Nao Magoe um Alguem

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O Trem da vida

Todos somos passageiros de um trem ,chamado vida !!!
Todos teremos que deixar esse trem !!!!
Então ..... Aproveite , cada momento ... Esqueça , os solavancos , as desdenhas , ... Curta muito as paisagens , os momentos , que são únicos, as alegrias ....
Jogue no lixo ,as tristezas , os momentos de pessimismo e desilusão !!
A única coisa que temos certeza nessa viagem ..É QUE A NOSSA PARADA ......NINGUÉM SABE !!

O abraço

O abraço tem um significado muito especial. Quando é apertado — muito apertado — torna-se um compasso silencioso, aquele instante suspenso que anuncia o que pode vir a seguir: um beijo. Às vezes carinhoso, às vezes apaixonado. Há beijos de despedida, outros de chegada, alguns que encerram ciclos e outros que abrem portas.
O abraço, porém, vem antes. Ele é o início de tudo.
Pode começar com um aperto de mão rápido, quase protocolar, e logo se transformar em braços que se encontram e reconhecem. É nesse gesto simples que nasce um relacionamento: familiar, forte, amoroso, permanente ou apenas intenso no tempo exato em que dura.
O abraço não promete eternidade, mas oferece presença. E, muitas vezes, isso basta.

No silêncio da noite eu penso em ti,
Nos passos que dei, nos que ainda darei.
A vida é um rio que nunca para,
Leva dores, memórias e tudo o que amei.
Há dias de sol, há dias de chuva,
Mas o coração insiste em continuar.
Mesmo ferido, aprende a ser forte,
E nos pedaços encontra um jeito de amar.
Se o mundo pesa e cansa a alma,
Respiro fundo e sigo em frente.
Pois quem sonha, mesmo caindo,
Levanta sempre… diferente. ✨

A dor está escondida nas memórias, e quando um detalhe acorda esta dor até então adormecida, sentimo-la milhões de vezes toda vez que lembramos.⁠

Reconhecimento é um bem muito precioso que a pessoa pode conquistar durante a vida, pois se trata de uma conseqüência resultante de diversas outras conquistas, tais como a credibilidade, o respeito, a admiração, o sucesso pessoal, o afeto, o amor.

Amanhecer.
Quando eu acordo e olho para um céu sem sol, percebo a necessidade que tenho da irradiação da tua energia sobre a minha vida.
A ausência dela me desfalece, me entristece e me limita.
Preciso de você, preciso da tua luz para iluminar, alimentar minha alma dessa doçura, desse espírito de paz que você me traz.

Soneto da flor


Um dia eu amei tanto uma flor
Que tive que me afastar dela
Um dia eu fiquei tão triste
Que a dor, eu já não sentia mais


Uma noite eu lembrei da flor
Que era linda, mas não era minha
Que amar era perder
Que a flor precisava crescer


Um dia eu amei tanto uma flor
Que eu senti a dor
Que tive que me afastar dela


Que amar era carregar a dor
E não ela, a flor
Eu tive uma flor, amei ela

💔 Um Soneto da Ausência Desvanecida
A respiração se prende, e agora a verdade é clara:
A fachada brilhante acabou, o amor terminou.
Encaro o silêncio que guarda o medo,
E descubro que não sou um amante arruinado e abandonado.
Pois neste espaço árido, devo atestar,
A crença fundamental que arrefece o fogo do espírito,
Aquilo que lamento, embora outrora uma busca sussurrada,
Nunca foi real, portanto o amor nunca existiu.

Foi uma troca de anseio, imperfeito e breve,
Uma dívida fantasma da qual o coração não pôde escapar;
A dor precede e permanece como principal,
E a solidão veste a forma exterior da paixão.
Assim, neste quarto vazio onde as sombras se encontram,
Amor e solidão são sinônimos, doce,
Pois amar é dar o que não se tem
a alguém que não o quer, gravar
Um vazio sobre outro vazio e chamar-lhe graça.

o afeto
é um ir
e vir


a perda
também

Lembre-se... um ano de microações positivas levarão vc a um futuro positivo!

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”

FILHOS REVOLTADOS.

Há filhos que crescem sentindo um desconforto constante dentro da própria casa. Não é briga declarada, nem ódio explícito. É um incômodo silencioso que se transforma em distância. Eles culpam os pais pelo que não foram, pelo que não tiveram ou pelo que acreditam que mereciam ter sido. Carregam uma insatisfação permanente, como se algo essencial lhes tivesse sido roubado na infância.
Esses filhos raramente percebem o peso dessa postura. Tornam-se ásperos no trato, impacientes, mal-educados nas pequenas coisas. Respondem com ironia, com silêncio agressivo ou com desprezo disfarçado. Preferem a rua à casa, o sofá do amigo ao próprio quarto, a madrugada fora ao convívio familiar. E quando estão em casa, fecham-se. Trancam-se no quarto como quem ergue um muro para não ser alcançado.
Segundo Floyd, esse tipo de comportamento nasce quando o filho transforma os pais em culpados eternos. Ao fazer isso, ele entrega a própria vida emocional nas mãos do passado. Floyd afirma que, quando o adulto continua exigindo dos pais aquilo que já não pode mais ser dado, ele permanece preso a uma infância não resolvida. A revolta, nesses casos, funciona como uma defesa: é mais fácil acusar do que assumir a própria responsabilidade pela própria história.
O problema é que essa fuga constante cobra seu preço. A casa deixa de ser abrigo. Os pais envelhecem à distância. O diálogo se perde. E o filho, mesmo cercado de pessoas, continua carregando um vazio que nenhuma casa de amigo consegue preencher.
A minha dica, ou sugestão, é dura, mas necessária: esse tipo de filho precisa crescer emocionalmente. Precisa olhar para os pais como humanos falhos, não como deuses que falharam. Precisa parar de cobrar o que já passou e começar a construir o que ainda é possível. Conversar, estabelecer limites, buscar terapia, assumir escolhas. Enquanto a culpa estiver sempre no outro, a vida nunca estará, de fato, nas próprias mãos.

Você é assim, aquela brincadeira gostosa, sorriso amigo, abraço gostoso, beijo sedoso, um amor dengoso num corpo fogoso...você é assim, uma delícia pra mim!

Teu corpo é poesia
escrita no silêncio dos gestos,
onde cada curva guarda um verso
e cada pausa revela sentido.
É poema que não se lê com pressa,
mas se sente —
na leve inclinação do sorriso,
na cadência do teu respirar,
no mistério que a pele sugere
sem jamais se entregar por inteiro.
Teu corpo fala uma língua antiga,
feita de harmonia e instinto,
onde o belo não pede explicação
e o desejo nasce da contemplação.
Há em ti uma métrica viva,
um ritmo que desacelera o mundo
e ensina que o amor,
antes de tocar,
aprende a admirar.
Teu corpo é poesia.

A alegria de um breve instante perpetua por toda vida.

Um dia meio esquisito
Que pedimos benevolência
E que o Senhor, nosso Deus
Proteja-nos de intercorrência
Que possa nos livrar do mal
Do que seja ruim e fatal
Que nos desvie da violência

Um dia após o outro
Vamos vivendo cada história
Que possamos acumular
Maiores bens na memória
Para depois não se arrepender
Da trilha chamada viver
Ser mais feliz e ter mais glória

Um dia bem agitado
Que eu pude vivenciar
Muita gente está de férias
No meio do mundo a passear
Mas como estou na labuta
Nesta minha diária luta
Sou grata por poder trabalhar.

A sociedade é competitiva, estão todos movidos por um instinto animal o tempo todo.

⁠Por trás de um homem desinteressado, há sempre um homem desvelado. Por isso, moça, abra os olhos, pense em você, meu bem!