Nao Magoe um Alguem
Preceitos
1. Aceite tudo como é.
2. Não procure o prazer físico para seu próprio partido.
3. Em nenhuma circunstância, dependa de um sentimento parcial.
4. Considere a si mesmo com leveza; considere o mundo com profundidade.
5. Durante a sua vida, evite o desejo, até o próprio desejo de nada desejar.
6. Não lamente o que fez.
7. Não tenha inveja.
8. Não se deixe entristecer por uma separação.
9. Ressentimento e reclamação são inadequados tanto para si como para os outros.
10. Não se deixe guiar pelos sentimentos de luxúria ou amor.
11. Em todas as coisas, não tenha preferências.
12. Seja indiferente ao local onde reside.
13. Não persiga o gosto da boa comida.
14. Não carregue bens que já não necessita.
15. Não aja de acordo com as crenças habituais.
16. Não colecione ou pratique com armas para além do necessário.
17. Não tenha receio da morte.
18. Não tenha a intenção de possuir objetos ou um feudo na velhice.
19. Respeite Buda e os deuses sem contar com o seu auxílio.
20. Ainda que abandone sua vida, preserve a sua honra.
21. Nunca se afaste do Caminho.
Às vezes você não vê que a melhor coisa que já aconteceu com você está ali, bem embaixo do seu nariz.
Não me preocupo com o que pode acontecer daqui a cem anos. Aquele que governava o mundo antes de eu nascer cuidará disso igualmente, quando eu estiver morto. A minha parte é melhorar o momento presente.
A chuva não mata, mas molha.
O amor não se vê, sente.
A amizade não se compra, constrói.
E pessoas como você não se esquecem, guarda-se no fundo do coração.
Eu sou uma eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida.
Carinho é quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente, e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Quando eu me for, siga em frente, não sofra, fique alegre quando ouvir a minha voz, saiba que eu estarei olhando o seu sorriso.
Choro!
Sem ninguém perceber
Pois é choro da alma
Que ninguém pode ver
Choro!
Por não estar com você
Por sofro por ti
Sem ninguém perceber
Choro!
Não por você
Mas por aquilo que sinto
Sem você perceber
Choro!
Não por causa de dor
Mas choro por algo
Que alguns chamam de amor...
-Cara, eu sei que dói. Na verdade, eu não sei. Mas eu sei de uma coisa: por mais que ser chutado doa, ficar sozinho é pior ainda. Isso não fez sentido. Eu preciso de outra bebida.
Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer… dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir… é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir… Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.
(…)
A ADIADA ENCHENTE
Velho, não.
Entardecido, talvez.
Antigo, sim.
Me tornei antigo
porque a vida,
tantas vezes, se demorou.
E eu a esperei
como um rio aguarda a cheia.
Não é nossa função controlar todas as marés do mundo, mas sim fazer o que pudermos para socorrer os tempos em que estamos inseridos, erradicando o mal dos campos que conhecemos, para que aqueles que viverem depois tenham terra limpa para cultivar. Que tempo encontrarão não é nossa função determinar.
O mundo desgovernado não é moldado por forças metafísicas. Não é Deus que mata as crianças, não é o acaso que as trucida, nem é o destino que as dá de comer aos cães. Somos nós. Só nós.
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