Nao Magoe uma Mulher

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Quem uma rosa oferece
Ou uma flor especial
Para quem realmente merece
Tudo de bom menos o essencial

O essencial todo mundo dá
Preciso é criar algo diferente
Dentro do meu coração desejar
A linda amizade envolvente

Envolvendo a concentração
O pensamento você sente
A palavra que vem do coração
Não sai da minha mente

Não sai da minha mente
Ela continua a vibrar
Um desejo consciente
De um dia vos encontrar

Inserida por SamuelRanner

Apenas uma frase muda uma história. Maria do Carmo Boaventura, minha avó, era filha de Pedro Camilo de Castro e Albina Gonçalves Boaventura, fruto de uma relação frustrante. José de Castro, tio de minha avó, deixou meu bisavô fazer uma bela casa nas terras dele. Com o voto de confiança que Pedro Camilo tinha pelo irmão, não desconfiava da inveja que o mesmo poderia ter. Ao conversar com o irmão José de Castro, houve informação falsa e enganosa e, logo após a conversa, brotou muita desconfiança de traição da parte de minha bisavó. Depois de uma fofoca sem provas concretas, o casal teve um destino difícil, traumatizante, principalmente para minha avó, que era um bebê e precisava dos pais juntos para ter uma história mais próxima da felicidade.
Maria do Carmo Boaventura nasceu em Capelinha do Chumbo. A parteira era vizinha da família. O método do parto era bem rude; não havia hospitais próximos, e tudo se resolvia com as parteiras amigas. Albina ficou morando lá na nova casa 1 ano e 6 meses; a partir daí, suas vidas tiveram um rumo muito triste.
Pedro Camilo de Castro separou-se de Albina Gonçalves Boaventura. Minha querida bisavó implorou para que isso não acontecesse. Houve gritos e desespero, mas não foi possível controlar a situação. A fofoca diabólica do irmão foi o início da mudança da história de um anjinho. O marido disse que se separariam, mas havia uma condição: sua filha iria junto. Afirmou, também, que a traição é inadmissível. Ela exclamava bem alto que ele tinha de acreditar nela, que o amava e só tinha olhos para ele, que era incapaz de traí-lo e só ficava em casa lavando roupas e cuidando da filha. Por fim, disse que até poderia morrer. Minha avó beijava sua mãe, chorava muito. A pouca vizinhança ouvia a discussão com pena da situação. Vovó grudava na minha bisavó, mas, mesmo assim, meu bisavô, um homem rude, seguiu em frente. Tomou minha avó pelos braços, entrou na casa, depois foi embora, tomando rumo ignorado. Entregou a chave da casa para o irmão, pegou minha avó e desapareceram daquele lugar. Sem saber o que fazer, os dois perambulavam no sol escaldante. Passaram perto de um casarão, entraram num portão. Havia um corredor de árvores, uma passagem muito fresca, com ventinho agradável. Avistou Palminda sentada no alpendre. Aproximaram-se, minha avó enrolada num pano branco. Ele pediu água e deu a minha avó um pouquinho do líquido. Palminda encantou-se com o bebê, e meu bisavô perguntou se poderiam ficar, tentando resolver a situação em que se encontravam. Palminda aceitou. Quando meu bisavô Pedro Camilo voltou para buscar a filha, esta já estava chamando Palminda de mãe. Admirado com os bons tratos, resolveu doar a filha para o casal de idosos Joaquim Sebastião Borges e Palminda da Fonseca. Joaquim é avô de José Leandro Borges. Maria do Carmo familiarizou-se muito rápido com a nova família, pois lá estavam a Dona Ana, sua irmã de criação, e meu avô morando no mesmo teto. Vovô e vovó, encantados, começaram a namorar e casaram-se bem jovens, ela com 14 anos, ele com 18 anos. Meus trisavós apoiaram o romance. Namoraram por 3 anos e ficaram noivos. O trisavô prometeu uma festa de arromba. Cumprindo o prometido, matou 1 boi, 1 porco, 8 galinhas, fez galinhada, tutu, pelotas, sucos de limão e laranja, pinga alambicada, contratou um sanfoneiro animado que tocava sanfona e cantava música raiz. Houve muito arrasta-pé. Foram convidadas muitas pessoas amigas da família e parentes. Na hora da festa, os padrinhos de casamento venderam a gravata e arrecadaram uma grana boa. Para ficar mais completa a colaboração, o trisavô deu uma fazenda para os jovens casados começarem a vida, na localidade de Peroba, município de Lagoa Formosa. Logo depois de um ano de casados, tiveram a primeira filha, que recebeu o nome de Maria Borges. Alguns anos depois, nasceram Eva Borges, Pedro Leandro de Castro e, por fim, Madalena Borges. Com o passar do tempo, morreram prematuramente seis filhos.
O ofício de costureira de minha avó ajudou seu esposo, José Leandro Borges, a criar a família. Nas décadas de 60, 70 e 80, ela decidiu trabalhar na área de costura. Havia muito trabalho em Patos de Minas, pois eram poucas as costureiras. Os clientes eram muito fiéis. Uns vinham de Lagoa Formosa para a feitura de ternos, vestidos, calças de brim, boinas, etc. Depois de 30 anos de trabalho, uma catarata afetou minha avó, e tiveram de reduzir os serviços. Madalena teve uma infância harmoniosa com os irmãos mais velhos. A diferença de idade da irmã mais velha, Maria Borges, é de 20 anos. Toda vez que os irmãos iam à casa de meus avós, encontravam as mulheres costurando e gostavam muito disso. Sebastião saía e comprava pães, balinhas e picolés para os sobrinhos; era uma festança. Pegava-se água da cisterna para fazer café. O bom de prosa Juca Sertório chamava todos os filhos para se sentarem à mesa que ficava na varanda no fundo da casa, em frente ao pomar de frutas, o galinheiro e o viveiro de mudas. Ali saíam assuntos maravilhosos do tempo da vida em Lagoa Formosa, do empreendimento do viveiro de mudas, da venda de muitos caminhões de café e eucalipto. Naquele dia, depois de vovó preparar o café, colocava na mesa pães de queijo, biscoitos, roscas caseiras. No momento da prosa, sugeriu-se que José Carrilho e o primo Itamar de Castro tomassem conta de uma mercearia que meu avô montaria para os dois netos. Antes do fim da proposta, os dois netos pulavam de alegria. José Carrilho, que tinha a doutrina cristã e pensava em ser frade, gritou: “O nome da mercearia será ‘São Pedro’, do qual vovó é devota”. Todos apoiaram a sugestão. Minha avó olhou para as netas Eni e Maria Luzia, que tinham desejo de morar com os avós. Elas receberam esse convite e o aceitaram. Para mostrar gratidão, todos os dias as netas lavavam a casa, arrumavam as camas dos avós, tratavam das galinhas. E não ficou só nisso. Outros dois netos, Netinho e Ernane, foram convidados a garimpar nos rios Abaeté e Paranaíba. Arnaldo contraiu reumatismo juvenil e ficou com sequelas nas articulações, por isso não podia participar dos convites junto com os irmãos; estava internado fazendo tratamento e todos orando por ele.
Minha mãe, Madalena, gosta de frisar com orgulho que nasceu em Lagoa Formosa, sua terra querida, cheia de natureza e pessoas simpáticas, hospitaleira, onde morou por onze anos e teve vários amigos, que faziam parte de seu cotidiano. A casa era feita de adobe grande e cheia de gente da família. Madalena, as amigas vizinhas e os primos iam para o quintal comer frutas, brincar de casinha, pique, esconder, amarelinha, elástico e criar bonecas de espiga de milho para brincar, aproveitando para aprender a fazer trancinhas nas espigas de milho.
E no quintal de 3 mil metros quadrados, no centro da cidade, com pomar de frutas, horta e muitos pássaros, minha avó fazia biscoitos em um forno feito de barro, pães de queijo, biscoitos de espremer, cultura esta que, com o tempo, foi ficando mais escassa e sendo substituída por moradias verticais, concretos e por tecnologia.
Em 1959, período em que o País vivia sob pressão da ditadura militar, Madalena estudou nas Escolas Normal e Professor Sílvio de Marcos; esta pertencia à Penha e hoje é o Colégio Tiradentes. Nas escolas havia regras; as alunas eram obrigadas a ir à escola de uniformes padronizados; tinham que usar boinas, meias brancas, sapatinhos e saia pretos, camisas brancas, gola marinheiro muito bem passada. A sala muito cheirosa, as meninas iam bem perfumadas. Durante a juventude, curtiu muito com os amigos. Gostava de frequentar a Recreativa e o Social, ir aos cinemas Garza e Riviera. Os jovens trajavam terno e gravatas, e as meninas, vestidos sociais, enfeitados de pérolas, os quais eram confeccionados por Madalena e pela mãe dela. Naquela época não se viam mulheres andando de calça feminina, comprida: era chamada de eslaque. Com 22 anos, Madalena conheceu o Lázaro, na Recreativa. Os bailes eram bem clássicos, com o som de umas bandas de Brasília, os Asteroides, banda patense que tocava Beatles, Elvis, Mutantes, Geraldo Vandré e outras músicas contemporâneas. Época do vaivém, em que os homens faziam um corredor no passeio, e as mulheres passavam de braços dados umas com as outras. O vaivém ia da General Osório à Olegário Maciel. Os postes de iluminação localizavam-se no meio das ruas. Os veículos tinham de desviar-se dos postes, pedestres e ciclistas. As motos mais sofisticadas eram as lambretas.
Lázaro andava de garupa com o amigo Dão, ambos de terno e gravata, curtindo a noite na pacata Patos de Minas.

O flagelo da perda de uma mãe é um pesadelo eterno, e o desprazer de nunca ter sentido o calor de uma mãe é estar em um Ártico Polar
Fábio Alves Borges

Inserida por FabioAlvesBorges

⁠Aproveita enquanto você tem nas mãos, porque nem tudo e pra vida inteira, oque e bom dura pouco...

Inserida por KAIQUE-MARTINS

⁠"Era uma vez uma meninazinha,
que de tanto acreditar em sonhos,
alguns até se tornaram realidade...
☆Haredita Angel
18.01.2014

Inserida por HareditaAngel

Mulher chora, grita, vive intensamente,
Sente raiva, fica orgulhosa, briga como uma serpente, luta por justiça e vence!
Mulher é guerreira, não desiste, sempre tenta novamente,
Mulher é aquela que sente o que estar por vir, tem o sexto sentido a florado,
Sabe dar conselhos e ajuda muita gente.
Mulher é como uma flor sensível, delicada, é sempre perfumada, algumas é preciso tirar alguns espinhos para conviver com elas,
Mulher tem brilho, charme e determinação,
Vai lá e chega na hora H,
Sente amor e emoção,
Mulher sobe no salto, mesmo com todas as dificuldades encara de frente a situação,
Mulher não tem medo, segue sempre com a cabeça erguida sem perder a direção.
Mulher tem que dar carinho, amor, respeito e atenção,
Mulher é uma pérola rara
é deslumbrante,
Tem o poder do encantamento,
em suas mãos.
Mulher defende, faz duas coisas ao mesmo tempo, sem perder o foco da questão,
Mulher resolve e sempre tem razão,
Mulher dar a luz a um filho,
sente a dor, mas não é por isso que deixa de sorrir.
Toda mulher é linda, seja ela branca, negra, pobre ou rica.
Até com seus defeitos, consegue ser linda do mesmo jeito, fazendo o outro sempre feliz.

#BlendaLorraine

⁠Sou uma mulher de fibra e de resistência, mas também sou frágil, sou sensível, sou leve como o vento, mas às vezes me sinto forte como café.
A cada dia que passa me torno MULHER.

Inserida por DelcioLuis

⁠Eu sou uma Top Loba e tenho orgulho da mulher que eu me tornei
Orgulho da minha idade, da minha maturidade
De ter chegado até aqui com muita força de vontade
Dos perrengues que passei sem perder a dignidade…
Eu sei que o tempo ta passando, as marcas tão ficando, que minha energia tá acabando… mas esse sentimento de jovialidade continua dentro de mim e me dá toda liberdade pra eu fazer o que eu tenho vontade. E é isso que me torna assim, uma mulher de verdade! #toploba #toplobapode #angelmancio

Inserida por AngelMancio

⁠Assim como uma flor, o poder da mulher reside na força da sua essência e na beleza da sua determinação.

Inserida por lenora_san

Reflexos inversos, pedaços de uma mesmo ser que se separaram e se modificaram. Um tanto frieza, outro tanto humanidade. Separados por diferenças pequenas, de silêncios e espaço. Presos à uma espécie de jogo, de teia, de… Sentimento. Não, sentimento não é palavra, ou talvez seja, mas ela precisa de um eufemismo antes de se colocar no meio deles. Tudo é eufemismo. Nada também. Tudo é sarcasmo, ironia e quiçá apego… Tudo é uma mistura tão louca que pode chegar o momento que algum dos reflexos se apague, que algum dos espelhos se quebre e tudo volte a ser uma coisa só. Isolada e sem par, como antes.

Uma vez em um lindo sonho real ou ireal nao me emporto...ouvi de um sabio a seguinte frase:Ame!!!viva!!!como se o amanha nao fosse chegar.Como se o amanha fosse um lindo sonho onde voce nao possa acordar,mas lembre-se dormindo voce alcança o topo do monte everest.

A vida é a pior doença que existe não há cura.É uma doença fatal da qual niguém escapaca com vida!

Vivendo no automático


Estou vivendo em uma fase que nada mais me abala.Por isso, optei por ir nos embalos que a vida me levar.


Van Escher

Uma das piores dores que eu já experimentei tinha gosto de fel.
Degustei na alma a indiferença das pessoas que eu mais amava.


_Van Escher_

*Relacionamento moderno: três meses de amor, dois minutos de texto,
uma vida de bloqueio.*
— Van Escher

*Raiz de 1979*
Se não ensinar em casa, alguém ensina.
No meu tempo, bastava uma olhada.
A gente já entendia o recado inteiro.
_Van Escher

PEDIDO DA PLATEIA 😂🎪
*O Circo Van Escher Chegou: No Banco
Eu fui só resolver uma coisinha no banco. Juro.
Em 7 minutos eu já tinha:
Entrado na fila errada,
Contado minha vida pro segurança,
E virado conselheira financeira da tia do caixa eletrônico.
Meu extrato me viu e pediu socorro.
O gerente me viu e pediu demissão 🫣
Eu só queria um comprovante.
Saí com três boletos pagos, um consórcio e uma crise existencial.
Moral: se me ver no banco, finge que não me conhece.
Ou já separa uma senha preferencial pra mim.🤦🏼‍♀️
Ps: o sistema caiu. A culpa não foi minha.
Eu acho.
_Van Escher_

*Amor verdadeiro de mãe*

Amor de mãe não tem CEP.
Não cabe em uma rua.
Num bairro.
E não se mede em km.
Se mede em:
Galáxia.
Órbita.
Sistema solar.
Coração de mãe é gigante como uma galáxia gigantesca!

_Van Escher _

Não tome decisões precipitadas.
Um minuto de impulso
pode custar uma vida de arrependimento.

_Van Escher_

Eu prefiro uma verdade que dói primeiro.
Depois cura.

Às vezes prefiro um soco no estômago.
Daqueles que tiram o ar e a maquiagem.
Que me deixa sem ar, sem máscara... sobra só eu.
Verdadeira. Inteira. Crua.

Eu não preciso de quem passa a mão na minha cabeça quando eu tô me sabotando.
Preciso de quem segura meu rosto e diz:
“Olha pra você. Para de fugir”.

Prefiro a frase dura da amiga do que o abraço falso do inimigo.
Porque quem te deixa cair sorrindo não é amigo. É plateia.

A verdade é remédio amargo.
É faxina na alma.
Se não ardeu, não limpou direito.

Então respira. Ajeita a postura.
E agradece: foi o tranco que te salvou da queda.

— Van Escher

Tem gente que acorda
e toma e toma logo uma dose de veneno
pra ter o que cuspir.

Na igreja: "Pai Nosso".
Na internet: dedo na cara.

"Perdoai-nos
assim como nós perdoamos"
Dedo no olho do outro até sangrar.
Virou reza vazia.

Jesus disse: amai-vos uns aos outros!
O Brasil respondeu: odiai-vos.

É mais língua do que corpo sendo enterrado todos os dias!

E o céu chora
vendo maltrapilho
sendo teste de Deus
que ninguém vê.

Van Escher