Nao Magoe um Alguem

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Quando a Energia Vai Embora


O fim de tudo começa quando a energia se vai.
Sem ela, não há vitalidade, não há impulso, não há motivação para nada.
Tudo perde o sentido.
Tudo perde a graça.
A comida não tem mais sabor, o que antes era prazer vira obrigação.
E, de repente, tudo se confunde com preguiça aos olhos de quem vê de fora.


Nada parece bom o suficiente para valer o esforço.
Tomar banho vira uma batalha silenciosa.
Escolher uma roupa, passar um hidratante, parecem tarefas gigantes.
Abrir a geladeira e sentir que nada combina com nada.
Olhar para as panelas e perceber que você já nem sabe o que fazer com elas.


A cama se torna refúgio e prisão.
Levantar é difícil.
E quando consegue, encara o espelho e não se reconhece.
Olha ao redor e tudo parece um reflexo distorcido da sua própria realidade.
O acúmulo grita: coisas empilhadas, objetos esquecidos, poeira que reflete o que está dentro de você.


E então percebe:
Você acumula mais do que coisas.
Acumula o que não te faz bem.
Acumula a bagunça que não é só física, mas emocional.


E o pior é não ter energia para remover nada disso, nem do ambiente, nem da alma.


É como assistir sua vida de fora, trancada dentro de um corpo que não acompanha o mundo.
Querendo mudar tudo, mas sem força sequer para começar.

À Margem de Mim


Está tudo aqui. Vivo. Latejante.
Eu sei o peso de cada coisa que não fiz, sei a dimensão do caos ao meu redor, sei exatamente o que precisa ser feito.
E, mesmo assim, estou parada.
Imóvel.
À margem da minha própria vida.


É agonizante estar consciente de tudo e, ao mesmo tempo, incapaz de mover um único passo.
Minha mente corre, grita, pede mudança.
Mas meu corpo não acompanha.
É como estar presa dentro de mim mesma, olhando o tempo escorrer pelas mãos que não consigo levantar.


Querer e não conseguir.
Saber e não fazer.
Viver aprisionada em um corpo exausto, sem vida ativa, sem impulso.


O desejo de mudar é real, mas a energia… desapareceu.
E isso corrói.
Corrói de um jeito que palavras mal conseguem descrever.


É um conflito que desgasta, que sufoca, que mata por dentro devagar.
Um silêncio que ecoa mais alto que qualquer grito.
Um cansaço que não é só físico — é existencial.


E a esperança … já cansou.
Já desistiu de tentar.
Não porque queira, mas porque lutar contra si mesma todos os dias também tem um limite.
E o meu, eu já encontrei.


Agora só resta esse vazio lúcido.
Essa consciência cruel de quem vê a própria vida passar, e não tem mais forças para alcançá-la.

Consciência é Papel


Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.


Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.


E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.


Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.


Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.


No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.

Sensível e convidativa


No encontro entre luz e sombra, capturo emoções que não se apagam.
Escrevo para dar vida ao que o silêncio não pode conter.
Meu olhar não registra apenas o visível, mas o sentido que o tempo não leva.
Fotografia e escrita entrelaçadas, convidando você a sentir.

Sabores da Infância


Há canções que, ao tocarem, não se limitam ao ouvido.
Elas atravessam o tempo, abrem portas escondidas e nos devolvem à infância.
É como se cada nota fosse um fio invisível, puxando memórias guardadas no fundo da alma.


Há sabores que não morrem, mesmo que a receita tenha se perdido.
Um pedaço de bolo simples, o cheiro do café coado, o doce na panela de cobre,
tudo isso nos devolve a pessoas queridas, a risadas ao redor da mesa,
aos dias em que a vida parecia mais lenta e mais viva.


A nostalgia tem esse poder:
não apenas lembrar, mas fazer sentir de novo.
Sentir a mão que já não seguramos,
o colo que já não existe,
o carinho que o tempo não levou, porque ficou em nós.


Cada música que ecoa, cada sabor que retorna,
é também um reencontro com quem fomos
e com aqueles que deixaram marcas suaves em nossa história.
É memória, é afeto, é vida que insiste em permanecer dentro de nós.


Porque o passado, quando é bom, nunca vai embora.
Ele se transforma em eco, em cheiro, em gosto, em canção.
E nos lembra que somos feitos disso:
de pessoas, de instantes e de tudo o que nunca deixou de existir em nós.

A arte de olhar é também a arte de resistir.
De não se afogar nas próprias marés,
de aprender a respirar mesmo quando o silêncio pesa,
de transformar dor em força,
sofrimento em poesia.
Porque até nos dias mais sombrios,
há sempre um modo de florescer.

Seus olhos para mim são como o céu, não apenas pela beleza que se revela, mas pela profundidade que guardam.
Há neles uma vastidão que não se explica, um silêncio que acolhe, como se cada olhar fosse um convite a me perder e, ao mesmo tempo, a me encontrar.


Quando os contemplo, sinto que há um universo escondido, um mistério que não pede pressa, apenas entrega.
E é nesse mergulho que descubro que não se trata só de você, mas também daquilo que desperta em mim.

Texturas e Atmosfera: Sentir a Imagem


A fotografia não captura apenas formas e cores; ela permite sentir o ambiente, perceber a textura dos elementos e experimentar a atmosfera de um instante. Cada superfície, cada detalhe do cenário contribui para a narrativa visual, conferindo profundidade e realismo à imagem.


Tecnicamente, a atenção à iluminação, ao foco e ao contraste é essencial para revelar detalhes e texturas. A escolha de ângulos e distâncias também influencia a percepção tátil e emocional do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o que transmite a sensação de presença e autenticidade no momento capturado.


Texturas e atmosfera tornam a fotografia viva. Elas permitem que quem observa toque a superfície, sinta o peso, a suavidade ou a aspereza de uma cena, e mergulhe na emoção que ela carrega. Cada detalhe se transforma em ponto de conexão entre a imagem e a experiência humana.


A sensibilidade do fotógrafo transforma simples cenas em experiências sensoriais completas, conectando técnica, emoção e espontaneidade.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Você não está perdida.
Está cansada.


Cansada de ser vista em partes, de ser entendida por fragmentos, de ser tocada só na superfície.
Cansada de quem chega com pressa, promete abrigo, mas só oferece presença pela metade.


Não é confusão, é exaustão emocional.
Não é falta de rumo, é falta de quem fique inteiro.


Porque quando alguém te encontra de verdade, não pede que você se explique o tempo todo.
Permanece. Escuta. Sustenta.


E talvez seja por isso que você tenha parado.
Não para desistir,
mas para não aceitar menos do que merece.

Eu fui o que pude,
eu dei o que tinha.
Se eu estava em pedaços,
como poderia ser inteira?
Não se entrega plenitude quando se está aprendendo a sobreviver.
Não se oferece abundância quando se vive de restos de si.
Ainda assim, eu fui.
Ainda assim, eu dei.
E talvez a pergunta nunca tenha sido sobre inteireza,
mas sobre verdade.
Porque há uma dignidade imensa em oferecer o que se tem,
mesmo quando o que se tem são fragmentos.
E quem não soube reconhecer isso
talvez nunca tenha entendido o que é amar alguém
em reconstrução.

Livre arbítrio não é pegadinha de Deus.

Não exitem casais perfeitos.
Existem casais que tentam caminhar juntos uma vida inteira!

A mulher virtuosa não é linda pela moldura que Deus fez em seu corpo, mas por Deus ter esculpido em detalhes na sua alma.

Aprenda a amar sem nenhuma dúvida.
Aprenda a lidar com seu defeitos.

Não faça disso uma dívida;
Em ter que fazer pra receber.

⁠Depois, quando tudo passar, não venha culpar o vento pela bagunça.
Você sabia onde estava cada coisa.
Sabia quem era importante, o que merecia cuidado,
o que precisava de abrigo.

O vento passou por todos nós,
mas só bagunçou o que foi deixado de lado.
Você segurou o que tinha prioridade para você.

" Não é preciso mostrar beleza aos cegos, nem dizer verdades aos surdos.
Basta não mentir para quem te escuta, não decepcionar os olhos de quem te vê.
As palavras nos iludem por algum tempo, maiz as atitudes nos ganham ou perdem para S E M P R E E "

♥ Viva pra você, não para os outros. Não ouça tudo que te falam, ouça apenas o que você quer ouvir.
Esqueça as críticas se elas não te ajudam a crescer!
Esqueça das pessoas que você sabe que querem o teu mal, ou quando você menos espera vão te apunhalar pelas costas.
Não mude por NINGUÉM, seja sempre você!
Mude, quando você achar que algo não está bom, mude quando VOCÊ, mas só você, achar que tem que fazer isso, afinal a vida é sua.
Pense bem no que você fala dos outros, porque infelizmente vivemos em uma sociedade SEM PENA.
Leia livros, vá a praia, pense no seu futuro, mas não esqueça de viver o presente, intensamente! :)
Dê novos rumos para sua vida.
Leve o passado como lição, não se arrependa de nada, apenas faça diferente, porque arrependimento não faz você voltar no tempo e fazer diferente, o que você pode fazer em relação a isso, é levar como lição, e da próxima vez fazer tudo diferente, o tempo lhe da essa chance.
Seja você mesmo, espalhe coisas boas, que é isso que voltará para você!


"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".

Não seja descomedido nas palavras. Palavras temerárias são expiadas severamente.

Eu nunca me considerei feminista, mas não acredito que se possa ser mulher nesse mundo e não ser uma.

"Não vivo no mundo da lua,
mas prefiro não verbalizar as coisas ruins.
As palavras que proclamo, digo-as primeiro a mim.
É um mundo melhor que tento construir. Sim, começa-se assim!
A palavra tem muito poder de atrair, de convencer, de concretizar!
Somos muito do que vivemos a falar,
do que deixamos entrar e sair de nosso coração,
do que costumamos agradecer ou reclamar."