Nao Magoe um Alguem

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Não basta ter muitos sonhos. É preciso lutar para conquistar.

⁠Nós não somos monstros. Somos subversivos culturais.

Seríamos mais felizes se não precisassemos viver numa sociedade onde numa parte, seres sentem tanta dor e na outra parte, fingi-se que a dor alheia não nos afeta.

O homem não nasce bom, porque o bom não existe. Assim como o mal. Bom e mal, certo e errado, branco e preto, é tudo relativo, e o tudo é fútil.

O homem, não é bom, não é puro, não é vil, não é corrupto. O homem é apenas o homem. Um sistema orgânico, uma máquina movida a carbono, que por pura chance do acaso, adquiriu uma consciência, desenvolveu um self, mas no final, em sua essência, é apenas matéria.

‎"...Se a história não me agrada, preciso aprender a reescrevê-la até que se torne parecida com a ideia que passa pelo meu coração. O roteiro só muda quando eu assumo a minha responsabilidade por ele e me trabalho para ser capaz de modificá-lo."

Esse ponto de contato interior, apesar de toda a sua importância, não é, entretanto, mais do que um ponto. Após o longo período de materialismo de que ela está apenas despertando, nossa alma acha-se repleta de germes de desespero e de incredulidade, prestes a soçobrar no nada. A esmagadora opressão das doutrinas materialistas, que fizeram da vida do universo uma vã e detestável brincadeira, ainda não se dissipou. A alma que volta a si permanece sob a impressão desse pesadelo. Uma luz vacilante brilha tenuemente, como um minúsculo ponto perdido no enorme círculo da escuridão. Essa luz fraca é apenas um pressentimento que a alma não tem coragem de sustentar; ela se pergunta se a luz não será o sonho, e a escuridão a realidade. Essa dúvida e os sofrimentos opressivos que ela deve à filosofia materialista distinguem nossa alma da alma dos primitivos. Por mais levemente que se a toque, nossa alma soa como um vaso precioso, que se encontrou rachado na terra. É por isso que a atração que nos leva ao primitivo, tal como o sentimos hoje, só pode ser, sob sua forma atual e factícia, de curta duração.
Salta os olhos que essas duas analogias da arte nova com certas formas de épocas passadas são diametralmente opostas. A primeira exterior, será sem futuro. A segunda é interior e encerra o germe do futuro. Após o período de tentação materialista a que aparentemente sucumbiu, mas que repele como uma tentação ruim, a alma emerge, purificada pela luta e pela dor. Os sentimentos elementares, como o medo, a tristeza, a alegria, que teriam podido, durante o período da tentação, servir de conteúdo para a arte, atrairão pouco o artista. Ele se esforçara por despertar sentimentos mais matizados, ainda sem nome. O próprio artista vive uma existência completa, relativamente requintada, e a obra, nascida de seu cérebro, provocara no espectador capaz de experimentá-las, emoções mais delicadas, que nossa linguagem é incapaz de exprimir.

Não adianta fazer jejum de carne vermelha na 'sexta-feira santa' se, no cotidiano, você 'devora' o próximo com mentiras, injustiças e corrupção...

-Não quero que você toque em mim.
-Você não tem escolha.
-Sempre tenho uma escolha

“Enquanto existir recordações fotográficas sentimentais, o tempo passado não morrerá jamais”

Jamie: Não quero que nada aconteça com você.
Claire: Não me importaria com a dor.
Jamie: Eu me importaria. Poderia aguentar a minha dor, mas não a sua.

⁠Não importava o que eu fizesse, ela já tinha partido bem antes de morrer. E sinto falta dela. Ela era minha âncora. E deduzo que ela era meu fardo.

⁠Morrer não é desaparecer.

Saudade de Amar

Deixa eu te dizer, amor
Que não deves partir
Partir nunca mais
Pois o tempo sem amor
É uma dura ilusão
E não volta mais

Se tu pudesses compreender
A solidão que é
Te buscar por aí
Andando devagar
A vagar por aí
Chorando a tua ausência

Vence a tua solidão
Abre os braços e vem
Meus dias são teus
É tão triste se perder
Tanto tempo de amor
Sem hora de adeus

Oh, volta
Que nos braços meus
Não haverá adeus
Nem saudade de amar
E os dois, sorrindo a soluçar
Partiremos depois

Não se nasce feito. Cada dia vamos nos aperfeiçoando no pessoal e no profissional, até chegar ao ponto mais alto, á plenitude de qualidades, á eminência. Isto se conhece no gosto refinado, na pureza da inteligência, na maturidade do julgamento, na retidão da vontade. Alguns nunca chegam a ser completos, sempre lhes falta alguma coisa. Outros demoram pra chegar lá. O homeem "acabado" - sábio em atos e palavras - é aceito, e inclusive desejado, no seleto grupo de discretos.

Sally: A parte mais difícil de seguir em frente é não olhar para trás

As coisas não deram certo hoje ??? O dia de amanhã ninguém usou.
Pode ser seu...

Se você não fica rico ao lidar com políticos, há algo de errado com você.

Desculpa se te magoei, desculpa se me magoei, mas me desculpe principalmente por não me arrepender de nada. Não me arrependo dos sorrisos que me roubou, das confusões mentais que me causou, das confissões que a ti fiz, dos ciúmes que nunca te confessei, das brigas terminadas em beijos, das brigas terminadas em lágrimas.
Me perdoe por não querer voltar no tempo e concertar, me perdoe se não mudaria uma vírgula. Me perdoe se eu tinha mais dúvidas que respostas. Me perdoe por sem querer me apaixonar. Na verdade, quer saber? Não, não me perdoe por nada. Não perdoe os beijos que eu te dei, não perdoe as palavras a ti atiradas, não me perdoe pelas músicas compartilhadas, não perdoe as conversas terminadas no ritmo do nosso sono, não perdoe os nossos momentos a frente do mar trocando sorrisos, não perdoe nossos olhares confidentes e jamais me perdoe por aparecer, por sumir, por simplesmente me fazer presente. Não perdoe as críticas que a ti fiz. Não, não perdoe, pois não me arrependo. Tudo que fiz estava sã, tudo que demonstrei estava ciente das consequências, tudo que falei estava perfeitamente concentrada em teus olhos para proferir todas as palavras que saíram de minha boca, todos os beijos que te dei foram perfeitamente doces e acompanhados do consenso, então, porque me arrepender dos 5 segundos mais duradouros dessa nossa história?

Amar!

Dói? Dói...
Machuca? Às vezes...
É fácil? Não...
Vale a pena? Sempre...
Se eu te amo? Sim!
Quanto? Muitão.

⁠Está ainda por nascer quem não se adore a si mesmo.