Nao Magoe um Alguem

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⁠
SUELLEM!


Suellem, que esmeralda
Morena dos olhos pretinho
E cabelos cacheado
Recebo um grande carinho
Com você do meu lado....

Suellem
Vejo seu coração pulsar mais forte
Pulsar todo apaixonado
Você é uma morena de sorte
Por você, qualquer um fica encantado

Suellem
Seu sorriso lindo seduz
A grande beleza em seu rosto
Sua elegância de menina mulher conduz
A perfeição do seu corpo...

Suellem
No seu abraço me atraço
No seu cheiro me afógo
Nesse grande compasso
Esse amor vira fogo...

Suellem
Menina morena, garota mulher
Uma flor toda especial
Essa flor defini quem tu eis
As pétalas de colossal...

⁠
Amor é um grande sentimento
Amor também
desperta lamento e paixão
para gente só faz sentido
quando amamos alguém com coração.
O amor é mudo, supera tudo
mesmo existindo a dor e a solidão.
Quando pensa em desistir
para não fazer ninguém se ferir
de paixão
Pra muitos existem amor a primeira vista,
pra outros os olhos conquista,
amor é a base de tudo supera o tempo
e a distância acaba com a ignorância
que se espalha pelo mundo
fazendo o mundo sorrir,
sem amor eu não poderia existir,
a vida seria fácil de mais,
ninguém seria capaz de viver e sem sentir.
Bate no peito uma emoção
de fortalecer o coração,
amor uma grande raridade
pra quem ama de verdade
e prateje com vontade
pra ninguém se ferir.
Ferir das grandes maldições
que o amor sofre e com as tentações
que sempre existem na vida
e sempre vão existir ...
Pro mundo não tem escolha
se o amor sentir o que realmente te faz sorrir...

⁠
O amor é um instrumento
Muito fácil de tocar
Vai dempeder da melodia
De quem for manusear
É um som muito lírico
Que vai mexer com coração
A adrenalina sem freio, sem rumo e comparação
Cada nota é bem tratada, como se deve tratar
Uma rima encaixada, em qualquer hora e lugar
O som que vem dentro, desse lindo estrumemto
É de mover corações e também sentimentos
O lírico e delírio, que esse amor faz
Tem sim um grande brilho, tão suave e capaz
De bagunçar meu pensamento, ao ouvir esse estrumemto
Tocado bem demais.

⁠
PARINTINS

Parintins, um conto literário de magias
De imaginar e expressar as belas poesias
Terra de encatos e encontros.
Do amor que carrega a arte na vida
E transborda a esperança no amanhã
Parintins de sonhos, um verdadeiro santuário
Uma esmeralda polida pelas águas do horizonte.
Afortunada em belezas, flor do Amazonas tecida pela mãe natureza.
Parintins, seus princípios se transformou em história, pela criação de suas origens.
Parintins dos olhos do mundo, e das cores que se faz transformar uma paixão inabalável
Pela cultura e identidade que nos emociona.
Parintins do meu coração, do vôo da liberdade...
Que está nos burgos dos teus rios...
Trama divina abençoada pela padroeira do lugar.
Parintins, um receptáculo esplêndido de amor
Ao som da Viola que o vento leva e o coração que pulsa como batuque de tanbor
Luz que reflete os olhos, um bliho puro e cristalino.
Parintins, que o por do sol namora beijando teus rios encardeando o horizonte e assim vai se embora voltando no amanhã....

Persona.


Em um jaguara bem forrado,
Com uma pequena jóia em seu deitar.
O peito bem forjado, não ofusca seu olhar.


Em um projeto rimoso de poesia satírica,
Morre a verdade.
Verdade oitiva.


Escondendo frases em idioma secreto,
Refém do caderno incerto.
Jóia rara em peito fraco, razão de descaso.
Verdade
Um caso?

Um doce olhar felino ameniza a dor e a tristeza do corpo.
E eleva a alma.

“A companhia de um gato nos inspira a meditação e ao recolhimento interno. Silêncio e paz é disso que a humanidade precisa.”

“Olhar de um lindo felino na cor da mais bela e valiosa esmeralda que a Mãe Natureza produziu.”

Navegamos em águas turvas onde o maior pesadelo na ignorância é um mar revolto e profundo, fazendo da vida um naufrágio que logo esquecem. A pressa do mundo é rasa; as pessoas só querem ver a superfície e se esquecem que há algo valioso seu que afundou.

“Um esposo de valor e empático procura sempre deixar a cozinha limpa.”
— Anderson Silva

⁠Todos fiquem em casa !


Todos fiquem em casa,
por causa da pandemia,
foi um decreto dos governos,
para quebrar a economia.

Bolsonaro então falou: Todos devem
trabalhar, porque se ficarem em casa a
economia vai quebrar.

Os chamaram de genocida, porque vacina
não comprou.
Apertaram sua mente, tirando os direitos
de um presidente.
Governos estaduais e os prefeitos também,
receberam todo apoio pra impedir o vai e vêm.

Não aguentando a opressão, o presidente
então comprou milhares de vacinas e
o povo então tomou.
Ainda assim vacinados, muita gente
está morrendo.
Agora quem é o genocida ? Que o povo não estão vendo.

⁠Os fofoqueiros !


Os fofoqueiros é uma desgraça,
na vida de um senhor qualquer.
Eles vem com uma conversa mole,
pior que bicho de pé.

Vou lhe dizer algo:
Mas, não conte pra ninguém.
E a coisa fica feia, quando envolve
você também.

Você se lembra de fulana;
aquela que foi nossa vizinha ?
Estava falando coisas tão feia,
que a terra chega tremia.

Eu fiquei tão chateado :
porque tem haver com você.
Mas, por favor me deixa fora,
dessa maldita confusão.
Porque eu não quero, essa senhora,
batendo em meu portão.

Na verdade eu nem queria,
nada pra você falar.
Mas, por você ser meu amigo,
melhor que um irmão, deixar isso passar,
é não ter consideração.

Seja sincero com eles e diga: É melhor
eu nem saber. Porque tudo que me disseres,
eu terei que te envolver.

O fofoqueiro vem do inferno,
para tirar sua paz. Repreenda esse espírito,
sai fora satanás.

⁠A vida é como um girassol que, quando vê o sol, se abre para amar, veja só!

Ninguém nos decepciona; cada um é do jeito que é... cada um dá aquilo que tem.

Eleve seu trabalho a um nível de qualidade pela qual todos os outros serão medidos.

Nos verso

Te dedico um verso, Nesse belo alegre amor

Mergulho no nosso elo, tão belo.

Te dedico mais esse verso, Nesse beijo que enlouquece

Nunca digas que não te quero.

Olha nesse espelho, Veja o reflexo desse desejo.

Te dedico mais um último verso, Mais um beijo desse belo desejo que aquece

Te dedico só mais esse Verso do nosso elo único.

Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon

Quem encontra uma esposa recebe uma Bênção do Senhor; quem encontra um esposo recebe um Presente Divino. Pois é Ele quem escreve a história do amor verdadeiro, unindo corações imperfeitos que se tornam perfeitos no Amor a Deus.

Em todas as poesias que eu fizer,
elas sempre vão falar de você.
Em cada letra, eu mostraria um traço teu,
como a floresta que se abre
só pra te ver passar.
Em cada espaço dos meus pensamentos,
eu diria que o amor não é infinito…
mas parece —
como nuvens no céu,
como estrelas que insistem em brilhar.
E eu não vou mentir:
quando me expresso, é você que aparece.
No fundo, o que eu queria mesmo
era te conhecer de verdade
e sentir que tudo isso
foi real.

"Houve um tempo em que eu era filósofa. Eu era a maior intelectual e racionalista de todos os tempos. Dava palestras e discursava em público para todos, porém, tudo isso, era apenas na minha cabeça.


— Bruna Belchior, Endy e Edruk

O Apito, a Matemática e o Óbvio


Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.