Esta noite serei um com a sua alma
Deixe o nosso amor perder o controle
Não deixarei você ir
Vou reerguer o meu castelo
Ferro e martelo
Reconquistar o que eu perdi
Eu sei que vão tentar me destruir
Mas vou me reconstruir
Voltar mais forte que antes
Se é nos detalhes que as pessoas nos ganham, é também nos detalhes que elas nos perdem.
Nota: Adaptação de outro pensamento da autora.
Por mais que eu tenha te perdido, eu ainda tenho esperança. Se um dia eu te conquistei, sei que posso fazer isso de novo.
Durante toda a vida crescemos desistindo. Abrimos mão de alguns dos nossos mais profundos vínculos com outras pessoas. De certas partes muito queridas de nós mesmos. Precisamos enfrentar, nos sonhos que sonhamos, bem como nos nossos relacionamentos íntimos, tudo o que jamais teremos e tudo o que jamais seremos. Investimentos emotivos nos fazem vulneráveis a perdas. E às vezes, por mais inteligentes que sejamos, temos de perder.
Como eu posso ousar a ser feliz em mundo onde não existe você.
Em um mundo onde não existe mais amor.
Em um mundo onde não existe mais sorrisos sinceros.
Como eu ouso sorrir, em um mundo banhado por ódio, racismo, preconceito.
Em um mundo onde tudo se acaba em um piscar de olhos e fica como se nunca tivesse existido.
Como eu ouso ser feliz em mundo que não me pertence.
Eu estou de passagem, não pertenço a esse lugar
Não me enquadro, não me encaixo, não me acostumo.
Como eu ouso ser feliz em mundo onde não existe mais seu amor...
Vencer não é sobre ganhar ou perder, é estar disposto a perder o seu orgulho, por algo que você acredita valer a pena.
Eu achava que as pessoas só se perdiam quando tentavam ir a algum lugar e achava que a vida das pessoas só ficava difícil porque elas estabeleciam objetivos. Mas, aparentemente, ficar no mesmo lugar por muito tempo também faz com que você se perca.
Não fique triste por perder seu verdadeiro amor!
Pois o mundo dá voltas, e assim que os dois estiverem crescidos e prontos, poderão retomar seu amor...
Existe sim, dor no amor. Mas não no próprio amor. O verdadeiro amor é intocável. Ele nasce, cresce e, sim, pode acabar. E é justamente nesse momento, que a dor aparece e em vários momentos.
Sentir a dor de se perder um amor é necessário, como tomar água para matar a sede.
Primeiro vem a dor de quando a relação acaba. O desejo acabou para a outra pessoa. Você tem que se acostumar com a ausência dela. Isso é difícil. Entender que os velhos costumes não vão existir mais. Que aquele restaurante que vocês frequentavam juntos ficou no passado. Que as conversas até de madrugada não vão acontecer mais.
Com o tempo, surge outra dor. A dor de perceber que a vida pode ser interessante novamente. Talvez com outro alguém, com novos amigos desse outro alguém, com a nova família desse alguém. Aí dói. Por que estamos acostumados ao amor daquela outra que amamos, que nos foi retribuído e vivido intensamente. E você acha que amor igual a esse nunca mais vai ter na vida. Por que era tão bonito, tão verdadeiro, impecável. Você não quer abrir mão daquilo que já viveu. Mas essa é a justamente a questão: já foi, já viveu.
E na verdade, é só o medo de recomeçar que assusta. Você já não ama aquela pessoa mais, como antes, mas gosta do amor que sentia por ela. Se admira por isso. Se admira por tudo o que viveu.
A última dor é a dor de sentir que esse amor já não está mais dentro de você.
