Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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OBSTÁCULOS...
Cada obstaculo na minha vida, é uma vacina que reforça meu poder imunológico, me deixando cada vez mais resistente a cada dificuldade que eu tiver que ultrapassar ao longo da minha existência.

O mal não existe, e sim, provas para que eu fique cada vez mais forte, seguro e lapidado para a vida.

Se quem gosta do passado é museu, vou mudar meu sobrenome! O presente parece um cavalo de Tróia e o futuro, a Caixa de Pandora!

" O sol do meu otimismo nunca se põe. "

No meu silêncio é onde escondo a minha dor.

Bom dia!
Bora paz de Deus voadora
Paz de Deus
Na minha morada
Na minha vida
No meu trabalho
Em tudo o que desejas.
Feliz quarta-feira 🍀 ☺️
Ery santanna

⁹Bom dia!
Feliz aquele que coloca seu dia nas mãos de Deus e diz... meu problema poder ser grande mas.... maior é o meu deus. Gratidão 🙌 ❤️
Ery santanna

O mundo deu uma volta tão pequena que só meu peito percebeu.

Acesso Negado


Meu coração tem portas que ninguém pode abrir,
Tem segredos guardados que eu nunca quis dividir,
Mas quando você chega, elas começam a ceder,
Como se a única senha fosse simplesmente você.


Já tentei esconder tudo aquilo que senti,
Fingi que não era nada quando olhei para ti,
Mas meu olhar me entrega antes mesmo de falar,
Porque perto de você, não consigo disfarçar.


Se o mundo perguntar, eu vou deixar registrado,
Que em qualquer outro coração, meu acesso é negado,
Mas no seu eu encontrei um lugar para ficar,
E se você permitir, nunca mais quero sair de lá.


Então deixe essa porta aberta, sem medo de amar,
Que eu entro devagarinho, sem querer machucar,
Porque entre tantos caminhos que a vida me deu,
Meu destino encontrou o seu, e o seu encontrou o meu.

Fiz, em meu tempo, cartas de amor, declarações e presentes. Ofereci palavras, flores e pequenos gestos que, embora simples, carregavam consigo partes inteiras daquilo que eu era. Em contrapartida, pouco ou nada recebi de volta. Talvez pelas circunstâncias, talvez pelas limitações da vida, talvez até por questões financeiras. Ainda assim, confesso: o mais humilde dos presentes, o menor dos símbolos, teria sido suficiente para me encantar.


Não me arrependo do que fiz. Pelo contrário, há certo conforto em saber que o primeiro buquê de flores que alguém recebeu em sua vida foi entregue por minhas mãos. Algumas pessoas colecionam bens, outras colecionam lembranças; eu talvez tenha escolhido colecionar momentos que sobreviverão à própria memória.


Recordo-me da célebre frase que diz que todas as cartas de amor são ridículas. Talvez sejam. Mas arrisco uma pequena discordância literária: ridículas não são as cartas, nem as declarações. Ridículas são apenas as criaturas que amam profundamente e, ainda assim, jamais encontram coragem para transformar sentimento em palavra.


Porque amar em silêncio é humano; mas declarar o amor é um raro ato de bravura.


— Vitor Ferreira de Paula
Polímata e curioso diante do mundo, 2026.

Que o amanhã ainda seja feito desse nós, porque é no eco da sua voz que encontro meu destino, e em cada abraço seu, a certeza de que a eternidade cabe perfeitamente no agora.
_Enzo Ruchell_

O MEDO QUE ME DAR MEDO
BY: Harley Kernner

Às vezes, o meu maior temor é acordar um dia frio, com o coração fechado, surdo ao apelo do mundo.
Perder a ternura que me guia, o olhar que é vivo, e ver o outro se tornar distante, sem brilho, sem fundo.

Ter medo de que a frase, fria e dura, floresça em mim: — Tenho Deus comigo, e isso já me basta!
E que o próximo, que é imagem do amor sem fim, seja posto de lado, como algo que não se arrasta.

Ah, mas essa é a angústia que me faz olhar para dentro: seria capaz de apagar o fogo que me toma por inteiro?
De romper com a essência, que é força e alimento,
e desfazer o imenso amor que carrego no peito?


Não! Esse receio é a prova de que ele está vivo: o amor que me habita não se apaga, não se desfaz.
Ele me faz temer a indiferença — e esse é o motivo:
é porque ele é tudo em mim, e jamais será capaz. Se eu perder a essência desse amor interno, eu perderei minha vida na escuridão.


Harley Kernner
Arquiteto de Poesias e Crônicas

Abelha

Se você diz assim que sou flor, eu te culpo pois é abelha,
Abelha que troca meu pólen,
Abelha que fuça, que me agita,
Que me faz ser flor.
Como flor?
Sou flor que te marco com meu cheiro,
Flor que marco com cor,
Cor que tu, abelha, me deu.

5 Meses de Um Amor Inteiro.
São exatos cinco meses desde o instante em que meu coração se abriu por completo, descobrindo o abrigo mais sincero e profundo que já pôde habitar. Desde então, a vida ganhou um novo sentido, que celebro em cada detalhe da nossa rotina. É impossível não me perder de gratidão ao amanhecer e ser despertado pela melodia da sua voz doce, suave e mansa , sussurrando um "bom dia, meu amor" que já se tornou o meu som favorito. É o lembrete diário de que a minha felicidade tem nome, rosto e morada no seu abraço. E se o dia começa ao som da sua ternura, é nos seus braços que o mundo silencia para dar lugar à paz absoluta. Adormecer ali é um ato de entrega e certeza, a certeza serena de que o amanhã trará você de volta para mim, renovando o nosso ciclo, prolongando a nossa história e provando que o amor, quando é verdadeiro, não apenas habita os dias, mas é a própria razão pela qual vale a pena vivê-los.
_Enzo Ruchell_

Você é o meu refúgio, a minha paz e a minha maior certeza. Que esse seja apenas o começo de uma eternidade inteira colecionando momentos ao seu lado.
_ Enzo Ruchell_

Meu nome é Hilário.
Sou tão alegre que me chamam de hilário.
— Que hilário! Que engraçado!
Tem momentos em que eu sou hilário.

Eu sou um cacto, conheço-me bem, meus espinhos são meu adorno...

vez ou outra o meu "eu do passado" vem me dar um abraço

vez ou outra o meu "eu do passado" vem me dar um abraço
vez ou outra o meu "eu da infância" me chama para brincar
vez ou outra... o meu "eu do futuro" me leva para passear e me mostra que vale a pena chorar e que toda essa luta valerá muito a pena se eu decidir ficar

Chácara grande. Um quarto com banheiro e banheira só meu. Escola boa. Um pastor-alemão e um pelo curto brasileiro felino desde filhotes sob meus cuidados e afeto. Livros; vários e variados livros. Uma sala repleta de livros. Lareira. Minha mãe e irmãos…


Um amigo. Mora perto. Nos conhecemos na escola. 1ª semana de carro. Minha mãe ou irmã mais velha dirigiam. Após alguns olhares cruzados no caminho escola-casa, passamos a ir e voltar juntos. Às vezes a pé. Às vezes de bike.


Brincamos juntos. Fazemos tarefas da escola juntos. Tanto na escola, quando em dupla, quanto deveres para casa — quando “separados”. Às vezes ele em minha casa. Às vezes eu na casa dele.


Gostamos um do outro…


[...]


Terminei meus exercícios de matemática. Deitei. Deixei a persiana levantada. Dormi admirando as estrelas. Acordei com os primeiros raios de sol. Cheirinho de cookies no forno. Céu em transição de cores. Um espetáculo comum. Um extraordinário ordinário. “Extraordinário” porque contemplava sereno e “satisfeito”. “Ordinário” porque felizmente normal. Era sábado.
Ele me chamou pra brincar.


[...]


—Falei com minha mãe e ela…
—O quê?
—Ela…
—Fala logo!
—Ela não deixou eu ir.
[Silêncio]
—Por quê?
—Ela disse que já passamos muito tempo juntos.
[Silêncio]
—Bom… então tá. Vou voltar pra minha casa. Tchau!
—Espera!
[Olhares fixos]
—É brincadeira!
—Aff! (Fez que não com a cabeça desviando o olhar pro lado)
Caminhando juntos em direção à casa na árvore, perguntei:
—Então, o que vamos fazer hoje?
—Ué! Não é óbvio? Beijar!
—Hã?!
—Quero dizer, brincar! Desculpe.
Ri, pensativo…


Depois do pique-pega, cabo de guerra, esconde-esconde e de competirmos para ver quem aguentava pular corda mais vezes; deitamos, exaustos, na grama fofa. Um ao lado do outro, olhando pro céu, debaixo da melhor sombra da melhor árvore dali.


[Silêncio]
Viramos o rosto um pro outro. Nos olhamos…
—Vou pegar uma água na casa!
Ele me pegou de leve pelo braço antes que eu levantasse totalmente minhas costas do chão.
[Silêncio]
Depois de um tempinho de introspecção, perguntei:
—O que foi?
"Do nada" ele me perguntou:
—Você já beijou alguém, Guilherme?
Estranho, porque todo mundo me chama de João, exceto minha mãe quando me chama pra comer.
—Não. E você?
Ele virou o rosto para o alto. Fez que não com a cabeça. Perguntei:
—Por quê?
—Minha mãe falou que eu não preciso namorar, me casar, ter filhos e constituir uma família se eu não quiser.
—A minha também. (Continuei)
—Ela falou que talvez eu fosse gostar de meninas… ou de meninos… ou de ambos.
—É… a minha também. Mas ela me disse que existem pessoas que não são "exatamente" ou meninos ou meninas...
—Aí ela me perguntou se eu já gostei ou gostava de alguém…
Ele virou o rosto pra mim. Eu estava olhando pras folhas cujo vento fazia tremeluzir a luz que chegava até nós em círculos. Pressenti algo diferente, mas não dei muita bola. Ele aguardava, pacientemente. Após um “passeio no mundo da Lua”, perguntei virando o rosto a ele:
—E aí, o que você falou?
—”Sim”.
—E ela? Ou melhor, de quem é?! (Inquiri ansioso)
—Você.


My Old Dream

Meu amor era presença, cuidado e verdade todos os dias, mas você preferiu se perder no próprio egoísmo e na fantasia.