Não Perca o seu Tempo Comigo

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O que dizer de você?? Todo tempo sendo elogiada, linda, maravilhosa, gata e tantos e tantos outros adjetivos... Enfim... Não vou ser apenas mais um a fazer isso, vou te dizer o que eu realmente acho! Eu tenho certeza de uma coisa.. NINGUÉM, NINGUÉM mesmo consegue fazer você sorrir como EU faço kkkkkkkkkkk!!! Você sabe o quanto é especial pra mim, então eu venho aqui pra te desejar tudo de melhor, e AFIRMAR que, você vai ser uma vencedora, por que você merece e Deus observa sempre teu esforço. Todos que realmente te conhecem sabe o tanto que és esforçada e o tanto que se priva de tantas e tantas festas e momentos com os seus amigos pra ficar em casa, ou estudando... MEUS PARABÉNS CHATONA, QUE DEUS TE ABENÇOE SEMPRE! FELICIDADES

Aprendi com o tempo que...
Às vezes é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção em todas as direções ao longo do caminho...
A pressa cega os olhos.
E deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso redor.
Às vezes, o que precisamos está tão próximo...
Passamos, olhamos, mas não enxergamos!
Mas não basta apenas olhar.
É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração!

Há algum tempo já que me sinto assim... Cansada... Um cansaço fora do normal... No verdadeiro sentido da palavra! Um cansaço de pensamento que atormenta minha alma e me dificulta a respiração... Aquele mesmo cansaço que chega a provocar dor... Aquela dor que ninguém consegue ver, mas que é bem real... É possível que seja minha alma querendo me deixar? Ou sou eu que não consigo ver mais nada além do vazio?...

"Passei tanto tempo na escuridão que quase esqueci o quanto a Lua é bonita"

Lacunas da vida...

No compasso ausente
o descompasso vivido...
Choro o tempo perdido
e perco o tempo presente

⁠Indiaroba: O Tempo que Nos Une

Há lugares que são mais do que pontos no mapa. São pulsações vivas, ecos de passos antigos, vozes que se entrelaçam no vento. Indiaroba é um desses lugares.

Hoje, no dia 28 de março, celebramos a história de uma terra que nasceu entre águas e raízes profundas, carregando em seu nome o sussurro dos povos que vieram antes de nós. Indaiá, a palmeira que dá sombra e sustento. Andiroba, o óleo amargo que cura. Indiaroba, um nome que fala de resistência, de riqueza e de pertencimento.

O tempo moldou seus caminhos. Feira da Ilha, Vila do Espírito Santo do Rio Real, Preguiça de Cima... foram muitos os nomes e as geografias até que, em 1938, Indiaroba se ergueu como cidade pelas mãos de Antônio Ramos da Silva. Mas antes disso, já era abrigo de histórias, encontros e tradições.

As águas do Rio Real sabem de tudo. Viram canoas cortando a correnteza, crianças mergulhando nas tardes quentes, pescadores lançando redes com fé e paciência. Viram a cidade crescer sem perder sua essência, um pedaço de terra onde o passado não é esquecido, onde o presente se faz forte e o futuro se abre como maré cheia.

Indiaroba é o riso solto das crianças correndo nas ruas de pedra, é o cheiro do café passado na cozinha da avó, é o canto dos Lambe-Sujos e Caboclinhos, que tomam a cidade em festa e tradição, pintando a pele de pertencimento e cultura.

É a memória viva dos anciãos que contam histórias ao entardecer, é o olhar dos artistas que transformam cenários cotidianos em eternidade, é a fotografia que captura não apenas a imagem, mas a alma.

É a terra que ensina que cultura não morre quando é lembrada, que raízes são laços e que o orgulho de ser daqui é um fogo que não se apaga.

Indiaroba não é só um lugar. É um sentimento.

E hoje, ao completar mais um ciclo, seguimos celebrando cada passo, cada conquista, cada pedaço de história que constrói quem somos.

Parabéns, Indiaroba! Que seu povo continue sendo sua maior riqueza.

—, ©Jorgeane Borges

⁠O Gosto do Tempo Sem Pressa

Te vejo me devorar primeiro com os olhos, como se cada detalhe meu fosse uma fome antiga. E quando tua boca me encontra, não há espaço para pressa—só o ritmo certo de quem sabe exatamente o gosto que procura. É como se o tempo fosse outro, mais lento, mais profundo. Cada toque é uma descoberta, cada beijo uma lembrança de algo que nunca se esqueceu. No abraço, sinto o mundo sumir e restar só nós, sem pressa de acabar, sem pressa de fugir do que é real. Só o agora, só o momento, só o desejo que se faz carne.

Ainda há tempo, feche os olhos, só o amor pode guiá-lo para casa. Derrube as paredes e liberte sua alma.

Eu acho que com o tempo a gente aprende, que mendigar amor e atenção nunca é a melhor opção. Que pedir pra que alguém fique, quando o que ela mais quer é ir embora não faz ninguém feliz. A gente aprende que se afastar nem sempre é o melhor, mas é a coisa certa a se fazer. Que mesmo você amando muito alguém, ela possa não te amar da mesma forma. É isso que a gente aprende, que nem sempre a vida é como a gente quer que ela seja.

Verso de Esperança


Quem aprende a esperar, descobre que o tempo também sabe curar.

Melhor ser considerado antissocial do que fazer papel de babaca o tempo todo.

Eu cansei de insistir nisso que não me deixava dormir, que me impedia de sorrir, nisso que o tempo todo só serviu pra me iludir.

⁠⁠A vida é um sopro,
o tempo passa rápido.
Do despertar da vida
A sua despedida, parece
passar apenas uma fração de tempo.
Tão rápido como começa, chega ao fim.
Como uma leve brisa passageira!
Por isso se esforce em viver de uma
maneira que deixe marcas,
sorria, viaje, cante, dance... ame!
Se torne inesquecível,
Viva a Vida!

⁠Pele de História

Sou tinta, sou tempo, sou grito, sou gente,
No peito, a memória que nunca se ausente.
No rastro do chão, no giro da dança,
Ecoa no corpo a fé e a esperança.

No som do tambor, sou força e brio,
No rio me lavo, renasço e sorrio.
Sou negro, sou canto, sou chão, sou raiz,
Sou Lambe-Sujo, sou povo feliz.

Sou Indiaroba, sou brilho no olhar,
A resistência que insiste em ficar.
Minhas lentes capturam o tempo e a cor,
Sou memória viva, sou força, sou dor.

⁠Onde a Memória Mora

Ecoo na história como quem sussurra ao tempo,
deixando rastros onde a memória insiste em ficar.
Sou voz que atravessa o esquecimento,
fragmento de instantes que se recusam a passar.

Na fotografia, nas palavras, no que toca e transforma,
sou presença que resiste, sou marca que não se apaga.
Porque existir não é apenas estar,
é permanecer, é reverberar, é deixar-se encontrar.

A Frustração como Silêncio Gritante

É estranho sentir tanto e, ao mesmo tempo, não ter onde pousar esse sentir. O corpo fala, pede, grita em silêncio. Mas eu não sei entregar para qualquer um. Não sei sufocar o que quero com algo que não me completa. Então, eu espero. Mesmo que a espera doa. Mesmo que o desejo me devore por dentro.

⁠Antes que o tempo leve a chance de mostrar

Sinto que há algo entre nós e o sentir pleno.
Como um véu suspenso no tempo.
Um tecido invisível que nos impede de ver com clareza os sentimentos, as pessoas, a essência.
Nos acostumamos a olhar pela metade, a amar pela metade, a entregar menos do que o coração sente.
E deixamos o resto guardado, como se sempre houvesse tempo.

Mas o tempo… não espera.

Quando alguém parte, esse véu cai.
Aí, sim, a enxergamos.
Aí, sim, sentimos.
Aí, sim, verdadeiramente notamos e percebemos o que sempre esteve diante do nosso olhar — e não enxergamos.
E o que transborda é uma dor sem nome —
a dor do que não foi dito, do que não foi oferecido, do que não foi vivido.
O abraço negado pelo costume.
O "eu te amo" que ficou para depois.
O gesto de afeto sufocado pela ideia de que o outro sempre vai estar ali.

Eu não quero isso pra mim.
Não quero ser compreendida só depois da partida.
Não quero ser vista quando meus olhos já não puderem mais devolver o olhar.
Tenho um desejo profundo:
Transcender esse véu.
Que as pessoas me enxerguem enquanto eu ainda estiver aqui.
Que possam dizer, tocar, sentir, entregar.

E quando eu for…
Ah, quando eu não estiver mais aqui…
Eu queria, só por um instante, ver.
Olho no olho.
Tudo aquilo que foi reservado pra mim, mas que o medo, o tempo ou o orgulho não permitiram que chegasse.
Porque eu sei: tem tanta coisa linda dentro das pessoas, pronta pra ser dada.
Mas, quase sempre... elas esperam demais.

Tome uma atitude enquanto é tempo pois p passado não volta o preste é curto e o futuro pode não chegar.

Com o tempo você aprende que!
Não é brigando que sua força se vence.
Não é mentindo que você será sempre lembrado
Não se ofende que você ama.
Não precisa amar para ser amado.
Aprendi que não posso ter tudo que desejo.
Que o amor não é feito de cama ou de beijo.
Muitos que são grandes hoje quando nasceram eram pequenos e pensavam pequeno.
Aprendi que por mais que nós precisamos de ajuda haverá aqueles
que nos deram as costas e nossos momentos de angustia.
Eu não sei sobre o correto ou incorreto, mas sei que não posso
ser o que sou se eu realmente não acreditar em mim.
Aprendi que quando eu chorava sempre alguém me consolava e assim
eu consolei aqueles que me procuravam..
Só podemos agir quando estamos de bem com as pessoas, pois caso
contrario precisaremos de alguém de bem para que possamos suportar uma dor.
Aprendi que sem amor não há nada de belo e que com amor tudo é lindo e próspero.
Com o tempo eu aprendi que por mais que tenha aprendido tanto me falta muito ainda para eu aprender e talvez ainda que viva eternamente sempre haverá coisas novas para meu aprendizado..

Deixe o tempo te ensinar que os tombos te fortalecem, que os ventos te levam e que a vida te molda da maneira que bem quer. Não tente entender, tente viver. Poucos conseguem.