Nao Julgue meus Sentimentos

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Quando o caminho se apaga na névoa,
meus passos são só ecos na estrada,
meu coração vira bússola,
e o sol, meu único mapa.


Giro como folha ao vento,
leve, sem rumo, sem chão,
o horizonte é um abraço,
o céu, minha direção.


Não há norte nem sul,
só o pulsar deste coração,
que bate em ritmo de uma dança de luzes,
que se perde no seu jeito.


As sombras são companheiras,
me prendem, me falam sutilezas,
sigo fios dourados, que tecem meus passos.


Esse mundo é um carrossel,
que meu eu, criança teme,
mas me deixo levar no vento,
onde o sol está quente e lento.


E quando a noite chegar,
meus dedos desenham constelações no escuro,
cada estrela, um verso esquecido,
um mapa de luz que não sei decifrar.


Olho o céu, na tentativa de ler suas estrelas,
mas elas piscam em código antigo,
sussurros de outras vidas,
e eu, apenas um eco perdido no vento.


Me torno silêncio e preces,
um corpo que se dissolve na sombra,
oferecendo ao infinito
o pouco que me resta de fé e esperanças.


Sigo o rumo da lua,
ela me chama sem palavras,
e eu navego em seu brilho prateado,
até que a madrugada me devolva ao chão.⁠

Como Dizer "Te Amo" Sem Dizer "Te Amo"

Meus olhos buscam os teus no silêncio,
e o mundo se dissolve em respiros.
Te olho, te admiro e nada falo,
mas o ar carrega o peso do que não consigo nomear.

Teu nome é um rio em minha boca,
corre sem pressa, invade meus versos.
Minhas mãos tremem ao tecer lembranças,
e a tela se molha de tanto sentimento.

O vento traz teu cheiro,
me enlaça, me faz pequena e inteira.
Se fecho os olhos, sinto teu abraço
forte como raiz, quente como o sol.

A lua sabe, as estrelas contam,
o mar repete em ondas sussurradas.
Até o tempo para quando te vejo,
e o relógio vira pó entre meus dedos.

Se eu pudesse, guardaria cada instante
em caixas de luz, em frascos de lembranças.
Mas como aprisionar o que é infinito?
Como calar o que grita em meu peito?

Então deixo que o silêncio fale,
que o toque traduza o que as palavras negam.
Meu amor é mapa, é porto, é chuva
e você, o único lugar onde me perco

Estranha Dança


Eu sou estranha, e o meu espelho sabe disso,
meus passos desenham labirintos
do meu modo de ser,
enquanto o mundo corre em fila indiana.
Minha música é feita de compassos
dos meus pedaços quebrados.


Carrego constelações desalinhadas,
tempestades que brilham, silêncios que ardem.
Meu caos é morada, não ferida
um fogo que aquece quando o chão some.


Eles dizem "seja reta", eu rio e giro,
minha dança é um mapa de cicatrizes vivas.
Ser diferente é como ter asas invisíveis
que voam mesmo quando o céu pesa.


Não me moldo, me reinvento,
sou feita de recomeços e perguntas.
Minha estranheza é minha armadura,
minha língua fala em raios, marés,
e idiomas que transformo em poemas.


Num mundo de cópias, ser original dói,
mas quebrei o molde antes de nascer.
Minha verdade é um animal selvagem,
não se domestica, só se entende.


Sou estranha, sim, e abraço esse abismo,
nesse meu lugar torto onde a luz é mais viva.
Aqui, onde os espelhos me reconhecem,
minha alma dança e nunca se despede...

Se olhares dentro de meus olhos encontrarás a Poesia e a saudade de dias lindos... em que os vivi pra ti!

Enfim, chegastes

Tu que povoavas meus sonhos e fantasias, trouxeste-me o amor e a
Paz tão desejada... O encanto e sorrisos sem pranto... A ausência da dor!

O despertar de um novo dia..
Amar-te-ei toda minha vida!

Que a brisa nos cubra de pétalas de rosas... E que possamos bailar
Ao som de sinfonias infindas...
Lindas melodias...
Para sempre e além da vida!

TE PEÇO APENAS...
Que me deixes entoar canções
e cantar com meus encantos
e desencantos a tua distante
ausência!

Que me deixes embalar
teu sono e nas minhas
fantasias estar sempre
contigo sem que tua imagem
ao amanhecer desapareça
com as estrelas!

Que me deixes sonhar contigo
e neste sonho realizar
o que sinto
viver o imaginado
sem qualquer dor e
medo de acordar!

Que me deixes amar-te
calada...quieta
para que eu possa chorar
os meus dias tão frios
e tristes sem ti!

Te peço apenas
que sejas o meu espelho
para que eu possa refletir
em ti esta febre de minh'alma
dizer-te o que nem imaginas...
e nem te importas!




"e do vazio de minha solidez, te peço que não me deixes perceber o que tua falta me faz"...

Soneto “Meus pais”

Alonso e Eunice (em memória)



Seu Alonso, meu pai conselheiro

Homem trabalhador, conhecido por “Meus Amigos”

Ajuda a todos, chama-os de queridos

Sustentou os filhos com o suor de pedreiro.



Dona Eunice, minha mãe educadora

Mulher persistente, intitulada “Minha Amada”

Orientou a tantos, pela educação foi obstinada

Sustentou os filhos com a função de professora.



Ele, eterno “vizinho”, sereno, flamenguista animado

Da família Tavares, cresceu no Acai do Lago Grande

Pai amável, tio carinhoso, esposo apaixonado.



Ela, eterna “diretora”, resiliente, franciscana empenhada

Da família Ferreira, cresceu no Atumã de Alenquer

Mãe incansável, tia inspiradora, esposa dedicada.



Santarém - Pará, 26/08/25.

Mas, observei meus pequenos irmãos, todos ali, acoados e acordados naquele horário.


Eu, tomei uma decisão por eles.


Eu não fugiria sozinha, eu não chegaria muito longe.


Logo, como eu era menor, eu seria mandada de volta.


Eu mesmo sabendo que ela voltaria, como trocentos outras vezes, eu falei meu plano para ela.


Na manhã seguinte fugimos.


Para outro Estado, com a grana que eu havia recebido.

Inexprimível

Tu és tão linda.
É uma beleza indescritível,
afinal, nem meus olhos dão conta de te dizer.

É como uma brisa
numa tarde de outono:
69% de umidade,
11 km/h de vento,
dados que me fascinam,
mas que ainda assim
não te explicam.

Ao tentar te detalhar,
procuro palavras
e não encontro.

Não há verbo que indique,
frase que faça sentido,
adjetivo que encaixe.

Busco as mais belas palavras do dicionário,
aquelas que estouram suaves
como bolhas de sabão
assopradas por uma criança
numa manhã ensolarada.

Eu até acho algumas.

Mas a certeza sempre vence:
tu és
inexprimível.

Agradecer é o melhor sentimento que possa existir.Dou vivas,pela alegria que meus amigos me proporcionam no dia a dia!

Eu tenho a força
Tenho coragem
Sabedoria que meu Pai me dá
Tenho meus amigos
Minha família
A quem eu devo amar

Nessa luta séria
nunca estarei sozinho
Nessa guerra com a matéria
Do mundo da ilusão
Peço firmeza
Tomar uma decisão

É preciso determinação
Ainda não é a despedida
Vou Entrar na batalha da vida
Cumprir minha missão

Quero todo o carinho
Que só vós me dá
Sigo nesse caminho
Para um dia vos encontrar

Dia das Mulheres, um dia especial, porém, seu dia é todos, inclusive em meus pensamentos você ocupa minutos, horas e diárias frequentes em minha imaginação. Sim, te amo e admiro muito a mulher que você é, parabéns pelo seu dia e por ser o presente de Deus para a minha vida.

Nanda ❤️

Na juventude eu achava que tinha o mundo na palma da mão, que estava aos meus pés e que podia até tocar o céu. Pensava que tinha o controle e que era o máximo.


Com o tempo percebi que sou pequeno, apenas um grão de areia na imensidão da vida.


Hoje entendo que só Deus é grande.
Ele tem o mundo na palma da mão, move o céu e tem o controle de tudo.
Eu sou totalmente dependente Dele.

BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Bendigo ao Senhor por mais um dia que amanhece,
pelos pássaros que alegremente gorjeiam lá fora,
e por eu estar aquecida no aconchego de meu lar...

mel - ((*_*))

Quando eu vir a luz e à ela vier, devo retornar à Caverna para libertar meus ex-pares da escuridade.

⁠O que farei eu quando Deus tirar a delícia dos meus olhos.

Você pode fazer fotos com outros fotógrafos, o mundo é das escolhas. Mas meus olhos são únicos, assim como você também.

Gratidão, Senhor, por cuidar de cada detalhe.
Entrego meus planos e minha semana em Tuas mãos.


Amém 🙌

"Sei que meus livros alcançarão muitas pessoas para Cristo. Esta é a minha verdadeira motivação para escrever."


Mickelve Santana

11:07 da manhã - 22 de maio de 2024 - Sonhei com falta de comida...

Estava eu, minha mãe e meus dois irmãos, Awkaerck e Alcadones. Minha mãe segurava eles de um lado e outro e eu estava guiando eles! Pois, ainda eram bebês de mais ou menos, uns 2 ou 3 aninhos e eles estavam pulando e muito felizes, enquanto segurava nas mãos da minha mãe.
Fomos todos á um lugar, onde capinamos um lote e todo o pagamento foi somente, algumas frutas, que seriam descartadas no lixo, saindo desse lote. A gente recolheu e eu levei conosco, em um saco quadrado, não tão grande, pois dava mais ou menos, o tamanho de 2 mãos e ele também estava quase seco, só dava pra ver depois como se tivesse dois pequenos molhos de cheiro verde dentro deles.
No caminho, minha mãe ia atrás, eu ia seguindo e conversando com ela.
Olhava meus irmãos e sentia falta de outro.
Pois, lá éramos 3 e nós somos 4.
Eu olhava e tentava lembrar, se não faltava mais um de nós.
Então, lembrei que nossa primeira irmã morreu e achei bem estranho, não conseguir lembrar do meu terceiro irmão dentro do sonho. Não comentei com a minha mãe, só segui! Eu via no caminho, pés de quiabos gigantes, na frente de uma escola ou uma casa enorme, que ficava meio escondido. Pensei em pegar alguns, mas sabia que primeiro tinha que pedir, até porque parecia que estavam ali para ornamentação. Eram quiabos gigantes, de uma espécie que eu nunca tinha visto. Mas, eram quiabos, pois eu conhecia bem! Uma mulher estava passando e eu perguntei para ela, de quem era aqueles quiabos, se eu podia pegar alguns, ela não deu muita atenção, mas respondeu que se eu fosse no mercado que estava na rua escondida lá atrás, eles me dariam algumas frutas e legumes, pois sempre davam pra ela. Eu olhei e vi que os quiabos pertenciam á aquele lugar enorme, e não era uma escola, nem uma casa grande, era um mercado, que eu nunca tinha visto, que ficava escondido em uma ruazinha. Eu observei somente, enquanto via a mulher virando as costas e achando ela um pouco mal educada, enquanto estava muito suada, o suor descia pelo meu pescoço e eu não soltava o saquinho que eu carregava, virei para a minha mãe e disse, que a gente não iria não, eles não dariam nada pra nós, só íamos passar vergonha. Então, seguimos e de repente como se eu, estivesse distraída, acabei guiando a minha mãe, até um lugar, parei na frente e observei, muitas frutas de diferentea regiões ali no chão, na minha frente, mas, muitas mesmo. Achei que era um pomar ou um lugar que vendia elas, então enchi os olhos, mas não me alegrei, pois sabia que não as podia comprar! Elas eram lindas e brilhantes, frutas cheias de vida, estavam todas no chão, prontas para serem comidas, o chão era de cimento, um lugar gigante e com frutas que dariam para muitos meses, para muitas pessoas comerem. Eu olhava e sentia o desejo de pegar e levar para casa, até eu perguntar á mulher que estava lá, o que era aquilo, que lugar era aquele. Porque ela me observava, tipo perguntando, o que eu estava fazendo ali. Ela então, respondeu que era a casa do governador! Eu, surpresa falei, governador? Ela disse, sim, a casa do governador. Eu simplesmente fiquei pensativa, só podia ser, eles têm tudo, enquanto nós, não temos nada, mas mesmo sem saber quem era ele, vi um homem saindo lá da lateral desse lugar, onde era a sua casa, e perguntei pra ela, se era ele, ela disse que sim. Não perguntei o nome, eu não o conhecia, então deixei ele se aproximar, enquanto ele me olhava seriamente e com ar de desprezo, a minha mãe estava na porta observando, com meus dois irmãozinhos. Ele era um velho magrelo, alto, cabelo liso, vestia uma camisa cinza e uma calça jeans desbotada, mas eram boas roupas. Não observei os sapatos, eu só conseguia olhar nos olhos dele e ver desprezo por nós! Mesmo assim, suada e com o suor descendo pelo pescoço todo sujo de lama, porque antes a gente estava capinando um lote, e estava de volta para casa, e no caminho tendo essas aventuras e encontros, eu pensei em pedir para ele somente uns 20,00 mas ele era rico demais, então, resolvi pedir 200,00 para comprar uma cesta básica. Ele me olhou, desviando o olhar e meio desnorteado, dizendo que não tinha dinheiro. Que havia dado para alguém antes. Eu continuava persuadindo e contando de onde estávamos vindo e ele não quis ouvir, de repente, o lugar estava cheio de pessoas que eu conhecia, desde assistentes sociais e um homem que gostava de ajudar os pobres aqui na cidade, o Raimundo Absalão, ele já morreu. Ele apareceu no sonho e disse para anotarem meu endereço, que ele iria comprar a cesta básica e mandaria levar até lá. Eles não quiseram saber, as assistentes sociais, fingiram que estava anotando o endereço, mas na verdade só anotaram meu primeiro nome, e nenhum deles olhava para mim. Eu, me senti desprezada ali e ninguém estava nem aí, para a minha falta de comida em casa ou preocupados com a fome dos meus irmãos bebês. Eu continuei insistindo e dizendo que morava perto da casa do coelho, o vereador, eles diziam, tá, tá... Afirmando que sabiam, mas pouco se importavam. Eu fiquei envergonhada, diante das pessoas que ali eu conhecia, agora, elas sabiam da minha situação e iriam espalhar que estou passando fome, sendo que não resolveram nada. Nada fizeram por mim, eu saí muito triste e preocupada, então passou para outro sonho...