Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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⁠Pia e utopia...

Em busca de mim...
um caminho de andarilha...
atenta às armadilhas por meu ego inventadas...
Desatando nós imaginados em ilhas outras...

Maravilhas (re)inventadas pelos “eus”
curados e poetizados por uma poesia utopia magia
amor....
Em andor na pia batismal amor...

⁠Zeus e eu...

Meu Zeus e eu... eclipse no panteão...
Esse Zeus é deus meu...
nosso altar é sol nascendo nas nuvens...
Altar adornado de corpos, almas e coração...

Nossa oferenda é de rendas...
rendas tecidas e entretidas
por nossos corpos em trança e dança sagrada...
Isso muito nos agrada...

teu eros é elo a bordar e desenhar amar...
beija- flor a beijar a flor amor em voos e pousos...
Repouso por entre peito e cabeça
a esperar nova performance...

Um romance em nuance
por um eros artista divino profano...
Zeus e eu...
Eu e meu Zeus...

⁠DNA EM POESIA

A poesia é meu dna mais profundo...
um mundo particular e secular...
vivo “carregada” pela poesia...

Uma ponte a me (re)ligar a mim mesma...
a esmo me procuro...
sou caleidoscópio em espiral...
uma tal mania de me perder
dentro e fora de mim..

A busca é fulga... me escondo nas palavras...
entre o dito e o não dito...
repito: bendito todos os dias em que a poesia me
possui e intui...
Bendita a tal mania de dizer o “não dito”...
o proibido... poesia com libido pelo não dito...

... inventa ditos escondidos na profundeza
de palavras vazias... mentiras...
“De mentirinha” vou me fazendo
verdade dita e bendita...

⁠Divino à flor da pele...

Coração à flor do amor...
Alma à flor do coração...
Meu corpo à flor do teu...
o teu floresce no meu...

Nossos corações florescem
e são canteiros floridos...arrebentando,
delicadamente, bloqueios de espinhos...

caminhos de carinhos e mimos de ternura...
somos voz corpo alma coração
veludo seda algodão
a acariciar o divino um do outro...

Fascínio e mistério em rios
de sorrisos e encantamentos...
desnudos na candura de anjos
em arranjos e desarranjos celestiais e carnais...

Celebração na vibração do amor...
amor flor... amor à flor dos nossos sorrisos...
Sorrisão...

⁠Bom dia menina...
bom dia gota de amor...
bom dia minha vida...
Você sempre será o meu infinito,
bom dia com amor....

⁠Leva-me ao delírio: encosta o teu corpo quente ao meu ao lúbrico desejo do teu desejo insano.

⁠Saudade

Se você retornasse
Iria abrir as malas e lançar o meu rumo
Por tantos dias desejei acalmá-la com meu carinho
Andar de bicicleta para consumir a essência do seu perfume
Secar as lágrimas de saudade e consumir apenas alegria
Cantar para o teu sono vier a tona
Escrever uma poesia olhando para o seu rosto delicado
Beijá-la e ajoelhar-me para o céu
Agradecer o pequeno tempo que o amor recordou minha pessoa
Transitando o meu verso sobre o coração da minha amada
Com um café da manhã preencher o seu sorriso
Um morango doce que significa o inverso da minha dor
Separar as roupas do nosso pequeno fruto
Uma linda garota com o teu nome para que sua geração continue
Para que sua beleza perdure
E meu coração não sofra por sentir tanto a sua falta
Que o universo retorne o melhor sentimento
Conversar acontecimentos simples de nosso dia a dia
Preocupar-me se está resfriada ou bem
O que importará em meus olhos é que a lua ou o sol vibre pelo seu corpo
E você acorde com o meu sentimento composto ao seu lado.

⁠(RES)GUARDADOS...

(Res)guardo e aguardo o “agrado”
que vem do nosso “sem fim”...
Você, meu querubim, assim...
feito de carinho e amor sem fim... afim...
“Afins”, somos... “enfins” sós...
nós nos “tocamos” na timidez e nudez
de uma noite (re)inventada...

alimentada pela energia que vinha do
encontro de cada um dos nossos átomos...
elos feitos de histórias...
histórias bem e mal contadas...

Histórias “quentinhas”
recém saídas do “forno” desenhado
elos nossos corações e almas
no encontro de nossos corpos...

Uma “fornada” de delícias e gostosuras...
somos “crianças gulosas”...
travessas e avessas...
mesmo com medo nos viramos
do avesso em carinho no ninho...

Havia um ninho
bem no meio
do nosso caminho...
o teu corpo
e
o meu corpo
em carinho

nos (des)caminhos
que estamos a esboçar...

Esboço feito “à mãos”...
esboço “de coração”...
nossas almas de mão e coração dad@s...

⁠A PRIMEIRA VEZ...

A imensidão das tuas mãos
coube no meu coração...
na minha alma e no meu corpo...

um corpo feito de alma...
o coração?

Somos canibalistas ...
na lista, o teu coração na minha mão...
a minha mão? No teu corpo...

Um escopo...
quem sabe um corpo?

Outra vez...

⁠CORACAO, MEU CAPITAO...

O meu silêncio tem voz...
tem ouvidos de vidros...
um silêncio e um dilema...
um lema para Iemanjá...
o mar já sabe...

ajoelhada e espelhada em suas águas
gritei todos os meus silêncios...

que viraram barquinhos
e estão a flutuar
nas profundezas
do meu coração “mareado”...

Mar e coração...
Coração no mar...
coração navegante, meu capitão!

⁠NO CÉU...

Tuas mãos debulham estrelas em meu corpo...
desenha aquarelas surreais em meu coração...
Teu coração explode em ode
às nossas almas em
inspiração e composição...

Somos crianças e criação... somos recreação...
Nossas mãos ainda jogam amarelinha
e nossos corpos e almas e corações
ainda vislumbram chegar no “céu”...

Um céu riscado de giz
no quintal de nossos sonhos...
Chegamos no céu...
ou será sonho?

⁠NA COZINHA DO MEU CORAÇÃO...

Mãe, fiz do meu coração o teu altar...
de lá cuidas de tua filha...
Mãe, na cozinha do meu coração,
Tu, com tuas mãos de fada ainda cozinhas...

uma culinária de amor e poesia...
bem mineirinha...
O fogo sagrado da tua...
da nossa ancestralidade continua
fazendo magia e poesia
na fornalha com seu fogo urdido e ardido...
feito de pôr do sol...

Mãe, memória viva, que me inspira e atiça...
sempre em amor e esperança...
Mãe, tu és tudo...por tudo...
és eterna em mim...
a mais terna presença...

⁠MANIA DE POESIA...

Da janela do meu coração, espreito o mundo...
Com direito à (re)invenção...
à fabulação com ação e direção do coração...

A coloração escolho eu...
quer seja luta ou “luto”
o tom... o meio tom e o
sobre tom é vermelho...

De pôr do sol eu me visto...
e invisto no nunca visto...insisto e persisto...
Na utopia que nunca larga a minha nuca...
quase caduca, ela me empurra para o devir...

vir a ser poesia e profecia... mania minha...

⁠Bordado em esperança

Da janela da esperança
meu coração alcança
a tua chegada
Chegada tão esperada
Chegada tão abençoada

De portas abertas o coração
palpita e apita e repica
o sino que celebra
a tua entrada
entrada bordada na alma

A alma reconhece
Em prece agradece
(re)tece o fio da meada
fio em esperança

– Meu pai era apaixonado por filme de ação. O nome dos meus irmãos é o Chuquinorris. Aí, tem o Charlisbronso. O Vândami. E a caçulinha é a Mel.
– Melissa?
– Não, de Melgibsa.

Eu queria ter passado mais tempo curtindo meu corpo quando era jovem em vez de me preocupar com supostos defeitos.

Meu melhor amigo
Está sempre comigo nos dias bons e ruins
Ele me protege até enquanto eu durmo
E tem o superpoder de afastar meus pesadelos
Meu melhor amigo
Só fica triste quando eu também estou
E me faz companhia até a tristeza passar
Meu melhor amigo
Sempre fica feliz em me ver
E me recebe todos os dias com carinho e amor
Meu melhor amigo
É diferente do que você pensa
Ele tem pelos e quatro patas
E é melhor que muita gente que conheço

Eu sou tão rápido que aperto o interruptor de luz no meu quarto e pulo na cama antes que o quarto escureça.

⁠hoje eu peço desculpas a mim, peço desculpas ao meu corpo por ter odiado ele por tanto tempo, me perdoa porque eu nunca tinha percebido o quão lindo que você é, o quão lindo são essas suas curvas. desculpa por demorar tanto pra te aceitar.

Minha rainha, amo você mais do que tudo. Minha vida, meu amor. Você é a minha mais bela canção de amor. Minha vida, meu tudo.