Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito
O ser humano ainda não entendeu que ele só cresce quando ajuda os outros a crescer. Pois mesmo sem querer, ele aprende diferentes maneiras para ele chegar aonde deseja.
Você não deve correr atrás dos seus sonhos, você precisa perseguir eles. As pessoas estão correndo atrás daquilo que querem com tanta velocidade que ficam cansadas, e fazem uma pausa, que acaba se tornando eterna.
Você não precisa correr, você só precisa continuar a caminhar, assim não vai cansar de perseguir o seus sonhos.
" Um homem pode ser enganado e pode enganar-se a si mesmo, mas não aconteceria assim, quando milhões vêem e ouvem a mesma coisa: isto é uma garantia para cada um e para todos. "
Allan Kardec.
"Demais, pode fazer-se desaparecer um homem, mas não se faz desaparecerem massas; podem-se queimar livros, mas não se podem queimar Espíritos. Ora, queimem-se todos os livros, e a fonte da doutrina não se menos inesgotável, porque não se encontra na terra, surge de toda parte e cada um pode captá-la."
Allan Kardec.
"O Espiritismo na tem nacionalidade, independe de todos os cultos particulares, não imposto por nenhuma classe social, visto que cada um pode receber instruções de seus parentes e amigos de além-túmulo. "
Allan Kardec.
"Se portanto, o Espiritismo e uma verdade, ele não teme nem a má vontade dos homens, nem as revoluções morais, nem as transformações físicas do globo, porque nenhuma dessas coisas pode atingir aos Espíritos."
Mulher de amigo meu é igual cebola.
Descasco chorando, mas como sorrindo!
A idéia original não é minha, confesso. Nem sei o autor.
Se soubesse cita-lo-ia. Quem souber, avise-me, por favor.
Só peguei "emprestada" e fiz alterações, ao meu estilo.
Foi isso!
A doença da indiferença é quando muitos dizem :"Isso não é problema meu!"
Com toda certeza você já ouviu essa frase em muitos lugares. Ela é um exemplo da ignorância sobre a alteridade.
Tudo o que vivemos, todas as nossas relações e vivências,nossas memórias e atitudes, são problemas nossos!
“ Não poderei mais te entregar meu
coração florido, meus versos com
cheiro doce e gosto de bombom.
Não te darei meu olhar, enquanto
você admira minha beleza e passeia
com suas mãos em meus cabelos.
Não te darei minhas palavras de
consolo, nem meu colo para
aconchego. A saudade e as lágrimas
causam um aperto no coração,
sabe? Sinto falta de ouvir seu
coração pulsar, no nosso longo
abraço apertado. Tire essa saudade
de mim, tire as flores que você me
deu, as musicas e os momentos em
que tivemos; pois sei que meus
olhos não te fazem falta, mas teu
sorriso ainda me dá saudade.”
Sobre a saudade, Miriã Barros de
Azevedo. (via oxigenio-dapalavra)
Angústia é ácido
que corrói meu ser.
Aos poucos,meu corpo
fica danificado e não há
remédio melhor
que uma dose de
Deus.
Meu Recife que me encanta
Que me faz suspirar
Meu estado, minha bandeira
Que o meu Deus não deixou de abençoar.
O dia de meu nascimento, o dia de hoje e os dias que ainda virão... Qualquer que seja o dia, ele é precioso.
Reza do Cativo
Pela Sobrevivência e Liberdade
Saravá, meu Pai…
Que o sinhô lá do céu escute nóis que sofre cá embaixo,
Que dê nóis o de cumê na cuia de barro,
A água boa, mesmo que no pote quebrado,
E um chão batido pra deitá o corpo cansado.
Saravá!
Que o chicote num levante quando a mão tá fraca,
Que o ferro quente num queime a pele quando a esperança quer nascê.
Que as mão de roça num seja cortada,
Que os pé de trilha num seja amarrado,
Que a pele num seja arrancada com ódio,
E que o sangue derramado faça brotá liberdade.
Saravá!
Protege os fio que foi vendido na feira, junto com gado e galinha,
Carregado em carroça, amarrado em fileira,
Sem nome, sem fala, só conto-de-reis na boca do feitor.
Ampara as irmã que geme baixinho na senzala, buchadas pelos homê do mal
Que cala por medo, mas chora lágrima que corre como rio escondido.
Guarda os corpo que tombô no porão do navio,
Com corrente no pescoço e sal na ferida,
Os que morreu no escuro, sem vela e sem canto,
Os espírito que ainda geme no tronco,
E os canto que foi calado com mordaça.
Saravá!
Que a memória dos mais velho num se perca:
Dos que contava história de África nas noite de lua,
Dos que batia tambor escondido no mato,
Dos que ensinava reza baixinho, de ouvido em ouvido,
Dos que passava segredo de erva na palma da mão.
Que o tambor nunca pare de batê,
Mesmo quando o sinhô proíbe,
Mesmo quando a chibata quer calar o couro.
Que o cheiro da arruda, do alecrim e da guiné limpe os caminho,
E que a fé dos que rezava escondido no fundo do quintal fique viva dentro de nóis.
Saravá!
Que a luz da candeia num deixe o corpo no escuro,
Que clareie a senzala,
Que guie os pé de quem foge na mata,
E que esquente nóis nas noite de frio,
Quando só o abraço da coragem faz companhia.
Que a candeia da esperança num se apague,
Mesmo quando a noite é comprida,
Mesmo quando o sinhô fecha a porta e leva a chave.
Saravá!
Que os pé de quem fugia deixe rastro de coragem na terra molhada,
Que os olho de quem viu a dor também veja liberdade,
E que o coração de quem sofreu saiba ainda amar.
Que os braço que empunhava enxada e foice ache descanso,
Que as costa que carregou fardo ache alívio,
E que a lágrima caída na terra seca faça nascê água de fonte.
Saravá!
Livra nóis das cobra que rasteja no mato,
Do capitão-do-mato que ronda com cachorro,
Do escorpião escondido no chão quente,
Da abelha que ferroa sem aviso, da ferida que num tem remédio,
E do cansaço que pesa mais que o sol de meio-dia queimando a pele.
Saravá!
Abençoa nóis na travessia da Kalunga Grande,
No gemido do tumbeiro que ainda ecoa,
Na senzala que guarda silêncio de morte,
No quilombo que guarda sonho de vida.
Dá força a quem correu com corrente no pé,
Dá voz a quem rezava escondido no mato,
Dá chão a quem fugiu pela picada da mata,
Dá descanso a quem tombou sem cruz, sem nome, sem reza.
Abençoa os fio e os neto que vem depois,
As família que vai carregá de nóis a força e a esperança,
Que ache na vida a liberdade verdadeira,
Que o coração deles seja forte, o pensamento sábio,
E os pé guiado pelos caminho de justiça e coragem.
Saravá!
Que cada gota de suor derramado vire canto de vitória,
Que cada lágrima caída no chão se transforme em rio de lembrança,
Que cada corpo caído na senzala se levante no quilombo da eternidade.
Coloca nos peito de cada um de nóis a certeza:
Que a liberdade é reza que nunca morre,
É tambor que nunca cala,
É chama que nunca apaga.
Saravá!
E que os fio de hoje e os fio de amanhã
num precisem mais chorá cadeia nem senzala,
que a liberdade chegue na vida deles como pão na mesa,
como água fresca no pote,
como canto que nunca se cala.
Saravá!
Que os neto e bisneto de nóis cresçam forte,
que a lembrança da dor se faça só memória,
mas que a força da coragem seja sangue correndo nas veia.
Que eles andem de cabeça erguida,
que tenham nome, voz e destino,
que ache no mundo o respeito e a paz que nóis sonhava.
Saravá!
E nóis jura, diante de Deus e dos mais velho,
que essa reza num morre,
que essa chama num apaga,
que essa palavra é tambor batendo no peito,
é vento levando esperança,
é juramento vivo de liberdade.
Saravá, axé!
Autoria:
Marco Arawak. antigo:
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