Nao Magoe uma Mulher
De um dia para o outro uma pessoa muda. Muda de atitudes, muda de pensamentos, muda para outra pessoa. Eu particularmente prefiro a monotonia. Monotonia de fatos e de sentimentos, mas outras não... Elas se alimentam das tristezas alheias, dos sofrimentos. E qual é a probabilidade de eu sobreviver a isso?
F: Cheguei.
G: Onde?
F: À lugar algum.
G: Talvez esse seja seu lugar.
F: Não, não é.
G: Talvez seja.
F: Talvez?
G: Talvez não, é.
F: Eu sei.
G: E porque disse que não era?
F: Pra você não se sentir satisfeito.
Ciúmes! Para alguns: - Uma chatice. Para outros: - Essencial em uma relação. Alguns sentem pouco, outros sentem demais… Para algumas pessoas, ciúme é um ato de desconfiança, para outras é uma demonstração de amor. Realmente, é difícil ficar pensando em coisas extremamente relativas…
Às vezes vivo uma constante de sequencias infinitas de mim que me faz temer quando um você entra em minha vida.
Quando me pego perdida em minhas lembranças, e procuro recordar o que fez com que eu me tornasse uma mulher mais forte, confiante, segura e que ama sem pensar no amanhã, sem pensar nas conseqüências ... Quando faço um balanço das horas que valeram a pena serem vividas, sempre me encontro com a tua imagem... E fico pensando que se não fosse por tantos dissabores, não teria me transformado no que hoje sou... Um ser que aprendeu ser mutante e não se envergonhar disso...
A felicidade está em fazer de cada pequeno instante um grande começo, e de cada grande começo uma ponte para o sucesso. Assim a cada momento teremos novos motivos para sorrir.
Brava gente,
De alma branda.
A vida é (...)
Uma esperança.
Essa gente,
É o tempo que
Veste a sua beleza.
Abrace o desconhecido,
Cante uma velha canção e,
Relembre uma paixão.
Nesse instante, irá sorrir
De saudades, de tudo
Aquilo que foi e que não
Voltará jamais a inocência
Vivida, então reviva.
Entre uma cena e outra, o abismo do tempo que passa e a necessidade de reconstrução de um projeto sem nome. A ausência do texto de novo me incomoda, procuro o texto que passa, a profundeza da estrutura reclamando a sua presença, cadê o texto que estava aqui? O escuro escondeu, ai, ai, ai..."(O último verão em Paris, crônicas, 2000)
Abro uma champagne e, nessa noite de turbulência e festa, do mesmo escuro são noite e mar." (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
