Nao Machuque o meu Coracao
Ai! Minha vez chegou
Hoje choro e canto
Minha vez chegou
Agora sonhei e me espanto
Hoje meu dia de solidão
Amanha acordarei em depressão
Quem sou eu!
Quem sou eu!
Menino, menino!
Dorme meu filho,
Nesse teu sono, tranquílo
De pequenino...
Dorme, dorme criança!
Nessa tua infância...
Dorme! Porque o vento, ainda não sopra.
Só o rouxinol, música sua, toca.
E quando fores homem,
Sê menino, ainda,
Nesse estado de ordem...
Ouve música d´arpa!
Por campos, verdes, faz tua saída!
Continua, brincando na neve alva!
Eu senti - me muitas vezes culpado de actos, em que usei mal o meu corpo...Mas ainda invoquei a Deus!
Adoração
Louvo-te Rei do universo, meu Deus!
Tu és Santo! SantO!...
Tu só Santo... SANTO!
lindos são atos teus!
Louvo-te nesta hora!
Só tu és amigo!
E estás comigo!
Eu te sinto agora!
Recebe do meu ser,
toda adoração!
Te canto esta canção!
Teu é o poder!
Teu é o louvor!
Tu és o Senhor!
O meu amor é lindo!
Lindo, como um pomar!
Um pomar, de maçãs a perfumar.
O meu amor é querido!
Se verdes o meu amor!
trazei-o a mim já...
Estou, só, neste meu calor!
Dizei-lhe, o quanto estou em dor!
Vem! Amor meu! vem!...
Eis que já preparei, tudo!
Para aquele fim, enfim...
Morro, de amores, em todo o corpo.
Amor, carnal! Total! Vale fazer, tudo!...
Vem amor meu, vamos, amar, sem amor, imundo!
Eis oh povo, mundo e poetas de arte!
Sabei uma verdade eterna!
Meu nome é Helder Duarte!...
Meu nome é imundo e aquele que erra!
Mas oh povo e Portugal!
Oh pinhais de Leiria!...
E reino de Bal,
E terras do rei, Faria!
Sabe tu existência, que eu vivo eternamente.
Não há morte em mim!...
Nem nada de mal, concretamente.
Porque, havendo em mim, o mal,
A fé no bem e meu amar, enfim.
A vida me traz afinal!...
Os Cisnes
O que sou?!...
Já que só estou.
Sou eu...
Só, neste ser meu.
E este eu...
É ainda amigo, teu.
Estando nesta solidão,
Se deixares, te darei a mão...
Para ânimo, darmos,
Aos brancos cisnes...
Para com eles, juntos nadarmos...
Em lago este. E às aves, cantarmos.
Novos cânticos rítmicos...
Para que nadem firmes, os cisnes!
Pintor
Eu sou um pintor de lindos poemas,
que falam do meu muito amar!...
Pinto desenhos de palavras feitos, de temas,
de pelo bem ter tanto mas tanto lutar.
Os meus quadros, são obra de grande arte.
Eles ficam para sempre no museu belo,
do cântico eterno que no universo faz parte.
Porque afinal, por isso eu sempre velo!
Pinto o que me vai na alma, de profundo,
até que em mim vá aparecendo o total,
do ser lindo e todo para sempre unido.
Pinto o fim das coisas, como serão,
no dia em que o existir, será sem mal,
Nos sempre dias, que cedo, virão!
HelderDuarte
Por Cá
Canto o meu cântico, qu'em minha alma está,
como sempre sai lindo, santo, puro e perfeito,
o meu ser, nesse acto tem para isso efeito,
Pois nisso, vim eu para cantar por cá.
Cantai comigo povo, este cântico, qu'eu sinto.
Então sentireis, alma vossa voando, vivendo,
e aos outros, vida esta sempre estendendo.
Sim! A isso eu no tempo, muito insisto.
E faço isto até que em vós haja, a música,
que a alma nossa, muito e sempre, educa,
e juntos demos as nossas unidas mãos.
Até que entre os homens, para sempre,
se cante este, sem que haja mau vento,
E os homens, sejam, de facto irmãos!
Gigantes
E muitos ventos sopraram, na terra do meu ser,
desde que esta terra nasceu, sim, sopraram,
e esta terra, quase que tanto danificaram,
ventos uivantes, do Norte e do Sul, e do Nascer,
Gigantes antediluvianos sobre mim arremessaram,
e do mar tsunamis fortes sobre mim, inundaram...
Mas o maior gigante fui eu, que me tornei de mim,
próprio muito inimigo, de agora e de antes, assim.
Então nesses de momentos tempestades, eu invoco,
o meu rei, da Judeia terra, que as do mar da Galileia,
ondas acalmou e com os gigantes, em Canaã guerreia.
E dele eu me aproximo, para vencer, todas as potestades
que contra mim avançam, com agressividades...
E recebo dele vida e força, quando nele eu toco!
O Meu Amado
A dama do país do sol, cantava alto e em bom som!
Se souberes do meu amado, dizei-me onde está!
Aquele a quem ama minha alma, com amor que é dom...
Então os guardas do lindo país, disseram, Ele não está cá!
Mas a dama clamava mais alto, meu amado! Meu amado!
Onde estás!? Tu que minha alma sacia!? Vem meu amor!
Tu que és como o lírio do campo de tão bela cor!
Tu cisne branco! No meu lago, tão estimado!
O meu amado é lindo como o sol do meio dia!
Vem eu te espero, com grande esperança,
Vem eu preciso tanto da tua voz mansa!
De ti eu sou só, de ti só meu tão adorado!
Eu sou como a flor, que o sol tanto queria!
Vem meu cravo por mim tão desejado!
Ladeira da Nora
De ti fica a recordação, neste gesto de recordar.
Neste já entardecer, do meu dia que vai findar.
O sol brilhou em ti, naquele tempo, do meu existir.
Quando eu era um vento, naquele meu agir.
Eras linda de encantar, naquele comigo dançar.
Também contigo, era no muito trabalhar!
Eram os tempos de todos e de tudo...
Os anos do passar, de ano no estudo.
E colher batatas , milho, e feijão,
de ao rio ir à apanha do berbigão.
Em ti fica nas tuas terras!...
Os meus passos de habitante,
mas que talvez, não fossem importantes.
Neste já declinar do dia, lembro do que eras!...
Assim diz o Senhor: Ouve Tu Brasil, povo meu!
Eu te amo, mas mesmo muito! De verdade!
Tu és meu totalmente, tu povo de em mim liberdade.
Fica sabendo! Que eu estou contigo, em sofrimento teu!
Em ti está o povo santo meu, os que têm a doutrina da verdade!
Os que adoram só a Jesus o filho de Deus e não a outro!
Tu és o país onde o meu espírito está a dar ao povo unidade.
Por isso segue a doutrina dos que são da verdade!
Nao temas quando passares pelo mar, povo santo!
Pois eu te dou tanto mas muito encanto!
Que é a tua ação, linda espiritual!
Eu sou o Senhor que estou contigo!
Sou teu único amigo...
A quem ninguém é igual!!,
Benfica
Na casa do meu avô estávamos à lareira,
Meus irmãos e eu, e um cão também,
O cão ao lume fazia asneira.
Mexendo no que o lume contém.
Meu avô era surdo, da muita idade.
Meu irmão, muito irado...
Ao cão repreendeu, com autoridade,
Pois já estava muito danado.
Põe - te quieto Benfica...
Sossegado, já fica!
O cão parou de inquietar,
e do lume estragar...
Mas meu avô perguntou:
O quê ? É uma cadeia Jacinta?
Porque o ouvido não escutou.
Que era o cão nome Benfica.
E nós rimos bastante,
Deste episódio emocionante.
Da cadela Jacinta...
Que era o cão Benfica.
Para onde me vou, no meu estado de alma?
Para lado algum, irei nesta tanta e muita calma.
Neste meu estado de gozo sentido, vou voando,
estando parado, como nas asas do vento estando!
Mas em pensamento, tão mas tão longe,
Como se no futuro estivesse e não hoje.
A cantar a canção da muita felicidade,
isso estou sentindo, de verdade!
Sim voando! Cantando e dançando no campo,
a valsa da linda música, do cântico eterno.
que na minha mente, tanto possui encanto!
Enquanto esta paz sinto calorosamente,
também escrevo, este soneto terno,
mantendo assim meu contentamento!
Feliz
Se eu fosse feliz!
Ai como bom seria!
E eu que tanto queria...
Mas meu ego, apenas chegou, ao infeliz!
Não, que não seja possível,
O estado, esse, que a minha alma bem faria!
Se eu o tivesse, minha alma sorriria...
Mas para mim, foi inatingível.
Para paz, termos à verdade, temos que nos sujeitar.
E águas de vida beber...
Para equilíbrio, alcançar...
A VALSA
Dança meu príncipe a tua dança suave,
dança com energia nesse teu movimentar,
és uma do céu sempre linda e leve ave.
nesse teu gracioso tanto e tanto andar.
Olha a princesa, a princesa que te espera,
desde cedo, te espera, sem desesperar,
isto por muito, te desde sempre amar!
Por ti ela tudo de mal, sempre supera.
Isto porque ela num longo salão, contigo,
muito quer valsear, a valsa antiga, linda.
De música de amor antigo e verdadeiro.
Vem já saltando tu príncipe perfeito,
nessa dança, com belo de arte efeito,
tu que és o último e o primeiro!...
Messias
Eis aqui o meu enviado, a quem dou autoridade,
é o meu Messias, em quem se regozija ser meu,
Ele tem a minha substância, tal como sou eu.
Ele não é vaidoso, na sua pregada verdade.
Ele é o juiz de todas as nações da terra.
Ao fraco ele não deixa, ir para a morte.
É rei, das nações no sul e no norte.
As nações nele, esperarão em toda a era.
Assim diz Deus, o Senhor que criou os céus,
e formou a terra e os componentes seus.
E dá a vida, aos homens que nela estão.
Eu o Senhor te chamei em toda a retidão.
Para fazeres um novo testamento, ao povo,
com o gentio que agora já me ouve!
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