Nao Julgue meus Sentimentos

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No palito se derrete o picolé; na cruz, os meus pecados.

Eu desejo a morte, a morte dos meus pecados,
porque se eu viver com eles, serei condenado.

Com meus olhos valorizo a vida, com minha fé valorizo
a minha alma e com Cristo, valorizo a minha salvação.

A LIVRARIA SARAIVA É LOGO ALI!


Durante mais de duas décadas em São Paulo, um dos meus refúgios preferidos era a Livraria Saraiva da Avenida Paulista. Não era apenas um passeio: era um lugar onde eu respirava melhor. Gostava especialmente dos dias de lançamento. Caminhava entre estantes, observava o movimento, sentava de longe e ficava olhando os escritores assinando livros, dedicando palavras, recebendo leitores. Aquilo me parecia grandioso, quase mágico. Eu me sentia parte daquele cenário, mas apenas como espectador. Para mim, estar do outro lado da mesa ainda era um sonho distante.
O mundo girou, o sonho mudou de lugar e em 2013, voltei para Carlópolis.
Logo nesse retorno, fui presenteado com um momento inesquecível: o lançamento do livro “Os Pioneiros”, da escritora Dona Helena Ribeiro de Proença, mais conhecida como: minha mãe. Ver sua obra escrita a mão aos 84 anos ganhar forma pública, reunir pessoas e provocar emoções, foi um marco.
Ali, algo mudou dentro de mim.
Pela primeira vez, aquele sonho de ser escritor começou a parecer possível.
Então, minhas histórias deixaram o silêncio da mente e ganharam corpo na insistência diária da escrita. Houve muito estudo, leituras vorazes, dois livros por mês.
Até que, após cinco anos, parecia tudo pronto. Mas não estava. Veio a pandemia, o tempo suspenso, o medo, mais três anos de espera e reescritas.
Enfim, em 2024, “A Saga dos Cataventos – O Mal Nunca Dorme” estava impresso. Veio a noite do lançamento: taças erguidas, amigos reunidos, abraços demorados, páginas autografadas, flashes e encontros, digno dos lançamentos na editora Saraiva. O mesmo encanto, mas em outra dimensão, outro universo.
Ao olhar para o meu livro pronto, vi um universo se abrindo e entendi que não bastava escrever: era preciso abrir caminhos. Do meu auto¬lançamento nasceu a Editora Café Literário, nada mais que um caminho para textos que pediam luz. Em um ano, vieram dois frutos: Devaneio – Um passeio pelos sentidos, de Lu Barone, e Ecos – O som das emoções, de Maria Rita de Oliveira Bezerra. Obras incríveis, delicadas, profundas, que falam do que mora dentro. Junto com os livros vieram mais noites de lançamentos, mais lágrimas sinceras e a certeza de que a literatura, quando partilhada, se multiplica.
Ao capitanear essas noites incríveis, vendo a alegria vibrando nos rostos, as celebrações, os discursos embargados, senti que havia algo maior ali. Pesquisei nos grupos de escritores que freqüento e descobri que em toda a região, as noites com o brilho e o glamour dos grandes centros, só existe em Carlópolis. Um luxo raro, íntimo, impossível de medir. Um gesto de amor à literatura. Um orgulho para a nossa cidade que não tem preço.
Sim, ainda há pouco incentivo e muito silêncio.
Mesmo assim, diante de telas que hipnotizam e da descrença que se espalha, a Editora Café Literário segue firme.
A parte boa é que em 2026 teremos mais lançamentos, mais noites de encontros, mais celebrações, mais abraços, mais historias compartilhadas.
Confesso: ainda somos poucos, quase invisíveis, porém intensos.
Enquanto a pressa governa e a falta de cultura se multiplica, escolhemos o gesto lento da palavra, o calor do abraço e a permanência da literatura.
Se um dia busquei encanto entre prateleiras famosas, hoje sei: criamos aqui o nosso próprio templo dos livros, a nossa própria Livraria Saraiva, viva, próxima e cheia de histórias.

J•A•R•D•I•M

Meus pensamentos sobem às nuvens frias,
Enquanto eu permaneço no jardim.
O que não digo pesa nos meus dias,
E eu só quero sentir até o fim.

O passado retorna sem pedir,
Mesmo quando evito recordar.
Mas há memórias que insistem em vir
Somente quando é tempo de encerrar.

Confrontar quem fui me fez entender
Que tudo o que deixei para trás
Precisava morrer para nascer
Algo novo, sereno, em paz.

Abrir-me ao novo é o que preciso,
Mas trago um menino em solidão:
Sem saber dar forma ao que sinto,
Sem saber te achar na imensidão.

Há tantas verdades presas na voz,
Mas as palavras não sabem sair.
Tenho medo de te perder tão só,
Antes mesmo de te possuir.

Eu sinto você na minha pele,
No espaço exato do meu respirar.
Teu silêncio em mim se estabelece,
E meus sonhos contigo sabem me amarrar.

Às vezes isso dói, fere sem razão,
Pois não planejei me sentir assim.
O que sinto não cabe na explicação,
É estranho demais pra ter fim.

Você está distante ou talvez não,
Talvez seja o tempo a confundir.
Sou lembrança apagada na visão,
Por conta do espaço entre eu e ti.

Mas eu preciso um dia te encontrar,
Sem armaduras, sem temor.
Olhar nos teus olhos e confessar:
Você é meu porto seguro,
Mesmo sem saber do meu amor.

@gabriela_ortegaa

Se me disseres adeus, meu amor,
Meus olhos vão se fechar.
É a morte de um sonho meu
Que sozinha estive a sonhar.

Eu quis me dar um presente
Infinito além do céu.
Eu quis me dar um amor
Como dos filmes que ninguém fez.

Se me disseres adeus,
Tudo que havia em mim eu já chorei.
Não me restaram palavras
Nem medos que me pusessem fim.

Tudo em ti, meu amor,
Eu já ganhei e perdi.

Eu definhei em segredo
E também em silêncio eu cresci.
Foram para ti os poemas
Que a Deus eu dirigi.

E diante de um sonho
Tão salgado,
Tão pobre e tão rica eu me vi.

E diante do hoje
No qual conquistei
Tudo e ao mesmo tempo, nada,
Pronta, eu morro em mim.

Eu me amei,
Eu me aplaudi,
Também sozinha
Chorei,
Também sozinha sorri.

Se me disseres adeus,
Me conforto dentro de mim.
Eu não sou Deus,
Eu não sou Deus,
E desse sonho, ainda viva,
Eu vou me despedir.

Mas, se me disseres oi e sorrir,
Entrego meu amor
Por uma vida inteira a ti,
Na esperança de um milagre
Que no meu coração senti.

Talvez eu seja só ilusão
E um dia saudades.
Ainda assim, eu sonhei,
Eu te amei, eu te vi.

Mas se disseres adeus, meu amor,
A Deus entrego o amor que dei
E não recebi...

E de todas as tolices que a vida humana reserva,
Não me arrependeria de reparar em ti.
És belo...
És belo...
És belo...

Assim te vi.
Assim te fiz
E assim hei de me despedir.

Eu? O que sou?
Pétala ao vento...
Poucos hão de reparar em mim...
Mas eu, tudo vivo, e reparei...

Ao menos tentei dar um final feliz para ti.

E para mim? Meu final?

Eu morro todas as noites...
E renasço todas as manhãs
Até o dia em que não existir mais Sol...

Eu morro a cada minuto e renasço a cada sinal.

Mas, se me disseres adeus, meu amor,
Ainda haverá outros olhos, até meu último suspiro, pelos quais lutar, com os quais me distrair.

Os meus olhos?

Ora, que ricos! Ora, que tristes...
Ora, que tudo veem...

Menos o futuro, além do meu coração.

Meu coração: eterno jardim a esperar florir.

Um dia, quem sabe, encontro consolo em mim.

Com o tempo
eu aprendi, a fazer
a minha vida
ter cor...
Ponho paz nos
meus dias,
e no meu coração,
mais amor.

14/08/2019

Sou a razão dos meus pensamentos dia a dia.

⁠O passado e o futuro em minha mente brigavam,
o sangue transparente em meus olhos sussurravam,
aos baixos dele eu ouvia que no fim eu
seria o que eu era antes da
minha vida.

Ao responder sobre
mim,
recitei minhas saudades e
meus medos,
então em uma coragem
esquizofrênica,
eu me 'interlecutei' com
"Onde me fixo?"
e me 'enlucidei' vago,
como um ponto e vírgula
em meio a um
papel em
branco.

Estagnado em meus devaneios, no fluxo de pensamento alheios. Entre emoção e a razão, com a alma dividida ao meio.

O tamanho do meu mundo é medido com a fita métrica dos meus conhecimentos.

Meu amigo feliz, hoje é seu dia, meus parabéns!
Como gostaria que você fosse feliz, muito feliz!
Mas a felicidade não tem receitas...
Concordo, amigo!
Não é receita de bolo: 3 xícaras disso, 4 xícaras daquilo, que sempre dá certo quando matematicamente cumprimos as etapas! Não!
Felicidade, a meu ver, nasce de um coração solidário, eficiente e trabalhador.
Fale sempre com o seu coração antes de agir, faça de suas decisões o voto de Minerva.
Aí você será e descobrirá o que é ser feliz!
Um ótimo dia para você, amigo.

Senhor, meu Deus, me ajuda a conquistar meus objetivos. Tenho seguido por um caminho difícil, cheio de desafios e sombras. Mesmo com aqueles que tentam me derrubar, confio na Tua força. Acalma o meu coração e me enche de paciência. Protege os que me atacam, para que encontrem a luz e se tornem instrumentos de bondade.

Meus sacrifícios e acertos são páginas invisíveis para olhos que só julgam falhas.

Senhor, por que meus lábios insistem em pedir mais do que agradecer? Reconheço que, muitas vezes, tropeço nas escolhas que faço e carrego no coração a insatisfação diante do que não compreendo. Pai, segura firme a minha mão, pois sou frágil e cheio de falhas. Com humildade, venho nesta oração pedir perdão, enquanto aprendo a enxergar Tua bondade nas coisas simples. Obrigado pelo dia que amanheceu, pela chuva que renova, pelo sol que aquece e por todas as oportunidades que Tua graça concede.

Quantas vezes já ouvi que, para realizar meus sonhos, preciso correr atrás. Sempre concordei, mas ficava esperando que algo acontecesse. Hoje, sei que sou eu quem precisa ir atrás das minhas conquistas. Quem realmente quer busca, tenta; se falhar, tenta novamente. Nos dias em que acordar sem forças, vou seguir em frente sem olhar para trás, porque quem escolheu vencer não tem tempo para desistir.

⁠Que os sorrisos sejam meus melhores amigos, que o meu andar em silêncio seja traduzido em versos, que as minhas referências sejam sempre bons compartilhamentos de alegrias.

Autobiografia ácida

Meus pensamentos são infiéis, minhas palavras são contraditórias, meus desejos se impõem, minhas necessidades se manifestam até que o tempo vire e meu humor mude. Inserção rebelde do meu ego aos contextos convencionais. Mente provida de reflexos rápidos e audácia provocativa; tenho caráter anti-conformista. Meu temperamento é vital-motor e meu humor é paradoxal. Pensamento engenhoso, de fluxo intermitente e conteúdo experimental, concentração dispersiva e memória seletiva. Meus gostos são elaborados, meus hábitos inusitados; minha moral é transformadora. Dona de impulsos primários de rebelião criativa.

Eu não sou sempre da minha opinião, se os meus desejos se manifestarem, criarei possibilidades.

Não tolero superficialidade, abomino o meio termo e, consequentemente, não gosto de nada raso: pessoas, situações ou relações.

⁠Nas asas do tempo, meus 50 anos surgem.
Um marco de reflexão, agradecimento e esperança.
Olho para trás, nas trilhas percorridas,
cada passo moldou a pessoa que me tornei.
Sinto a emoção pulsar no meu peito,
pelos desafios superados e lições aprendidas.
Cresci, evolui, descobri forças adormecidas,
e agora, uma nova fase desabrocha diante de mim.


Com o coração cheio de gratidão,
saúdo o futuro com alegria e determinação.
Meus 50 anos, uma jornada especial.
Que cada momento seja vivido intensamente,
valorizando as conexões verdadeiras e as experiências presentes.
Abraço o presente,
com fé e esperança.


Fazer aniversário é brincar de crescer e quem sabe mais tarde virar "gente".
É sorrir sem ter motivo ou chorar pela mesma coisa.
É ter de novo a certeza de que os sonhos ainda poderão se realizar.
É reconhecer os verdadeiros amigos, aqueles que mesmo distantes, se importam com a sua importância.
É contar o tempo que se viveu e o que se deixou de viver.
É luz na escuridão.
É lembrar da vitória de um dia ter sido embrião.
É aprender a valorizar o tempo.
É contar com a presença dos ausentes.
É tornar novo o que se fez velho.
É fazer do novo o sempre!