Nao Magoe um Alguem
Um dia em que o encanto da vida tornou se uma afronta a nossa segurança, a liberdade e segurança tornou se uma prisão domiciliar e daí vem o questionamento é o fim? Ou apenas um aviso, Barra do Corda silenciou suas ruas e as expectativas por não se confirmar o covid - 19, oremos por nossos profissionais da saúde eles estão lá por cada um de nós. Façamos nossa parte.
Diante dos meus olhos
Há uma ideia
É aquela antiga
A qual a um ano
E uns meses atrás tinha
E agora ela voltou
E nisto está o meu coração
Que bate por apenas
Uma única emoção
O inferno nunca vai entender que um crente mesmo estando fraco dentro da igreja,ainda assim é mais forte do qualquer tempestade,porque o poder de Deus se aperfeiçoa na nossa fraqueza."
Me sinto menosprezado pelo seu sentimentalismo frio! Sinto-me como um poço sem fundo com seu silêncio pertubador. Ignorado ou rejeitado? Qual palavra definiria esse sentimento retroverso...?
VOCÊ
Você partiu no mesmo ano em que me mostrou um novo mundo,No mies em que vez feliz,Na semana do preparativos de nossas vida,No dia do nosso "PARA SEMPRE",Na hora do "SIM",No minuto em que me faria "SUA",No segundo do "EU TE AMO".
Mas...Agora..Meu mundo escureceu,Minha felicidade se entristeceu,Preparativos vorao em vao,O "PARA SEMPRE" nem sempre dura,O "SIM" virou nao,A "SUA" ja nao e tao sua,O "EU TE AMO" paro de amar.
“O Caos na Avenida Central”
No principio era um dia como outro qualquer; um dia de folga.
Aproveitei então para resolver questões pessoais de rotina.
Já não era mais cedo, também ainda não era tão tarde. Afinal era uma tarde.
Enquanto eu caminhava pela avenida central, percebi que algo além do normal pairava pelos ares. Pressenti que o clima era tenso. Observei a reação das pessoas que ali passavam; e de outras que ali permaneciam.
Uma criança chorava no colo da mãe, que se apressava em atravessar a rua. Outras maiores eram imediatamente puxadas pelo braço em companhia de seus pais. A senhora se ajeitava com sua sacola de compras.
Em instantes percebi que pessoas corriam pela calçada. A tensão era constante e progressiva.
Pessoas se refugiavam em algum canto, outras procuravam abrigo onde houvesse.
Seu Joaquim da padaria imediatamente tratou de baixar uma das portas.
O grupo de estudantes se aglomerava no ponto de ônibus, e logo se espremiam para entrar na condução.
O ciclista em desespero largou sua bicicleta e correu para o armazém.
Percebi então que a tensão aumentava e a reação das pessoas era cada vez mais freqüente e conturbada; O desespero era notório em meio a tamanha confusão.
Os ambulantes tratavam logo de recolher suas mercadorias, outros se apressavam em baixar suas barracas.
Moradores locais espiavam das sacadas, e logo davam jeito de fechar suas janelas.
Em meio a toda algazarra surgiam homens da guarda municipal que corriam em direção a marquise.
Mais adiante, militares com seus cães atravessaram a rua em direção ao ponto de ônibus; outros se adentravam na galeria comercial.
Um soldado fazia gestos para o restante da tropa que rodeava o quarteirão.
Os pombos assustados levantaram vôo.
Pardais rodeavam a torre da catedral e logo sumiam entre os prédios.
Ouviam-se barulhos. As vezes agudos, as vezes mais graves.
Logo as barracas eram aos poucos atingidas.
Os automóveis estacionados, nem mesmo os que estavam em movimento escaparam.
Pessoas que não se abrigavam, ou aquelas que andavam distraídas também eram atingidas. Alguns ainda tentavam correr para um lugar seguro.
Enquanto eu permanecia ali, imóvel, observando toda aquela algazarra...
Fui atingido no ombro direito, depois no esquerdo... Naquele momento fiquei sem reação.
Fui atingido novamente no ombro direito, depois no braço, no peito...
Ouviam-se vozes gritando: Saia logo daí!
Percebi então que a rua se embranquecia pelo granizo que caía do Céu.
A chuva era o de menos; molhava, mas inicialmente não fazia mal.
Mas o granizo quando batia na cabeça, incomodava bastante.
Fui imediatamente para a marquise e esperei que a chuva passasse.
Fiquei ali o resto da tarde observando o caos da tempestade inesperada que agitava a correria urbana.
(Carlos Figueredo)
"Obrigado Senhor... Por mais um dia de vida. Pelas lutas que travei, pelas batalhas que venci e pelas que perdi também. Pois sei que hoje será um novo dia. Dia de recomeçar..."
No final, o garoto era simplesmente um sonhador, o que provavelmente era comum entre os ricos, que não acham que a realidade se aplica a eles.
Amor à primeira vista é possível
mas é sempre bom limpar os óculos
e ter um segundo olhar.
A amizade sempre termina em amor,
mas nunca amor em amizade.
Somente quem passa pelo gelo da dor chega
à inocência do amor.
Precisou que um inimigo invisível, fizesse grandes países,cidades, parassem, transformando céus antes cinza, em lindos dias azuis,fazendo assim o planeta voltar a respirar tranquilo.
Se livrou de um peso morto, hoje conhecido por EX... Agora tá lá, linda, livre e se sentindo maravilhosamente feliz!
Soldados abatidos numa guerra invisível
Enterro solitário sem sequer um abraço amigo
Uma guerra cuja bala te derruba com um vírus
E o combate é a quarentena pra tentarmos sair vivos
Tudo pára, não circula, incalculáveis prejuízos
Nas ruas, no comércio o inimigo é o vazio
Desemprego é uma sombra, tal qual o Corona Vírus!
Mas antes vivos na miséria, que entre mortos e feridos!
Não dê-me a mão meu caro amigo, isolados nos unimos!
Que nessa guerra eu e você, possamos juntos sair vivos
E aos guerreiros da saúde, heróis de branco destemidos,
damos palmas nas janelas, e um abraço coletivo!
Alexandre Golovanevsky - Covid19 - 22/03/2020
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