Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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⁠Há uma flor dentro da flor
Que se disfarça em semente
E no jardim do amor
Também não é diferente

⁠"O malicioso não suporta ser perdoado".

⁠A perseverança e a fé, sustenta nossos dias.
Não é fácil vencer as batalhas do dia..Vai ter que lutar?sim,vai!
Vai ter insegurança?Sim,vai ter!
Vai dar medo também?Vai mesmo!
Mas, é a perseverança e a fé,que nos mantem firmes para continuar e vencer!

⁠"Nunca se preocupe tão afundo o que você não pode mudar, não afunde no fundo desse olhar, você é o dono de todo o azul do mar, foi quando mergulhei no azul do mar."

A maturidade ensina: ⁠Aquele que não aprende a ser grato e a enchergar a benevolência do Senhor naquilo que tem, é frustrado por natureza. Não avança, porque suas expectativas estão no alheio.

⁠Como saberá o certo se nunca soube o que é incerto.
Não tem como acertar,se não experimentar errar.

⁠As oportunidades surgem todos os dias,a toda hora,não deixe passar a possibilidade de ser uma pessoa melhor agora.
Acredite em você!

⁠A compreensão é uma ferramenta poderosa e vital. Ela não apenas permite entender, mas também ser entendido. Muitas vezes confundida com aceitação passiva, a verdadeira compreensão é o critério para decisões sábias. É curiosa, baseada em evidências, orientando-nos a discernir de forma informada

⁠⁠“Somos matéria animada. Não somos duas coisas. É uma coisa só: matéria viva espiritualmente. Nem Deus – com todo respeito – pode aniquilar a alma, espiritual, imortal etc. Alma não age sem corpo, não há ação sem órgão. Não veríamos, não ouviríamos, nem pensaríamos sem cérebro. Agora, a morte. Sempre se disse a solene imbecilidade que a alma se separa do corpo, até os católicos dizem isso: ‘vamos rezar esta missa pela alma de fulano de tal’. Isso é heresia! No Concílio de Nicéia já se definiu como dogma de fé que alma sem corpo não age. Ora, se é imortal, é indestrutível e sem corpo não age, então está se exigindo a ressurreição. E isso a Parapsicologia estudou muito bem.”

⁠As atitudes precisam ser movidas pela razão,quando movida pela emoção ,não trás tanta satisfação!

⁠Muitas fugiam ao me ver…

Muitas fugiam ao me ver
Pensando que eu não percebia
Outras pediam pra ler
Os versos que eu escrevia

Era papel que eu catava
Para custear o meu viver
E no lixo eu encontrava livros para ler
Quantas coisas eu quiz fazer
Fui tolhida pelo preconceito
Se eu extinguir quero renascer
Num país que predomina o preto

Adeus! Adeus, eu vou morrer!
E deixo esses versos ao meu país
Se é que temos o direito de renascer
Quero um lugar, onde o preto é feliz.

Carolina Maria de Jesus
Antologia pessoal. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 1996.

⁠QUE UM DIA EU SEJA SAUDADE...

Não sou uma princesa
A minha vida não é um conto de fadas
Não acordo com o beijo do príncipe encantado, como a Bela Adormecida.
Sou simplesmente uma Mulher
Igual a tantas outras.
Tenho dias que rio, tenho dias que choro...
Tenho dias que sou uma fortaleza, tenho dias que sou um castelo de cartas, prestes a ruir.
Tenho dias de certeza, tenho dias em que a insegurança domina .
Tenho dias de calmaria, tenho dias em que sou mar, revolta.
Porém todos os dias, me esforço por manter a esperança e, sobretudo, a gentileza.
Acredito que a nossa vida só faz pleno sentido se conseguirmos tocar, de alguma forma, a vida dos outros.
Se conseguirmos fazer a diferença...

Que um dia, Eu não seja só pó ...
Mas, também, Saudade no Coração de Alguém!

⁠Você querendo ou não o tempo vai passar igual!

⁠Não são apenas as redes sociais, mas também os contatos superficiais que podem ser enganosos. É por isso que valorizo a oportunidade de conhecer as pessoas ao longo do tempo. Com o passar do tempo, as pessoas revelam-se além das máscaras que inicialmente podem usar.

⁠O Poeta e a Poesia

Não é o poeta que cria a poesia.
E sim, a poesia que condiciona o poeta.

Poeta é a sensibilidade acima do vulgar.
Poeta é o operário, o artífice da palavra.
E com ela compõe a ourivesaria de um verso.

Poeta, não somente o que escreve.
É aquele que sente a poesia,
se extasia sensível ao achado
de uma rima, à autenticidade de um verso.

Poeta é ser ambicioso, insatisfeito,
procurando no jogo das palavras,
no imprevisto do texto, atingir a perfeição inalcançável.

O autêntico sabe que jamais
chegará ao prêmio Nobel.
O medíocre se acredita sempre perto dele.

Alguns vêm a mim.
Querem a palavra, o incentivo, a apreciação.
Que dizer a um jovem ansioso na sede precoce de lançar um livro…
Tão pobre ainda a sua bagagem cultural,
tão restrito seu vocabulário,
enxugando lágrimas que não chorou,
dores que não sentiu,
sofrimentos imaginários que não experimentou.

Falam exaltados de fome e saudades, tão desgastadas
de tantos já passados.
Primário nos rudimentos de sua escrita
e aquela pressa moça de subir.
Alcançar estatura de poeta, publicar um livro.

Oriento para a leitura, reescrever,
processar seus dados concretos.
Não fechar o caminho, não negar possibilidades.
É a linguagem deles, seus sonhos.
A escola não os ajudou, inculpados, eles.

Todos nós temos a dupla personalidade.
O id e o ego.
Um representa a sua vida física, material completa.
Pode ser brilhante, enriquecida de valores que ajudam a ser feliz,
pode ser angustiada e vacilante, incerta, insatisfeita.
Mesmo possuindo o que deseja, nada satisfazendo.
O id representa sua vida interior paralela, ambivalente,
exercendo seu comando em descargas nervosas,
no eterno conflito entre a razão e o impulso incontrolado.
Dupla vida inter e extra, personalidade se contrapondo.
Pode ser trivial e dependente, podemos fazê­-la rica e cheia de nobreza,
nos valendo da força imensurável do pensamento positivo
emanado da vida interior que é o nosso mundo,
invisível a todos, sensível ao nosso ego.

Há sempre uma hora maldita na vida de um homem.
Pode levá­-lo ao crime e às paredes sombrias de uma cela escura.
Um curto­-circuito nas suas baterias carregadas,
uma descarga nas linhas de transmissão potencial.
Daí, fatos aberrantes que surpreendem.
Conclusões demolidoras de um passado brilhante.

Cora Coralina
Vintém de cobre: meias confissões de Aninha. São Paulo: Global, 2012.

⁠Ser poeta não é uma maneira de escrever. É uma maneira de ser.

Mario Quintana
Steen, Edla van. Viver e escrever. v. 1. Porto Alegre: L&PM, 2008.

"Não Confunda Amor Próprio Com Egoísmo E Arrogância.
⁠EXISTEM Pessoas Que Tomaram Uma Dose Tão alta De Arrogância Que Acabam Tendo Uma Overdose De Si MESMO."

⁠Minhas limitações são apenas o ponto de partida, não o fim da minha jornada. Cada obstáculo é uma oportunidade para me superar.

⁠Prefiro o medo de te perder, do que a tristeza de não de te amar

Só me dói morrer se não for de amor.

Gabriel García Márquez
O amor nos tempos do cólera. Rio de Janeiro: Record, 2019.